por Naísa Modesto
Acho que todos nós já trabalhamos com alguém esquecido que nos fazia perder a cabeça por não entregar as coisas no prazo, por exemplo. Também não acredito que seja raro encontrar aqueles colegas muito agitados, sabe aquelas pessoas ligadas no “220V”?
Mas essas duas características podem ser indícios de TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, que atinge cerca de 4% da população adulta. Essas pessoas costumam apresentar características como:
• Falta de atenção e organização;
• Erros cometidos por descuido;
• Abandono de tarefas antes que estejam terminadas;
• Perda de objetos com facilidade;
• Distração e esquecimento;
• Agitação;
• Verborragia (falar excessivamente);
• Termina frases antes de as pessoas as terem completado;
• Tem dificuldade para esperar a sua vez;
• Interrompe os outros quando estão ocupados;
• Ter dificuldade de esperar.
Confira a matéria completa sobre o assunto no Jornal Estilo & Gestão RH clicando aqui e acompanhe ainda o teste que pode pré-diagnosticar o transtorno.
Naísa Modesto | 8 de Julho de 2008, 14h22 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Faz algum tempo que trabalho diretamente com o mercado corporativo. Entrevisto muitos palestrantes e consultores e acompanho o trabalho dos meus colegas aqui na Redação.
Neste período, já ouvi falar em vários tipos de líder: servidor, educador, carismático, burocrático e mais uma centenas de nomes. Desconsiderando as particularidades de cada um destes modelos, atrevo-me a dizer que precisamos de líderes que apóiem.
Aquela figura heróica que faz os resultados decolarem não é exatamente o que considero um bom líder. O “paizão” que defende fracos e oprimidos a todo custo também não me parece muito eficiente. E aqueles que assemelham-se a ímãs – com o poder de puxar e centralizar toda e qualquer atividade? Melhor nem comentar.
Talvez eu devesse defender o modelo de líder-escada. Pense nisso: uma escada firme, bem estruturada e apoiada firmemente no chão. Seus degraus são sólidos e cuidadosamente posicionados para dar mais segurança. Qual outra ferramenta nos proporcionaria igual estabilidade para que pudéssemos subir e enxergar tudo lá de cima? Que outros degraus seriam capaz de nos amparar em busca daquela fruta lá em cima da árvore ou da lâmpada que precisa ser trocada?
Agora imagine que a escada é o líder, os degraus são as competências dele, os frutos são nossas metas e as lâmpadas, idéias antigas que precisam ser aprimoradas.
Isso faz sentido para você? Talvez seja esse o objetivo mesmo: enxergar no líder aquela pessoa capaz de te colocar cada vez mais para cima sem que você se esqueça que a visão privilegiada que você tem de lá do alto só é possível porque ele também participou da sua subida.
Naísa Modesto | 1 de Julho de 2008, 17h18 | 1 Comentário »
por Naísa Modesto
Se você faz parte do grupo de pessoas que acredita que LER e DORT só aparecem na vida daquelas pessoas que trabalham com digitação ou em linha de montagem, é melhor tomar cuidado! Pessoas que trabalham em escritórios também correm (e muito) o risco de serem afetadas por essas lesões.
Na última edição do Jornal Estilo & Gestão RH publicamos uma matéria sobre o assunto. Clique aqui para conferir e assista ao vídeo abaixo para conhecer exercícios preventivos.
Proteja-se!
Naísa Modesto | 24 de Junho de 2008, 15h04 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Já pensou em ginástica laboral como ferramenta de integração? Pode dar certo. Aqui na redação, minha colega Bruna Martinho teve a feliz idéia de promover exercícios de alongamento logo cedo. Coisa simples e muito bem intencionada. Além de deixar a as lesões um pouco mais distantes, o resultado foi uma troca de experiências incrível e relaxante.
O grupo pequeno e fiel começou esticando os braços, alongando as pernas e agora arriscamos a leitura de textos muito curtos e inspiradores. Em poucos minutos, aprendemos muito mais do que movimentos corporais, dividimos as lições de vida que as leituras nos trazem. Com personalidades e histórias de vida bem diferentes, é muito interessante ver a reação das pessoas ao tema abordado.
Quer tentar? Você só precisa de algumas dicas de movimentos, uma trilha sonora relaxante, 10 ou 15 minutos e, no mínimo, mais uma pessoa disposta a dar uma pausa na correria para descobrir realmente quem é você.
