Welber Vasques: trabalhe com o que gosta

Muitas vezes, a realização profissional é vista como uma utopia. Grande parte das pessoas veem suas vidas profissionais somente como uma forma de sustento financeiro – não pela falta de desejo em trabalhar com o que gostam, mas pelas necessidades que a vida adulta traz, que exigem medidas eficazes e tiram o espaço do prazer nas tarefas.

Às vezes, conhecer um exemplo de sucesso pode ser significativo para inspirar, espelhar e encorajar novas decisões, por isso, compartilhar histórias de realizações profissionais é importante.

Como o caso do Welber Vasques, que tentou por quase dois anos ingressar na área de Indústria Farmacêutica, após atuar por toda a carreira em uma área diferente. O Welber contou com as ferramentas do site da Catho para buscar vagas e obter consultoria e direcionamento profissional, além da determinação e foco para alcançar o emprego dos seus sonhos.

Confira uma entrevista que fizemos com ele e saiba como a experiência deste momento de transição e encoraje-se para fazer o que ama também.

O que o seu trabalho significa para você?

Welber Vasques: Meu trabalho significa a realização por méritos de persistência. Acredito muito na competência individual de cada indivíduo, o trabalho, seja qual for, é o seu prêmio por algo que buscou. Acredito que o trabalho deva estar sempre em primeiro lugar, afinal, é preciso se envolver e se engajar para que os resultados surjam de acordo com seus planejamentos.

Por que você decidiu mudar de vida profissional?

WV: Acredito que, para você trabalhar bem, é preciso estar bem em seu ambiente de trabalho. Quando não acontece assim é sinal de que algo precisa mudar ou, ao menos, ser revisto. Coloquei na balança tudo o que eu tinha no momento junto com perspectivas futuras e decidi que mudar de ramo profissional seria o mais correto, embora fosse desafiador. Como sou movido a desafios, tenho foco e ambição, parti para mais uma empreitada na carreira.

Como fez essa mudança?

WV: De maneira paulatina, havia tentado ingressar no novo ramo sem cursos ou especializações e não obtive sucesso. Então, verifiquei a necessidade de me capacitar, criar relacionamentos e networking para ampliar as chances de sucesso. Este novo ramo, por ser bastante restrito e fechado, precisaria me destacar bem para ganhar a chance e, após dois cursos diferentes, fui em busca do tão sonhado ingresso na Indústria Farmacêutica.

Quais as maiores dificuldades que enfrentou ao fazer essa mudança?

WV: Tudo o que é novo causa receio. Não sei se seriam dificuldades, mas, talvez, a adaptação é algo que tem gerado um empenho fora do normal: muita coisa nova, estratégias comerciais novas e o curto espaço de tempo para esta adaptação é o que chama atenção. Me destaquei como aquele profissional que faz a diferença, na minha atual empresa especificamente, onde o processo seletivo é  bastante rigoroso. Quem entra lá já espera grandes desafios pela frente.

Qual conselho você daria para alguém que deseja mudar de carreira?

WV: “Se jogue.” Acho que falaria isso para alguém, mas claro que, junto com a expressão, viria o conselho para analisar tudo que o envolve, colocar todos os pontos na balança e verificar cada detalhe. Dinheiro não é tudo, estar satisfeito é muito mais importante que qualquer benefício financeiro. Através da satisfação é possível obter resultados positivos, ganhar reconhecimento e subir na vida.

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