por LetÃcia Fagundes
Vamos fazer um rápido teste: o que você pensa imediatamente depois de ler o termo etiqueta empresarial?
Bom, faria uma aposta se pudesse, mas garanto que a maioria, pelo menos por um instante micro que seja, associou ou fez menção a frescura, ou algo desnecessário, fútil.
Normal…eu confesso que nunca tinha me antenado de tamanha importância do tema antes. Até que nesta semana fui a um curso de Etiqueta Corporativa. Aprendi que etiqueta, sobretudo dentro das corporações, é algo fundamental, tanto para minimizar conflitos, quanto para ascender profissionalmente.
Que saber mais? Leia a reportagem publicada na Edição 174 do Jornal Estilo & Gestão RH sobre o assunto. Pense nisto e dê sua opinião!
LetÃcia Fagundes | 4 de Julho de 2008, 17h41 | Nenhum comentário »
por LetÃcia Fagundes
Pode até ser um programa polêmico, mas que nos faz refletir sobre gestão de negócios, isso faz.
Ontem aconteceu a final do Aprendiz 5, o Sócio. Os dois finalistas e concorrentes muito bons e de resultados. Mas de clarÃssimas diferenças de estilo. Enquanto um totalmente humanista e bom de relacionamento, o outro mais firme, rÃgido e sem meias-palavras.
Um conquistou a todos, apesar do jeito mais simples. O outro despertou raivas, apesar de ser excelente argumentador e altamente persuasivo.
Pelo que tenho lido e conversado com grandes personalidades quando o assunto é liderança, o gestor do futuro, o verdadeiro lÃder é aquele que constrói, transforma e pensa nas pessoas. Por isso, torcia mesmo pelo candidato mais habilidoso no trato de gente. Mas tinha certeza de que o candidato mais parecido com aquele que escolheria o vencedor – Roberto Justus – era o outro, igualmente competente. Foi quando um dos “conselheiros†de Justus abordou essa questão. Em uma sociedade você pensa em duas linhas: a da identificação e a da complementaridade.
Pode ser mais fácil optarmos sempre por trabalhar com pessoas parecidas conosco, afinal, assim, não haverá tantos atritos e discussões. Mas como é importante termos colegas, sócios, subordinados, chefes etc que sejam diferentes e que, por isso, nos complementem. Na minha opinião, pode até sair muuuita ‘briga’ (no bom sentido), mas o produto final será infinitamente mais rico.
P.S. - Ah! No final das contas, para quem não viu, o Justus optou pela complementaridade.
LetÃcia Fagundes | 27 de Junho de 2008, 11h54 | 5 Comentários »
por LetÃcia Fagundes
Nesta semana participei de um evento muito bacana voltado para profissionais de RH. Antes de ir, pensei que seria legal, mas confesso que passou pela cabeça a possibilidade de ser bastante cansativo, afinal um dia inteiro de palestras e ainda sobre temas que eu achava que não iriam ser diretamente para mim ou para a minha profissão, afinal sou jornalista.
Ao final das contas, o dia passou e eu nem reparei. Queria mais! Palestrantes maravilhosos com depoimentos fantásticos. Aprendi tanto, não apenas no aspecto profissional, como no pessoal.
Temas como networking, motivação, equilÃbrio, clima organizacional foram trabalhados de modo extremamente interessante.
E uma das lições que ficaram foi o quanto nossas expectativas nos pregam peças. Saà de lá realizada e totalmente surpresa com o que havia vivido. E foi muito bom, contando inclusive que as minhas expectativas não eram lá muito altas.
Por outro lado, quando esperamos demais por algo, criamos tanta expectativa, que quando esse algo se realiza parece que nem foi tão bom assim… E como é ruim esse sentimento.
Não sei como, mas o ideal é que deixemos as coisas acontecerem. Cada qual no seu tempo. Assim, conseguiremos valorizar cada dia e cada evento (profissional, pessoal, familiar, amoroso etc) do modo como realmente merece.
LetÃcia Fagundes | 13 de Junho de 2008, 10h00 | Nenhum comentário »
por LetÃcia Fagundes
Ontem, no caminho para o trabalho, antes de atravessar a pé a Avenida Paulista, cruzei com um grupo grande de crianças que vestiam uma camiseta que dizia algo como: “Conhecendo a Avenida Paulistaâ€.
