Ir para a Catho Online » Incluir currículo » Busca de vagas » Incluir vaga » Buscar currículos

Como anda a sua confiança?

por Fernão Silveira

A confiança foi o tema principal da palestra que o consultor americano Stephen M.R. Covey fez na semana passada (dia 25/6), em São Paulo, no evento World Management 2008 (para saber mais, clique aqui e confira a cobertura do Jornal Carreira & Sucesso).

Covey, autor do livro “The Speed of Trustâ€, traduzido para o português como “O Poder da Confiança†(Editora Campus), defende que ela é sinônimo de lucro. Ele argumenta que todos os dispositivos de segurança e burocracia criados pelas empresas por causa da falta de confiança só geram perda de tempo e custos, muitos custos.

O especialista norte-americano dá dois exemplos que ajudam a ilustrar essa “Speed of Trust†que ele tanto defende. Vale a pena prestar atenção:

1 – O trilionário investidor americano Warren Buffet fechou, há pouco tempo, um negócio de muitas centenas de milhões de dólares com o Wal-Mart (a maior rede varejista do mundo) em apenas duas conversas, sendo a definitiva uma reunião que durou não mais que 4h.

Todo o negócio, segundo Covey, foi fechado “no fio do bigodeâ€, sem todos os caros e demorados procedimentos de auditoria e legalização que geralmente marcam as aquisições de empresas – processo chamado de “due diligenceâ€.

De acordo com Covey, o negócio foi muito rápido e consideravelmente mais vantajoso para as duas partes graças à confiança mútua, pois Buffet sabia exatamente o que iria encontrar na empresa adquirida e o Wal-Mart sabia que o investidor cumpriria à risca tudo o que fora combinado. “Quando a confiança aumenta, os custos e o tempo do processo diminuemâ€, argumenta.

2 – Um vendedor de rosquinhas (“donutsâ€) e cafés de Nova York, dono de uma barraca muito concorrida no distrito financeiro de Manhattan, dobrou seus lucros e melhorou suas vendas graças, unicamente, à…confiança.

A história que Covey conta é a seguinte: esse pequeno comerciante, que trabalha sozinho, tinha uma clientela razoável e ganhava fama pela qualidade de seus produtos. A procura começou a aumentar, mas esse mercador (“one-man showâ€, segundo o palestrante) estava tendo problemas com a última fase de seu processo de atendimento: a cobrança e devolução de troco aos clientes (estágio que sucede a retirada do pedido e a entrega dos quitutes solicitados). O vendedor, preocupado, percebia que inúmeros clientes - potenciais e antigos - estavam indo embora porque não queriam esperar nas longas filas que começavam a se formar diante de sua barraquinha. Tudo por causa do troco…

O que fazer, então? Confiar, segundo Covey!

O palestrante contou que o vendedor de donuts decidiu colocar em sua barraca uma bacia com moedas e notas de baixo valor, permitindo ao próprio cliente o pagamento da conta e o recolhimento do troco devido.

O resultado?

Segundo Covey, só coisas boas: ele passou a atender mais pessoas e deu fim às filas, aumentando, naturalmente, seu faturamento. Além disso, o vendedor percebeu que em vez de ter problemas com erros (ou má-fé) de clientes na hora do pagamento e retirada do troco, as gorjetas passaram a ser ainda maiores. “Foi a forma que os compradores encontraram de recompensar a confiança que o vendedor depositou neles. Confiança atrai confiança. As pessoas querem que se confie nelasâ€, argumenta Covey.

O tema da confiança parece estar ganhando espaço no universo corporativo. Voltaremos a falar sobre esse tema aqui no Catho Blog.

E você? Como anda a sua confiança?

| 30 de Junho de 2008, 11h43 | 1 Comentário »

Identificação ou complementaridade

por Letícia Fagundes

Pode até ser um programa polêmico, mas que nos faz refletir sobre gestão de negócios, isso faz.