Naísa Modesto | 10 de Junho de 2008, 17h11 | 2 Comentários »
por Naísa Modesto
Assim como no ditado, às vezes surgem diversos projetos nas empresas que ninguém quer assinar embaixo. As pessoas até alimentam, fazem o básico para que eles sobrevivam, mas assumir a paternidade da coisa e fazer ela se desenvolver nem pensar.
Você já pensou em assumir um destes “filhos feios”? Enquanto os outros se debatem para ter um lugarzinho naqueles enormes projetos, aos poucos você pode começar a mostrar vantagens onde antes não haviam, nem ao menos, mudanças.
A idéia não é apostar em furadas, mas começar a descobrir potencial em áreas ou idéias que realmente podem trazer bons resultados. A iniciativa pode ganhar outros adeptos e força para tornar-se algo de valor. Tudo depende da sua visão e entusiasmo.
Por isso, fique atento, enxergue mais longe e veja se você também não anda fazendo vista grossa para um destes “filhos feios”.
Naísa Modesto | 3 de Junho de 2008, 18h11 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Talvez seja verdade mesmo, o bom mesmo do País é seu povo. Aliás, o bom e o mau porque uma nação se faz mesmo é de gente, pois a cultura e os valores não se infiltram no solo ou correm livres pelo ar. Os princípios são passados (ou não) por aqueles que habitam a faixa entre esses dois extremos.
Sempre olhei com certa desconfiança para alguns desses brasileiros que acham somas de dinheiro em bancos de táxi, ônibus e aeroportos e as devolvem. Desconfiava que pelo menos parte deles corresse atrás dos verdadeiros donos das quantias mais por medo de ser descoberto do que por honestidade. Não, não desconfiava de todos, mas de alguns. Até que aconteceu comigo.
Ontem fui surpreendida por um gesto de honestidade espontâneo. Carreguei meu Bilhete Único com um bom valor e segui feliz e resguardada para o ponto de ônibus. Com sorriso de proletária satisfeita no rosto ia pela rua até que busquei no bolso o cartão. Em vão.
Procura daqui, busca de lá, bolso, bolsa, carteira, chão… Felicidade de pobre dura pouco, já dizia o outro. Como se não houvesse mais o que fazer, segui resmungando pela rua até que chega ao meu lado um homem e pergunta: “você perdeu alguma coisa?”. Com a mesma esperança da criança que abre o presente de Natal já sabendo o que vai ganhar, respondi: “meu Bilhete”. Como um passe de mágica, ali estava ele. “Achei e não sabia de quem era, como vi você procurando alguma coisa, achei que fosse seu”. Fiquei muito agradecida.
Provavelmente hoje ele já nem se lembre que achou meu cartão, certamente aquele homem não lerá este post, mas fica aqui meu agradecimento. Não só por recuperar meu cartão, mas por me devolver um pouquinho a fé nas pessoas.
Naísa Modesto | 27 de Maio de 2008, 11h10 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Antes de ler este post, tente responder a pergunta acima.
Eu tentei. Não faz nem meia hora que a ouvi e agora está me perseguindo. Na próxima edição do Jornal Estilo & Gestão RH vamos falar sobre motivação. Para tanto, conversei com alguns especialistas (muito bons) sobre o assunto, mas essa pergunta veio do Dr. Jô Furlan.
Uma simples indagação que deveria ter resposta automática, mas eu não tinha. Não saber a resposta não implica em falta de objetivos ou em falta de planos de vida, mas pode sugerir um ajuste nos seus planos.
Aconselho você a esperar mais um pouquinho até a edição sair e conferir os conselhos dos entrevistados para entender a importância de saber a resposta para este e outras perguntas.
Naísa Modesto | 20 de Maio de 2008, 17h06 | 1 Comentário »
por Naísa Modesto
Aposto que você também já ouviu a frase acima, provavelmente, durante alguma discussão no ambiente de trabalho. Eu já ouvi isso há algum tempo e confesso que acho bastante incompatível com a realidade do mercado.
Dizer “não sou pago para isso” ou coisas do gênero destoa da prática do bom trabalho em equipe e da cooperação tão necessária hoje para desempenhar um bom trabalho.