Imediatamente pensei: “Mas será que esse grupo escolar não tem nada melhor para conhecer?â€
Mas também, imediatamente depois, pensei em como muitas vezes passamos pelos mesmos lugares e mal os conhecemos. Não conseguimos valorizar o que deve ser valorizado. Com a pressa do dia-a-dia, só fazemos reclamar porque o farol está fechado e vamos nos atrasar mais 2 minutos…
Passo todos os dias pelas mesmas ruas e ainda sim tenho a certeza que não as conheço. Não vejo as belezas, histórias e culturas que cada uma reserva. Uma padaria de famÃlia, um banca de mais de 100 anos, um brechó, um prédio onde moraram artistas revolucionários. Por que não tentar descobrir histórias assim?
Por que não aproveitar o farol fechado para apreciar uma construção antiga ou moderna, um casal apaixonado, a diversidade da cosmopolita São Paulo?
Gostaria de perguntar à quelas crianças sobre o que acharam ao final do passeio…
LetÃcia Fagundes | 6 de Junho de 2008, 14h53 | Nenhum comentário »
por LetÃcia Fagundes
Durante toda esta semana parece que o universo conspirou para que eu colocasse na cabeça o quão é fundamental viver cada momento como se fosse o último.
Uma entrevista aqui, uma conversa ali, um texto lido durante a manhã. Quase todos os dias desta semana alguém ou algo me chamou a atenção para essa idéia de que não adianta pensarmos no amanhã e nem no ontem.
Todo mundo sabe disto, inclusive eu. Mas talvez seja difÃcil colocar em prática e pela pressa do dia-a-dia vamos esquecendo.
Por isso que é bom sempre lermos e sermos alertados por essa idéia que é tão simples, mas tão verdadeira.
E, conforme adiantado no post passado, já está no site do Catho NotÃcias a reportagem com Vilfredo Schürmann - uma das pessoas que prega essa filosofia do “viva intensamente o hojeâ€. Para assistir, clique aqui.
E não esqueça de acessar também o Jornal Carreira & Sucesso. A partir de hoje à noite mais sobre os Schürmann. Não perca!
LetÃcia Fagundes | 30 de Maio de 2008, 10h31 | Nenhum comentário »
por LetÃcia Fagundes
Tive a oportunidade de entrevistar essa semana o pai da FamÃlia Schürmann, Vilfredo Schürmann.
Conhecia por alto a história deles. Mas tinha aquela idéia de que eles haviam apostado em uma loucura quando abandonaram tudo em Florianópolis, onde moravam em 1984, para partir para uma viagem ao redor do mundo, a bordo do veleiro Aysso. Nesta primeira aventura, foram simplesmente 10 anos! Ele, a mulher HeloÃsa e os 3 filhos, que tinham na época 15, 10 e 7 anos de idade.
Imaginem que em um espaço restrito de um barco conviveram os 5 por tanto tempo, enfrentando tempestades e instabilidades do mar, do clima e, principalmente, do humor de cada um.
Hoje, mais de 20 anos depois da 1ª aventura e de terem se tornado case de sucesso e visto por milhares de pessoas do mundo inteiro, eles fundaram um grupo de empresas com focos variados, que vão desde produção de filmes e documentários até a promoção de palestras e treinamentos empresariais.
Assistindo a uma dessas palestras, percebi que Vilfredo é um exemplo de liderança para todo e qualquer profissional. E não porque ele estudou o assunto amplamente, mas porque ele viveu na pele o papel de lÃder.
Tomada de decisões rápidas, equilÃbrio, planejamento, saber a importância da equipe, delegar funções, dar feedback. Tudo isso ele adquiriu. E até por isso hoje costuma dizer que: “Uma empresa é como um barco em alto-marâ€.
Você já tinha pensado nesse paralelo?
Ficou instigado a saber mais sobre esse grande lÃder? A entrevista, na Ãntegra, você confere na próxima edição do Jornal Carreira & Sucesso, que será publicada na próxima sexta-feira. Aguarde!
LetÃcia Fagundes | 23 de Maio de 2008, 10h47 | Nenhum comentário »
por LetÃcia Fagundes
De repente entro no estúdio e a equipe está ouvindo uma música tranqüila e fazendo uns exercÃcios de alongamento. Nada muito complexo. O intuito era relaxar e preparar-se para mais um dia de labuta.