Ontem aconteceu a final do Aprendiz 5, o Sócio. Os dois finalistas e concorrentes muito bons e de resultados. Mas de claríssimas diferenças de estilo. Enquanto um totalmente humanista e bom de relacionamento, o outro mais firme, rígido e sem meias-palavras.

Um conquistou a todos, apesar do jeito mais simples. O outro despertou raivas, apesar de ser excelente argumentador e altamente persuasivo.

Pelo que tenho lido e conversado com grandes personalidades quando o assunto é liderança, o gestor do futuro, o verdadeiro líder é aquele que constrói, transforma e pensa nas pessoas. Por isso, torcia mesmo pelo candidato mais habilidoso no trato de gente. Mas tinha certeza de que o candidato mais parecido com aquele que escolheria o vencedor – Roberto Justus – era o outro, igualmente competente. Foi quando um dos “conselheiros†de Justus abordou essa questão. Em uma sociedade você pensa em duas linhas: a da identificação e a da complementaridade.

Pode ser mais fácil optarmos sempre por trabalhar com pessoas parecidas conosco, afinal, assim, não haverá tantos atritos e discussões. Mas como é importante termos colegas, sócios, subordinados, chefes etc que sejam diferentes e que, por isso, nos complementem. Na minha opinião, pode até sair muuuita ‘briga’ (no bom sentido), mas o produto final será infinitamente mais rico.

P.S. - Ah! No final das contas, para quem não viu, o Justus optou pela complementaridade.

Letícia Fagundes | 27 de Junho de 2008, 11h54 | 6 Comentários »

Relaxando no escritório…

por Bruna Martinho

Você já ouviu falar em sala de descompressão? São salas que algumas empresas criaram para relaxar o funcionário do estresse do dia-a-dia e que proporcionam bem-estar, influenciando até mesmo na produtividade de todos. O Catho Notícias foi atrás dessas salas! Confira na matéria abaixo!


Bruna Martinho | 26 de Junho de 2008, 17h51 | Nenhum comentário »

Pense antes de mudar…

por Viviane Macedo

Reclamar é uma característica do ser humano. Somos eternos insatisfeitos. Reclamos do trabalho, das pessoas, das atitudes delas, enfim temos uma grande tendência a acreditar que tudo é melhor e mais legal naquela empresa que não é a nossa. Que lá as pessoas são valorizadas, que o salário é melhor, que os funcionário são mais companheiros e o clima é fantástico…

Triste engano… O mundo fora da sua empresa não é muito diferente daquele que você já conhece.

O clima, como a maioria das outras coisas que costuma motivar funcionários a continuar numa empresa, são criados pelo próprio profissional. Terceirizar a culpa para a companhia é absolutamente corriqueiro, mas ao mesmo tempo, errado.

O que eu quero dizer com tudo isso?

Quero dizer que antes de você decidir ou cogitar mudar de emprego por motivos semelhantes a esses acima, pense na responsabilidade que você mesmo exerce sobre isso. Em grande parte dos casos, o erro não está nas pessoas e nem na empresa, mas sim em nós mesmos e na maneira com que encaramos as situações.

Não sou contra a mudança e novos desafios, o que acho e já vi é que muitos perdem boas oportunidades e deixam escapar tantas outras por ter um olhar muito focado nos erros e não enxergar a própria participação neles.

Busque sempre o melhor para a sua vida e carreira, mas não deixe de parar e pensar: Você está fazendo o melhor? Dando o seu melhor?

Não espere que o mercado lhe ofereça mais do que você dá a ele!

Viviane Macedo | 25 de Junho de 2008, 17h45 | 5 Comentários »

LER e DORT: dá para evitar

por Naísa Modesto

Se você faz parte do grupo de pessoas que acredita que LER e DORT só aparecem na vida daquelas pessoas que trabalham com digitação ou em linha de montagem, é melhor tomar cuidado! Pessoas que trabalham em escritórios também correm (e muito) o risco de serem afetadas por essas lesões.