Quando alguém adota esta postura todos saem perdendo: a equipe, que sofre com a falta de cooperação de um integrante, e o próprio profissional, que pode estar deixando passar uma boa oportunidade de aprender uma coisa nova, de abrir uma porta e expandir seus conhecimentos.
Investimos tanto em especializações que às vezes acabamos reféns de nossos vastos conhecimentos que abrangem apenas uma área do nosso trabalho. Não confunda especialização com limitação. Ultrapasse fronteiras, e aprenda o que puder!
Naísa Modesto | 13 de Maio de 2008, 14h47 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Foram 37,5 milhões de palavras em mais de um quarto de século. Esse é o melhor resumo que se pode fazer do diário com mais palavras já escrito.
O autor desta proeza é Robert Shields, um americano que desde 1972 mantinha uma rotina quase maluca para manter suas anotações atualizadas. Ali tinha de tudo: desde uma simples ida ao banheiro até críticas e considerações sobre a política e os jornais.
As coisas em sua vida foram ficando tão catalogadas pelo diário que ele acreditava que “nada verdadeiramente acontecia com ele a menos que fosse registrado”.
Dedicou boa parte de seus 89 anos a esta árdua tarefa, parcelando até mesmo suas horas de sono para ter oportunidade de anotar seus sonhos, para que - já impossibilitado de escrever no final da vida - sua mulher pudesse seguir adiante com o projeto. O velho Shields ditava sua rotina para a esposa Grace, que logo se cansou da monótona tarefa e desistiu.
Pouco tempo depois, o dedicado homem morreu e seguiu à risca sua previsão, pois algum tempo antes, quando um jornalista perguntou a ele o que aconteceria se parasse de escrever, respondeu: “seria como desligar minha vida”.
Naísa Modesto | 6 de Maio de 2008, 18h14 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Não são necessariamente as pressões, as metas, nem a falta de estabilidade que realmente nos estressam no ambiente de trabalho. São as pessoas. O fator humano é definitivamente a mais fascinante e irritante questão que envolve o trabalho em equipe.
A infinita possibilidade de aprender com aquela pessoa que passa mais tempo ao seu lado do que um irmão, pai ou companheiro é uma grande vantagem.
Com uma boa dose de paciência e cordialidade podemos suportar colegas alardearem sobre suas incríveis (eles realmente acreditam nisso) conquistas, imaturidade, falta de educação e até mesmo a falta de reconhecimento.
Pode apostar: algumas vezes vão passar por cima do seu trabalho, você vai se sentir desvalorizado ou até mesmo pensar “agora só funciono na base da patada”, mas isso passa. Nada que contar de 1 a 10, respirar fundo e repetir um mantra não dêem conta.
Seja qual for sua receita, perder a cabeça é a mais burra das respostas. Engolir sapo também nunca matou ninguém e vale mais a pena do que esquecer seus princípios. Já disse isso em um post anterior e volto a repetir: podem tirar uma oportunidade da sua mão, mas nunca o seu caráter.
Naísa Modesto | 29 de Abril de 2008, 18h50 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Postar fotos, fofocas, textos e o que der na telha é uma das vantagens de manter um blog. Comunicar-se livremente com quer que seja, longe de pressões e padrões pode ser uma boa. Mas um blog pode ser ainda mais útil, um bom exemplo é o Movimento Blog Voluntário.
Alguns blogueiros famosos já aderiram à idéia, que é muito simples: de 25 a 27 de abril, pessoas do mundo inteiro trabalharão para melhorar o ambiente global e local. O princípio é aproveitar a ocasião do Dia Global do Voluntariado Jovem e para movimentar as coisas pela rede.
Blogueiros participantes colocarão em suas páginas posts direcionados àqueles que têm alguma dificuldade para usar o computador. É uma opção bem moderna para quem quer contribuir para a diminuição do analfabetismo digital. Vale publicar um artigo, tutorial, dicas, soluções para problemas conhecidos… Cada um ajuda como puder.
Então, se você gostou da idéia, inscreva-se (aqui) ou contribua de alguma forma. Se você prefere fazer sua boa ação colocando a mão na massa, clique aqui e saiba como participar do Dia Global do Voluntariado Jovem.