Entrei na idéia e participei da “ginástica laboral†improvisada. E, olha, foi bom, viu? Senti-me melhor durante todo o dia. Percebi diferença, sobretudo, na voz e na respiração. Sem contar o fato de que o momento descontraÃdo também se refletiu pelo resto da manhã e da tarde.
A idéia nasceu da cabeça da Bruna Martinho, que simplesmente chegou naquele dia e resolveu incentivar os colegas a separarem 10 minutinhos para aquele relaxamento. Não precisou de muita coisa. Apenas conversa e um computador que tocasse um som inspirador.
E o que pode parecer uma bobagem ou não significar nada mudou a jornada de trabalho de alguns, como a minha, e agora se repete todos os dias.
Pensei em como podemos transformar nossas rotinas, seja dentro do ambiente de trabalho, seja em qualquer lugar, com pequenas iniciativas e atitudes.
Fica a reflexão.
LetÃcia Fagundes | 16 de Maio de 2008, 15h00 | 2 Comentários »
por LetÃcia Fagundes
Ando assustada com o freqüente deslize e, à s vezes, grosseiro tropeção das pessoas em relação à lÃngua portuguesa. O pior é que tenho notado que o “assassinato†não ocorre apenas entre pessoas sem estudo ou que tiveram educação ruim. Muito pelo contrário….
Encontro por aà advogados, engenheiros e, pasmem, até professores falando errado. Profissionais que enchem a boca para falar que tem pós disso, MBA daquilo, 32 especializações, falam inglês, francês e espanhol. “Só†esquecem mesmo do português.
Procuro onde estaria o problema. E, claro, encontro muitas respostas vagas, mas todas recaem no problema da fraca educação básica e superior.
Portanto, cuidado ao escolherem suas instituições de ensino! Pipocam faculdades medÃocres e mais recentemente cursos de especialização, pós, mestrados, MBA etc que, sinto muito, não têm a menor credibilidade.
Não adianta ser formado e pós-graduado, se você continuar falando mal, escrevendo mal, e não tiver bagagem cultural e maturidade.
Repito, fiquemos alertas quanto à qualidade dos cursos que escolhemos, quanto à eficiência de nosso aprendizado. É muito bom e fundamental que sempre estudemos, desde que seja para nosso real crescimento e não para algo que nos iluda.
Na última edição do Jornal Carreira & Sucesso, NaÃsa Modesto fez uma reportagem muito interessante sobre cursos de especialização. Clique aqui para ler!
O primeiro passo para acertar é esse: informação. Vamos saber o que é o que. E em qual perfil nos encaixamos mais. Melhor do que simplesmente sair se matriculando em qualquer curso, só para ter no currÃculo.
LetÃcia Fagundes | 9 de Maio de 2008, 17h12 | Nenhum comentário »
por LetÃcia Fagundes
Ouvi dizer qualquer dia desses que “se existe demônio, ele certamente está dentro do computador.†Lembrei-me da frase nesta semana, quando, após fazer uma entrevista por telefone, fui checar a gravação. O arquivo estava lá, tudo certo. Mas, de repente, esbarrei no mouse e pisquei. Quando olhei de novo a tela do computador, ele já não estava mais lá…Juro!
Procurei, com a super ajuda de Viviane Macedo e NaÃsa Modesto, por todos os lugares. Lixeira, pastas. Tentamos dar Ctrl V, para ver se eu tinha clicado Ctrl C sem querer, tentamos desfazer. Nadaaaaa. Chamamos o suporte. Nadaaaa. Simplesmente sumiu. Inexplicável. E, conclusão: tive de fazer a entrevista de novo.
Quando me desculpei pela falha, disse: “As mesmas tecnologias que tanto nos ajudam, às vezes nos atrapalham.†E tive a certeza de que aquilo não ia estragar meu dia, como, de fato, não atrapalhou.
E é assim mesmo. As novas tecnologias estão aà para nos ajudar, nos auxiliar e fazem isso muito bem. Não é porque temos um probleminha aqui ou ali, uma dificuldade aqui ou ali, que temos de pensar em regredir e querer jogar o computador pela janela!
Já pararam para pensar em quanto a internet nos ajuda? Em quanto o computador facilita e agiliza nossos trabalhos?
Aliado a esse pensamento, chega até mim a notÃcia (por meio de post de NaÃsa Modesto) de que de hoje (25/04) a domingo (27/04) é Dia Global do Voluntariado Jovem e que, a partir desta idéia, nasceu o Movimento Blog Voluntário – “uma ação cujo objetivo é dar uma mexida na internet e fazer o Dia Global do Voluntariado Jovem acontecer também no mundo onlineâ€.