Na última edição do Jornal Estilo & Gestão RH publicamos uma matéria sobre o assunto. Clique aqui para conferir e assista ao vídeo abaixo para conhecer exercícios preventivos.


Proteja-se!

| 24 de Junho de 2008, 15h04 | 1 Comentário »

Um craque ou um bom time?

por Fernão Silveira

Tudo bem que já faz alguns dias, mas acho que muitos de nós ainda estamos com o jogo Brasil 0 x 0 Argentina (realizado na última quarta-feira, dia 18/6, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010) na cabeça. Pois eu queria fazer alguns comentários a respeito…

Fique sossegado, caro(a) leitor(a), que eu não vou comentar o jogo em si. E nem vou falar de futebol, em si – também não vou engrossar o coro de cornetas que pede a cabeça do técnico Dunga (nem vou opinar sobre isso, embora tenha uma opinião muito clara…).

Chamou-me a atenção um lance específico daquele duelo: a jogada em que o atacante Robinho, num lampejo de genialidade, escapou pelas costas da defesa argentina, driblou um atabalhoado goleiro (mais uma saída estúpida de Abbondanzieri, por sinal!) e não transformou esta excelente oportunidade em gol porque foi individualista demais (fominha!, como diriam os boleiros).

Naquele momento, Robinho tinha três opções: 1 (a mais fácil e eficiente) – cair no chão quando teve a camisa ostensivamente puxada pelo “Pato†Abbondanzieri dentro da área e simplesmente sofrer pênalti; 2 (não tão fácil, mas provavelmente eficiente) – tentar dar o passe para que um colega melhor posicionado (o atacante Adriano, no caso) fizesse o gol; 3 (certamente a pior opção, justamente a escolhida por ele) – seguir sozinho com uma jogada extremamente complicada para tentar fazer um “gol de placa†e virar herói do Brasil x Argentina.

Tudo bem que uma partida de futebol é muito dinâmica e as decisões são tomadas em frações de segundos pelos atletas - na maioria das vezes, sem muito raciocínio e com muito instinto (quem não se lembra da reveladora confissão do atacante Mirandinha, ex-Corinthians: “Não consigo correr e pensar ao mesmo tempo!â€). Tudo bem que Robinho tem, sim, habilidade para driblar um time inteiro e fazer um golaço… Mas acho que o caso daquele Brasil x Argentina exemplifica bem um dilema que não raro nos surpreende no universo corporativo.

Robinho, claramente, decidiu pelo individual. É evidente que ele sentiu que o goleiro argentino, ao ser driblado, havia puxado a sua camisa dentro da área (o que resultaria em pênalti – talvez a ser cobrado por outro jogador). Também aposto que ele viu Adriano em melhor posição dentro da pequena área, à espera de um passe. Mas, ainda assim, optou pelo mais difícil, que resultaria num gol inesquecível. Pena que não aconteceu.

O fato é que todo o esforço de Robinho naquela jogada de nada adiantou. O lance seguiu, o árbitro (acertadamente) não deu pênalti e Robinho acabou desarmado, enquanto Adriano esbravejava, pronto para fazer o gol. E o jogo acabou em 0 a 0.

Como dizem os portugueses, o lance de Robinho é aquele que separa a besta do bestial. Como deu errado, ficamos na primeira opção. Se desse certo, estaríamos até hoje comemorando a jogada bestial do atacante brasileiro. Pressionado, em fração de segundos, Robinho tomou a sua decisão – manteve a fé em seu taco e optou por tentar resolver tudo sozinho. Mas acabou privando o Brasil, a sua equipe, de uma boa possibilidade de vitória.

Pense bem: isso certamente já aconteceu no seu ambiente de trabalho…

Acho que a lição final – pelo menos isso ficou muito forte para mim – é sobre as implicações do trabalho de um fora-de-série em detrimento do restante da equipe. Se Robinho decidisse, o mérito seria todo dele. Como ele falhou, todos foram pichados. Será que isso é justo? Talvez não, mas esse é um dos ossos do ofício de trabalhar em grupo.