Naísa Modesto | 22 de Abril de 2008, 15h15 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
O recado é simples: tenha pensamentos próprios (ok, admito, em tradução livre). Mas não foge muito disso: pense com sua cabeça, tenha idéias próprias, etc.
Essa campanha brilhante - na minha leiga opinião - foi feita pela agência CML BBDO para um jornal.
A idéia da seqüência de anúncios é deixar claro que o veículo de comunicação apenas informa os fatos, quem decide quais conclusões deve tirar é o leitor.
Se o jornal é imparcial ou não é outra história, o caso é que a série (veja as outras imagens aqui) deveria nos colocar um pouco para pensar.
Quantas vezes não sabemos somente uma versão de uma história e nos deixamos influenciar por quem a conta? Quantas vezes esquecemos de ir atrás da verdade e acabamos confiando na opinião da maioria das pessoas?
Naísa Modesto | 18 de Março de 2008, 17h34 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Já sentiu vontade de esganar um colega de trabalho teimoso, quis pedir demissão em virtude do jeito controlador do seu chefe ou sentiu-se incompreendido durante uma reunião de negócios?
Antes de deixar o sangue ferver ou sentir-se diminuído, tente entender porque é tão difícil relacionar-se no ambiente de trabalho e procure minimizar o clima de desentendimento no escritório.
O Eneagrama pode ser um grande aliado nesta tarefa. Fruto de um conhecimento milenar, esta metodologia descreve nove tipos comportamentais e pode ensiná-lo a potencializar suas habilidades e controlar aqueles defeitinhos.
Descubra seu número e conheça suas características clicando aqui.
Naísa Modesto | 4 de Março de 2008, 18h01 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Se a vida real era muito boa na arte de separar as pessoas por classe social, a Internet parece estar aprendendo a lição de maneira exemplar.
Depois do Gazzag, Orkut e afins, a nova idéia é criar uma rede de contatos com pessoas selecionadas. Isso mesmo! Capriche no networking, freqüente os lugares certos em boa companhia e tenha R$ 79 disponíveis por mês. Este é só o começo para ser aceito pela comunidade Social Life. Apesar do nome estrangeiro, a rede define-se como uma “comunidade online privada exclusivamente brasileira”.
A página do site já avisa que, assim como acontece em casas noturnas badaladas, não é fácil pertencer à lista de VIPs – os participantes serão convidados, mas somente 10% dos usuários têm o “poder” de fazer os convites.
Quem estiver disposto a fazer parte deste seleto grupo, terá a oportunidade de “interagir mais fortemente com pessoas que pertencem ao mesmo círculo social de um modo completamente exclusivo. Tudo isso com total privacidade”, como informa o Social Life.
Naísa Modesto | 26 de Fevereiro de 2008, 19h10 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Nesta edição do Jornal Estilo & Gestão RH, publicamos uma matéria falando sobre a depressão. A OMS, Organização Mundial da Saúde, estima que atualmente mais de 120 milhões de pessoas sofrem com transtorno no mundo.
Um dos maiores problemas é diferenciar o que é um período de tristeza e o que é depressão e, assim, buscar ajuda profissional para contornar a doença.
Se você quer saber mais sobre como detectar o transtorno e contribuir para a recuperação de uma pessoa depressiva, clique aqui e leia a matéria completa.
Naísa Modesto | 19 de Fevereiro de 2008, 19h04 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Depois de descobrir o site (www.43things.com) que te ajuda a cumprir suas metas para o ano, achei agora outra página que ajuda você a se organizar.
Deixando de lado as agendas de papel, os calendários sobre a mesa do escritório e até mesmos os avisos de compromissos no seu desktop, a ajuda agora vem do seu e-mail. Ou melhor, da Sandy.
A simpática mocinha funciona como uma secretária virtual. Você faz um cadastro gratuitamente e recebe um link para o qual você deve enviar os compromissos que deseja que Sandy lembre para você.
Sua “secretária” pode lembrá-lo do horário do dentista, do aniversário de um colega ou até mesmo da lista de compras do supermercado.
Achou interessante? Clique aqui para conhecer a Sandy.
Naísa Modesto | 12 de Fevereiro de 2008, 14h09 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Não pretendo converter fumantes nem incitar os não-fumantes, mas o caso é que tem certas coisas que nos fazem refletir sobre nossos vícios. Às vezes, uma coisa simples já basta: uma amiga minha, por exemplo, parou de fumar depois de ser passada para trás por uma senhora subindo uma ladeira. Ainda no meio da subida viu a velhinha dobrar a esquina quase sem esforço enquanto ela ainda segurava o cigarro entre os dedos. Largou no dia seguinte.