Então pensei: “de que forma posso ajudar, se eu mesma tenho tantas dúvidas neste mundo digital e virtual?â€. Então, além de divulgar a campanha – saibam mais sobre a campanha clicando aqui - vou compartilhar com vocês dois “endereços†que tenho acessado muito e já estão na minha lista de Favoritos.
O primeiro é o do Guia dos Curiosos - http://www.guiadoscuriosos.ig.com.br/ - que tem várias informações interessantes, úteis ou inúteis – mas muuuito boas. Além de ter todos os links de outros sites bacanas, como o TV Curioso e o blog do curioso– muito bom também - http://curioso.blig.ig.com.br/
E o outro é o E-Bistrô, um blog literalmente delicioso sobre a boa gastronomia da cidade de São Paulo. Mas, cuidado ao acessa-lo. Você vai querer sair correndo daÃ, de onde você está, para conhecer e saborear as delÃcias descritas nele. Mas, vale a pena: http://e-bistro.blogspot.com/
E você? Tem alguma informação bacana, um site, um blog, um artigo, ou qualquer coisa do gênero, para compartilhar?
LetÃcia Fagundes | 25 de Abril de 2008, 08h00 | 1 Comentário »
por LetÃcia Fagundes
Hoje, 18 de abril, é Dia do Autor, Dia Nacional do Livro Infantil, Dia Estadual de Monteiro Lobato. Não resisti e vou ter de falar sobre o assunto.
Reclamamos que as pessoas não têm educação, que não são civilizadas, que não têm cultura. Muitos atribuem a culpa à desigualdade social. As diferenças que vivemos hoje no Brasil são realmente revoltantes mesmo.
Mas, às vezes, ricos ou pobres, dispensamos um direito e um poder que realmente é de todos e está à mão de todos. O direito de ler.
Livros podem ser comprados – ok, sei que atualmente a maioria é muito cara -, porém também podem e devem ser trocados, emprestados. Existem bibliotecas públicas, existem programas que promovem a troca de livros, como aconteceu recentemente em alguns parques da cidade de São Paulo. Bastava chegar ao local com algum livro (ou com uma sacola deles) e fazer essa espécie de “escambo literárioâ€.
Ou seja, todo mundo tem acesso. Ok, também sei que o Brasil infelizmente vive uma realidade dura onde milhares de pessoas ainda são analfabetas e outras tantas são as consideradas analfabetas funcionais.
Mas, o que digo aqui é que a maioria que pode, negligencia esse imenso poder. Ler um livro é viajar estando na cama, no sofá, deitado na rede ou debaixo de um guarda-sol na praia. Ler um livro é conhecer outras culturas mesmo sob o refúgio da sua própria. Ler um livro é soltar a imaginação, criar personagens na mente e vê-los quase andando pela sua casa.
Se reclamamos que as crianças não gostam de ler, por que não sentamos ao lado delas e lemos histórias? Por que não damos de presente livros infantis no lugar de tantos brinquedos tecnológicos que eles têm aos montes? É praticamente impossÃvel uma criança crescer ouvindo histórias e não gostar mais depois. É como qualquer vÃcio, mas neste caso um vÃcio que só faz bem.
Como é possÃvel uma criança não saber quem foi Monteiro Lobato? Pode ser saudosismo, mas histórias do SÃtio do Pica-Pau Amarelo continuarão para sempre atuais.
Como é possÃvel uma criança dizer: “não gosto de ler!â€. Já tentou? Se não gostamos daquela história, basta encontrar aquela da qual gostamos. Ou não se gosta de vida? Não se gosta de criatividade? Não se gosta de ouvir? Não se gosta de viajar?
Lendo e incentivando os pequenos a lerem teremos muito mais percepção, educação e cultura do que imaginamos.
Então, nesta data tão especial para os livros, comece a ler um novo, termine aquele abandonado na estante, dê um livro de presente. Ao menos, experimente! Tenho certeza de que muitas vezes é bem melhor do que ouvir incessantemente as mesmas notÃcias na TV.