Se pudermos aplicar esse ensinamento para a vida, daria o seguinte conselho: quando estiver com uma excelente oportunidade nas mãos (ou aos seus pés) e souber que não dará conta sozinho, peça ajuda, “passe a bola” ao companheiro melhor posicionado. Assim, provavelmente a equipe inteira sairá vencedora.

E Robinho, por favor, caia no próximo pênalti que sofrer contra a Argentina…

| 23 de Junho de 2008, 14h58 | Nenhum comentário »

Época de estágios e trainees!

por Bruna Martinho

Nos meses de junho e julho começam a pipocar os programas de trainees e estágios na maioria das empresas. Fique atento! A oportunidade está aí! Para quem busca o seu tão sonhado estágio ou para quem pretende ser trainee, a hora é essa!
O Universia Brasil mapeou algumas dessas oportunidades e disponibilizou em seu site tudo o que você precisa saber sobre os processos. Clique aqui para conferir!


Bruna Martinho | 19 de Junho de 2008, 10h07 | Nenhum comentário »

Os defeitos dos profissionais

por Fernão Silveira

Responda rápido: quando lhe perguntam (pense numa entrevista de emprego…) quais são os seus maiores defeitos, o que você responde? Ah, e você é sincero? (Não me venha com respostas como: “Sou perfeccionista!†ou “Trabalho demais! )

Pois é, nunca é fácil falarmos sobre os nossos próprios defeitos e fraquezas. A mais recente edição do Jornal Carreira & Sucesso traz uma interessante entrevista com o consultor, educador e colunista (das revistas Você S/A e Viver Bem) Eugenio Mussak, que destaca o “lado humano†como a parte mais deficiente dos profissionais. Veja só:

Há uma pesquisa que dá conta de que 80% das pessoas que são demitidas da organização por “culpa própria”, e não por “culpa da organização”, perdem o emprego por deficiências humanas, e não técnicas. Dificuldade de comunicação, de aceitar cobranças, de exercer liderança… Concordo plenamente com isso. Acho que o lado humano ainda é o calcanhar de Aquiles dos profissionais. A parte técnica é mais simples e o lado humano implica em desenvolvermos algumas qualidades de comportamento, caráter adequado aos valores da organização e da sociedade.

Confesso que jamais havia parado para pensar nisso, pelo menos não com esse ponto de vista. A parte técnica é, sim, mais fácil de atender. O mais complicado é encontrar profissionais que conciliem a parte técnica do trabalho com aspectos “simples†de gestão, liderança e convivência humana (sim: educação, flexibilidade, cortesia, respeito pelo espaço alheio, ética…), que não se aprendem nas escolas. É por isso que as empresas estão cada vez mais sedentas por colaboradores multidisciplinares, com visão estratégica de negócio e forte apelo humano (algo fácil de achar, né?).

Isso me lembra uma reflexão que ouvi, há alguns meses, de John C. Maxwell, conhecido como o maior treinador de líderes do mundo e uma das maiores autoridades sobre liderança da atualidade. O especialista americano observa que há duas décadas, mais ou menos, a “literatura de negócios†era majoritariamente focada em aspectos técnicos e ferramentais: marketing, administração, finanças, vendas, planos de negócios. Hoje, porém, os livros são muito mais voltados aos aspectos humanos e comportamentais: liderança, trabalho em grupo, inteligência emocional, comunicação interpessoal, relacionamentos com colegas e superiores.

Mas por quê?

Em minha opinião, justamente porque chegamos a uma época em que o nível técnico dos profissionais é muito parelho – há cada vez mais escolas, em cada vez mais lugares, ensinando as mesmas coisas a milhares de jovens inteligentes, talentosos e cheios de energia. Assim, cada vez mais, o diferencial está no aspecto humano, na inteligência emocional e organizacional. E isso é dificílimo de “padronizarâ€, por mais livros e cursos sobre o tema que possam existir no mercado.