Acredito que os fumantes conhecem todos os males do cigarro e não agüentam mais serem bombardeados pelas estatísticas. Acho que elas não convencem mais. O que vale é pensar no futuro, em envelhecer de maneira mais tranqüila e encarar o fato: você tem um vício!
As maneiras para tentar largar o cigarro – considerado por muitos o companheiro mais fiel – são inúmeras: patches, filtros, grupos de apoio… Você só precisa decidir se quer começar a batalha. Mas não inicie a jornada antes de ter certeza de que está convencido a parar, caso contrário, a luta será em vão.
Se quiser saber mais sobre o assunto, clique aqui.
Naísa Modesto | 31 de Janeiro de 2008, 15h10 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Acabo de fazer uma matéria para o Jornal Estilo & Gestão RH sobre ansiedade (clique aqui para ler). É engraçado que muitas pessoas assumem com certa facilidade serem ansiosas, mas nem todo mundo parece ter a real dimensão do que é conviver com este mal.
Tonturas, inquietação, angústia… Esses são apenas alguns dos sintomas que perseguem os ansiosos.
Ficou curioso e quer testar seu nível de ansiedade? Então clique aqui.
Naísa Modesto | 22 de Janeiro de 2008, 19h12 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Antes que me atirem pedras (o que já aconteceu antes!), quero deixar claro que o post a seguir não tem um pingo de preconceito – e nem poderia. A minha intenção é deixar apenas claro que o mercado tem mudado tanto nos últimos tempos que sua carreira profissional pode ser influenciada por mais do que formação adequada e boa experiência. Sua aparência, saúde e etiqueta podem prejudicar ou alavancar sua trajetória.
Publicamos no Jornal Carreira & Sucesso uma matéria sobre empresas que contratam grupos para desenvolver planos de emagrecimento para os colaboradores. Achou a idéia absurda?
Talvez esse novo “benefício” oferecido pelos funcionários seja um reflexo dos novos padrões das organizações. De acordo com uma pesquisa feita pela Catho Online, “A Contratação, A Demissão e a Carreira do Profissional Brasileiro – Edição 2007”, 61,68% dos gerentes e supervisores entrevistados têm alguma restrição com relação à contratação de funcionários obesos e os números ainda são maiores entre presidentes e diretores, 68,37%.
Quer saber mais sobre o assunto? Então clique aqui e leia a matéria completa.
Naísa Modesto | 16 de Janeiro de 2008, 18h43 | Nenhum comentário »
por Naísa Modesto
Paul Potts nasceu numa família humilde da Inglaterra e até bem pouco tempo vendia celulares. Apontado por um de seus supervisores como um “vendedor nato”, o inglês sobrevivia à rotina e mantinha guardado um grande talento por falta de confiança e medo de se arriscar.
Foi um reality show que deu a primeira oportunidade para Paul mudar de vida. Durante as apresentações de “Britain’s Got Talent”, ele deixou o medo e a insegurança de lado e soltou a voz. Isso mesmo, o sonho dele era ser cantor. Mas não um cantor qualquer, Paul queria ser cantor de ópera.
Para a surpresa dos três juízes e de uma platéia inteira, o vendedor de celulares roubou a cena e, mais tarde, tornou-se o vencedor da competição.
Aconselho a você a acompanhar a história do Paul e inspirar-se. (Clique aqui para assistir a emocionante apresentação do cantor).
Será que eu preciso deixar (ainda mais) claro qual é a moral da história?
Aceite o desafio! Busque trabalhar com o que realmente te dá satisfação. Lute pelo que você quer e não tenha medo – quem sabe, você também não pode trocar seu emprego de vendedor de celular por uma carreira internacional de cantor?
Para terminar, nada melhor do que saber do próprio Paul como ele se sente: “Isso mudou completamente minha vida. Eu costumava me sentir muito pequeno e insignificante, mas agora eu sou alguém! Eu sou Paul Potts e isso [cantar ópera] é o que faço!”.
Naísa Modesto | 15 de Janeiro de 2008, 16h48 | Nenhum comentário »