LetÃcia Fagundes | 18 de Abril de 2008, 11h18 | 6 Comentários »
por LetÃcia Fagundes
Um grande amigo está profundamente envolvido em um novo projeto. Não é qualquer projeto, não. Ele garante que é ‘O’ projeto da vida dele, que alia sonho pessoal e profissional. É realmente uma grande idéia e está realmente bem próxima de se tornar real, se materializar.
Mas, é engraçado….Justamente quando está bem pertinho, faltando tão pouquinho, quando tanto já foi conquistado, parece que outras tantas coisas vão por água abaixo e tendem a desmotivar, a trazer aquela insegurança. E ele e toda a equipe que o ajudou dão aquela murchadinha.
Estive pensando muito nisto.
Ele tem tudo. Pensou em tudo. Uniu-se a amigos da área de criação e conteúdo, formalizou a idéia, colocou no papel. Largou o emprego! Dedica-se full time agora. Verificou os custos de tudo e foi em busca de patrocÃnios.
AÃ, começa o mais difÃcil nesta tal arte de inovar. Foi na empresa 1, na 2, na 3, na 4. E nada. Pensou que ia ser fácil, né? Não sei não, mas no mundo dos negócios, do empreendedorismo, não adianta pensar como o cineasta Glauber Rocha e achar que basta “uma câmera na mão e uma idéia na cabeça.â€
Ele conseguiu alguns patrocÃnios. Mas ainda falta muuuuito. E, em função da idéia do projeto, o prazo é curto. Ele tem de estar com tudo pronto até o meio de maio. “E agora, José?”, como dizia Carlos Drummond de Andrade.
Desistir? Você até pode fazer isso. Mas tem certeza? Depois de ter chegado até aqui, de ter conseguido tanto, vai abandonar “O†projeto da sua vida porque teve gente que não acreditou em você? Ninguém disse que seria simples. Pois está na hora de você acreditar de verdade no seu sonho. E isso significa que é hora de, se necessário, investir. E, investir, claro, significa arriscar.
Guy Laliberté, fundador do Cirque du Soleil, na década de 80, investiu o que não tinha para fazer as primeiras apresentações do seu novo circo. Justamente em uma época de decadência para as artes circenses. Loucura? Com certeza. Mas, hoje, a companhia é mais do que sucesso, é exemplo. Um dos segredos? “Arriscar sempreâ€, segundo Marco D’Amico, vice-presidente sênior de marketing do Cirque. (clique aqui para ler reportagem do Jornal Carreira & Sucesso sobre o tema e aqui para assistir à reportagem no Catho NotÃcias)
Outro case de “loucura empreendedora de sucesso†(rs) é o da paulistana Gica Mesiara. Ela largou 11 anos de carreira no mercado financeiro, investiu todo o dinheiro que tinha, vendeu carro e outros bens. Tudo para colocar em prática a idéia dos jardins verticais. Ela garante que não foi fácil, que muita gente a chamava de maluca, que quase desistiu. Mas acreditando nela mesma e arriscando sempre, foi em frente e hoje é a única no mundo que vende seus quadros vivos para Europa, Estados Unidos e América Latina. “Eu via o produto pronto, então eu sabia que ele podia se materializar, porque tudo que existe um dia existiu na cabeça de alguém. Eu sempre falo que só os persistentes trazem para a realidade aquilo que têm em mente. Um dia alguém sonhou com a luz elétrica, um dia alguém sonhou que podia falar com o parente que estava longe. Eu me inspirava muito nessas pessoa.â€, afirma ela. (assista à reportagem)
Ou seja, se você tem algo em mente e quer de verdade realizá-lo, acredite. E acredite não apenas na idéia. Veja o seu projeto como negócio. E, para isso, cerque-se de todas as informações possÃveis, pesquise sobre o mercado, consulte especialistas no assunto, procure consultores, faça parcerias. Pague por tudo isso e veja como investimento e não como gasto. Mas, acima de tudo: ARRISQUE! Nem que para isso seja necessário investir o que tem e o que não tem. Tenha certeza de que vale muito a pena!
LetÃcia Fagundes | 8 de Abril de 2008, 15h16 | 1 Comentário »
por LetÃcia Fagundes
Sexta-feira passada, fiquei com uma raiva tremenda. Perdi a voz. Não foi gripe, não foi por tomar gelado. Aparentemente não teve motivo.