O que você acha disso? Deixe aqui o seu comentário!!

| 16 de Junho de 2008, 15h49 | 13 Comentários »

Expectativas – sempre nos enganando

por Letícia Fagundes

Nesta semana participei de um evento muito bacana voltado para profissionais de RH. Antes de ir, pensei que seria legal, mas confesso que passou pela cabeça a possibilidade de ser bastante cansativo, afinal um dia inteiro de palestras e ainda sobre temas que eu achava que não iriam ser diretamente para mim ou para a minha profissão, afinal sou jornalista.

Ao final das contas, o dia passou e eu nem reparei. Queria mais! Palestrantes maravilhosos com depoimentos fantásticos. Aprendi tanto, não apenas no aspecto profissional, como no pessoal.

Temas como networking, motivação, equilíbrio, clima organizacional foram trabalhados de modo extremamente interessante.

E uma das lições que ficaram foi o quanto nossas expectativas nos pregam peças. Saí de lá realizada e totalmente surpresa com o que havia vivido. E foi muito bom, contando inclusive que as minhas expectativas não eram lá muito altas.

Por outro lado, quando esperamos demais por algo, criamos tanta expectativa, que quando esse algo se realiza parece que nem foi tão bom assim… E como é ruim esse sentimento.

Não sei como, mas o ideal é que deixemos as coisas acontecerem. Cada qual no seu tempo. Assim, conseguiremos valorizar cada dia e cada evento (profissional, pessoal, familiar, amoroso etc) do modo como realmente merece.

Letícia Fagundes | 13 de Junho de 2008, 10h00 | Nenhum comentário »

Xô CSS!

por Bruna Martinho

Os políticos do Brasil se superam a cada dia com a “invenção” de novas formas de tirar dinheiro do povo. E pior, de colocar esse dinheiro no bolso deles. Antes era a CPMF, que dizia ser revertida para a área de saúde, sendo que NADA mudou na saúde pública do país, só piorou. Daí uma vitória: derrubaram a CPMF e, afinal, já não era sem tempo acabar um imposto que era dito provisório.

Agora, como os políticos devem estar sem nada pra fazer, resolveram criar um outro imposto, incrivelmente semelhante à CPMF, o CSS - Contribuição Social para a Saúde. Quer dizer, nós nos afundamos de pagar impostos diariamentes e ainda temos que pagar mais um para garantir a nossa saúde??? Perae, né? Pra onde vai todo esse dinheiro?

A Câmara dos Deputados aprovou ontem essa palhaçada com 259 votos favoráveis, 159 contrários e duas abstenções. Foram só dois votos a mais do que os 257 necessários para aprovar a proposta. O projeto segue agora para votação no plenário do Senado, onde a oposição espera conseguir derrubar a criação da CSS.

Xô CSS! Está na hora de mostrar resultados e não ficar cobrando mais de um povo que mal consegue se sustentar! ACORDA BRASIL!!!

Bruna Martinho | 12 de Junho de 2008, 09h16 | 2 Comentários »

Uma lição de vida…

por Viviane Macedo

Conheci uma galera muito legal nesse final de semana. Um grupo de música e teatro especialmente criado para pessoas com deficiência, é a Trupe do Trapo.

Assisti o ensaio de uma peça que eles vão apresentar em Poços de Caldas (MG) e fiquei simplesmente encantada pela garra e força de vontade de cada um ali.

Apesar de terem dificuldades e limitações em determinados momentos, eles mostram que “deficiência†não é barreira para fazer uma coisa legal, bonita e com profissionalismo. E mais que isso, mostram que são inteiramente capazes.

O que eles fazem é uma verdadeira lição de vida… Não por simplesmente participarem de um grupo assim, mas por não deixarem que as barreiras travassem o caminho de continuar vivo, de lutar e ser feliz, como todos ali demonstraram ser.

Vou levar essa lição para a minha vida e sugiro, que mesmo sem conhecê-los, leve para a sua também. Não deixe que o mau humor do seu colega de trabalho o faça ficar mau humorado também. Não deixe que aquela bronca na frente de todos o faça desistir de fazer um bom trabalho e nem que uma demissão o faça desanimar… A vida é muito mais simples, nós que a complicamos diariamente.

Viviane Macedo | 11 de Junho de 2008, 18h04 | Nenhum comentário »

Alongando as relações

por Naísa Modesto

Já pensou em ginástica laboral como ferramenta de integração? Pode dar certo. Aqui na redação, minha colega Bruna Martinho teve a feliz idéia de promover exercícios de alongamento logo cedo. Coisa simples e muito bem intencionada. Além de deixar a as lesões um pouco mais distantes, o resultado foi uma troca de experiências incrível e relaxante.

O grupo pequeno e fiel começou esticando os braços, alongando as pernas e agora arriscamos a leitura de textos muito curtos e inspiradores. Em poucos minutos, aprendemos muito mais do que movimentos corporais, dividimos as lições de vida que as leituras nos trazem. Com personalidades e histórias de vida bem diferentes, é muito interessante ver a reação das pessoas ao tema abordado.

Quer tentar? Você só precisa de algumas dicas de movimentos, uma trilha sonora relaxante, 10 ou 15 minutos e, no mínimo, mais uma pessoa disposta a dar uma pausa na correria para descobrir realmente quem é você.

| 10 de Junho de 2008, 17h11 | 2 Comentários »

Muito mais que colegas de trabalho…

por Fernão Silveira

Estamos na semana do Dia dos Namorados, comemorado em 12 de junho. E sempre que chega esta efeméride, volta à tona um tema muito pertinente (e ainda polêmico para muitas pessoas): namoro no ambiente de trabalho!

O jornal Estilo & Gestão RH, em sua mais recente edição, traz uma matéria muito legal sobre o tema, discutindo com especialistas como deve ser o procedimento de empresas e namorados-colegas de trabalho no caso de um “romance corporativoâ€. Antes de mais nada, clique aqui e leia!

Agora que você já leu a matéria, vamos trocar idéias sobre o tema…

Concordo 100% com os especialistas ouvidos na reportagem, que são categóricos ao afirmar que não adianta a empresa “proibir†que dois colegas se apaixonem e se envolvam amorosamente. É evidente, por outro lado, que os dois pombinhos-colegas de trabalho precisam ter bom senso e discernimento para não deixar que as intimidades, os segredos de alcova e as contendas relacionais invadam a empresa.

Talvez seja justamente pelo motivo exposto acima que muitas empresas adotam o cuidado – adequado, em minha opinião – de garantir que namorado e namorada (esposa e marido…) não trabalhem no mesmo departamento ou em áreas correlatas. Tudo bem que em briga de marido e mulher não se mete a colher, mas a empresa tem o direito de intervir, sim, se o relacionamento entre colegas estiver influenciando de alguma forma negativa o trabalho de ambos.

E o caso mais polêmico, provavelmente, é quando o relacionamento amoroso se dá entre chefe e subordinado(a). Daí, os limites tornam-se ainda mais tênues e a relação profissional tende a ser ainda mais delicada. É preciso ter muito cuidado e responsabilidade para lidar com casos assim!

Você, caro(a) leitor(a), tem algum caso interessante de namoro no ambiente de trabalho para contar? Então, divida a sua experiência conosco! Deixe um post para o nosso Catho Blog contando a sua história!

E bom Dia dos Namorados para todos!

| 9 de Junho de 2008, 11h33 | 1 Comentário »

Por um olhar mais atento

por Letícia Fagundes

Ontem, no caminho para o trabalho, antes de atravessar a pé a Avenida Paulista, cruzei com um grupo grande de crianças que vestiam uma camiseta que dizia algo como: “Conhecendo a Avenida Paulistaâ€.