Mas o fato é que praticamente não conseguia trabalhar. Claro…como uma repórter vai ficar sem voz? Tinha de fazer entrevistas por telefone, gravar reportagens para o Catho NotÃcias - em vÃdeo -, enfim, falar, falar e falar. Na verdade, mais do que falar. Precisava comunicar. E comunicar é se fazer compreendido, passar uma mensagem com clareza, sem ruÃdos. E isto era realmente impossÃvel naquele dia.
Ligava para os entrevistados e não havia um que não pedisse para eu falar mais alto ou que respondesse a uma questão a qual eu não tinha feito. Lógico! Na verdade, ele tinha entendido errado a pergunta. Falha na comunicação.
Comecei a ficar tão chateada que quase não podia terminar meus trabalhos. E, justamente naquele dia, tÃnhamos o fechamento da edição do Jornal Estilo & Gestão RH. Ou seja, não tinha jeito, não havia como fugir da raia.
Sorte que, pelo menos, era sexta-feira e no final de semana pude descansar e ficar o mais quieta possÃvel. (E olha que eu gosto bastante de falar…)
Depois da péssima experiência, fiquei pensando em como nós, profissionais, não damos bola para aparentes detalhes. Ignoramos os sinais que nosso corpo aponta. Mas, no final das contas, são esses “detalhes†que fazem a diferença.
Profissionais da voz, como jornalistas, professores, cantores, locutores, palestrantes etc., não podem se descuidar de uma de suas principais ferramentas para trabalhar: a voz. Enquanto não acontece nada, está tudo bem. Mas na hora que ela falta, vemos o quão necessária é. Podemos perder oportunidades, chances de mostrar nosso trabalho, de realizar algo produtivo.
E assim é com todos os profissionais em geral. Às vezes negligenciamos o que é altamente precioso, o que já estamos acostumados a ter. E só notamos a verdadeira importância de tal coisa depois que estamos sem ela, ou sem 100% dela. Não posso deixar de citar aqui o último post da Viviane: “Quando o cérebro, simplesmente, pára…â€. Tem muito a ver com o tema.
Vamos ficar atentos a isso se quisermos ser pessoas e profissionais melhores. Ou senão, seremos obrigados a parar.
Algo parecido já aconteceu com você? Comente!
LetÃcia Fagundes | 1 de Abril de 2008, 12h22 | 1 Comentário »
por LetÃcia Fagundes
Uma carreira internacional é algo tentador aos olhos de qualquer profissional. Mas, morar longe do refúgio de seu paÃs de origem e fazer negócios com povos que têm outros costumes e hábitos não é tão simples quanto pode parecer.
A experiência vai exigir muito mais do que a fluência do idioma ou o domÃnio da função a qual irá exercer. Afinal, a convivência direta e constante com outra cultura causa muitas vezes problemas de relacionamento, dificuldades de comunicação, gafes inesperadas. É o famoso choque cultural, que ainda é, muitas vezes, subestimado por nós e pelas empresas que recrutam seus funcionários para trabalhar no exterior.
Por exemplo: falar palavrões em Angola é quase um sacrilégio; dar a mão, abraçar, beijar, enfim, tocar um oriental pode pegar extremamente mal; ficar esperando ajuda dos alemães, sem esclarecer quais dúvidas você tem, será uma eterna agonia, pois eles só se manifestam quando realmente são solicitados.
E tudo isso pode soar estranho para nós brasileiros, sabidamente hospitaleiros, expansivos, solÃcitos. Assim como nosso jeito soará estranho para eles. Mas tudo é uma questão cultural. Porém, é algo que não pode ser negligenciado, uma vez que um pequeno tropeço pode significar a perda de uma parceria, o cancelamento de um contrato, ou até mesmo a volta antecipada para o Brasil. E aquela que seria sua grande chance de ascender, se transforma numa verdadeira âncora de carreira.
Por isso, se você está de malas prontas para um outro paÃs – mesmo que seja a passeio – não custa nada se prevenir, né? Pesquise bastante na internet, leia livros e guias sobre o local, procure alguém que já esteve no lugar para onde irá. Conhecimento nunca é demais!
Dica para as empresas: já existem consultorias especializadas no assunto que, por meio de treinamentos, ajudam muito a adaptação do profissional em terra estrangeira.
Quer saber mais sobre o assunto? O Jornal Carreira & Sucesso traz uma reportagem intitulada “Evitando Gafes ao Redor do Mundoâ€. Acessem!
LetÃcia Fagundes | 25 de Março de 2008, 14h59 | Nenhum comentário »