Imediatamente pensei: “Mas será que esse grupo escolar não tem nada melhor para conhecer?â€

Mas também, imediatamente depois, pensei em como muitas vezes passamos pelos mesmos lugares e mal os conhecemos. Não conseguimos valorizar o que deve ser valorizado. Com a pressa do dia-a-dia, só fazemos reclamar porque o farol está fechado e vamos nos atrasar mais 2 minutos…

Passo todos os dias pelas mesmas ruas e ainda sim tenho a certeza que não as conheço. Não vejo as belezas, histórias e culturas que cada uma reserva. Uma padaria de família, um banca de mais de 100 anos, um brechó, um prédio onde moraram artistas revolucionários. Por que não tentar descobrir histórias assim?

Por que não aproveitar o farol fechado para apreciar uma construção antiga ou moderna, um casal apaixonado, a diversidade da cosmopolita São Paulo?

Gostaria de perguntar àquelas crianças sobre o que acharam ao final do passeio…

Letícia Fagundes | 6 de Junho de 2008, 14h53 | Nenhum comentário »

Dançando conforme a música…

por Bruna Martinho

Ontem assisti a um seminário que falava de uma coisa que eu A-D-O-R-O: música! Acho que não consigo me imaginar vivendo sem ela. E hoje vi pelo site G1 que a Orquestra Sinfônica Brasileira acabou de abrir concurso para novos músicos. Que ótima oportunidade pra quem é formado na área!

Está aí uma coisa que eu adoraria fazer e viver dela (não que eu não goste do jornalismo também…rs…). Mas a música tem algo especial que fascina a todos e os músicos trabalham com algo que realmente gostam, eles se divertem fazendo música. Tem coisa melhor do que ouvir um som quando vc está feliz, triste, ansioso ou em qualquer momento que esteja vivendo?

Até o dia 21 de junho, estão abertas inscrições para quem toca os seguintes instrumentos: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, clarineta, fagote, trompa e harpa, com salários entre R$ 4 mil e R$ 5,6 mil. Confira mas informações aqui!

Você já parou pra pensar se faz o que gosta? Ou se apenas trabalha pelo dinheiro no final do mês? Você dança conforme a música ou você faz a música? Acho que é sempre válido parar para pensar se você está na direção certa na sua vida profissional. Às vezes pegamos caminhos errados, mas nunca é tarde para mudar e achar o seu caminho… Pense nisso! :)

Bruna Martinho | 5 de Junho de 2008, 09h10 | 1 Comentário »

Você já se superou hoje?

por Viviane Macedo

Somos cobrados, diariamente, por todos os lados – parentes, amigos, chefe, colegas, professores… E pelo pior e mais exigente ser: nós mesmos.

Salvo exceções, temos a tendência de ser nossos maiores e mais exigentes críticos e, sinceramente, acho isso muito bom. É nos cobrando que conseguimos ter resultados cada vez melhores, é nunca estando satisfeitos e buscando sempre aprimorar que conseguimos chegar a bons resultados.

A superação é o melhor exercício de crescimento.

Trabalhar cheio de recursos que permitem tal feito é normal. Agora conseguir fazer o melhor com poucas ferramentas em mãos é uma superação.

Sair do trabalho no horário simplesmente porque deu sua hora é normal. Mas ir embora no horário porque acabou todas as tarefas a tempo é uma superação.

Tirar 10 na prova porque colou é normal, mas tirar 10 porque realmente aprendeu a matéria é uma superação.

Acho que deveríamos fazer um exercício de superação todos os dias e em todos as áreas da vida – familiar, profissional, escolar, enfim ter, nem que fosse, uma ação de superação em cada uma dessas áreas todos os dias… Com certeza seríamos pessoas melhores e mais realizadas.

Aceita o desafio? Superar-se diariamente pode ser o caminho mais rápido para a realização e o sucesso.

Viviane Macedo | 4 de Junho de 2008, 18h44 | 4 Comentários »

“Filho feio não tem pai”

por Naísa Modesto

Assim como no ditado, às vezes surgem diversos projetos nas empresas que ninguém quer assinar embaixo. As pessoas até alimentam, fazem o básico para que eles sobrevivam, mas assumir a paternidade da coisa e fazer ela se desenvolver nem pensar.

Você já pensou em assumir um destes “filhos feios”?  Enquanto os outros se debatem para ter um lugarzinho naqueles enormes projetos, aos poucos você pode começar a mostrar vantagens onde antes não haviam, nem ao menos, mudanças.

A idéia não é apostar em furadas, mas começar a descobrir potencial em áreas ou idéias que realmente podem trazer bons resultados. A iniciativa pode ganhar outros adeptos e força para tornar-se algo de valor. Tudo depende da sua visão e entusiasmo.

Por isso, fique atento, enxergue mais longe e veja se você também não anda fazendo vista grossa para um destes “filhos feios”.

| 3 de Junho de 2008, 18h11 | Nenhum comentário »

Por que não começar aqui e agora?

por Fernão Silveira

Dentre os muitos textos excelentes da mais recente edição do Jornal Carreira & Sucesso, um despertou especial atenção para mim. Não é de hoje que a coluna de Tom Coelho traz artigos pertinentes, bem escritos e muito úteis. Mas o texto que recheia a edição nº 348 do nosso JCS é especialmente expressivo, em minha opinião.

No texto, Tom Coelho fala dos muitos projetos que deixamos para trás em nossas vidas (pessoais e profissionais) porque não conseguimos as “condições ideais” para realizá-los: tempo, recursos, apoio de outras pessoas e por aí vai. Pois as palavras de Tom Coelho teimam em não sair da minha cabeça. Veja só:

“Temos o mau hábito de esperar pelo mundo perfeito para tomar decisões. É como se decidíssemos cruzar a pé uma movimentada auto-estrada apenas quando todos os veículos parassem para permitir nossa passagem, sem a existência de qualquer sinalização que os obrigasse a tal ação. Enquanto buscamos e ansiamos por este mundo perfeito, outras pessoas fazem o que é possível, com os recursos de que dispõem, dentro do tempo que lhes é concedido. E não raro acabam sendo bem-sucedidas. Então, ao observarmos o conteúdo de suas produções, colocamo-nos imediatamente a criticá-las, certos de que poderíamos ter alcançado um resultado muito mais satisfatório. Nós pensamos; elas agiram.”

Quantas vezes isso já não aconteceu com você? Quantas vezes “o desejo de fazer o ótimo dilacerou a possibilidade de fazer o bom”?

As palavras de Tom Coelho me fazem lembrar de outro ensinamento bacana, este transmitido por Luciano Pires, o ex-diretor de multinacional que mudou sua vida após uma aventura pelo Monte Everest. Veja se as coisas não se encaixam:

“Na escalada de uma montanha, ainda mais em uma montanha como o Everest, não existe caminhada. O passo é do tamanho do pé, por causa das trilhas estreitas, das subidas íngremes e das tempestades de neve. Eu aprendi que nada resiste a um passo de cada vez, pequeno, constante e sistemático.”

Para finalizar, sugiro uma reflexão sobre os versos de uma música da banda americana Rage Against the Machine (que eu gosto bastante, por sinal!):

It has to start somewhere (Tem de começar em algum lugar)
It has to start sometime (Tem de começar em algum momento)
What better place than here (Que lugar melhor do que aqui?)
What better time than now (Que melhor momento do que agora?)

| 2 de Junho de 2008, 10h34 | 6 Comentários »

Arquivo

« Junho de 2008 »
 1  2  3  4  5  6  7 
 8  9  10  11  12  13  14 
 15  16  17  18  19  20  21 
 22  23  24  25  26  27  28 
 29  30   



Copyright© 1996-2008 Catho Online

Catho Blog - powered by WordPress

» Home da Catho Online » Catho Educação Executiva » Catho Dicas » Newsletter Estilo & Gestão RH Catho» Newsletter Carreira & Sucesso