por Fernão Silveira
Marketing pessoal é um termo que vem sendo utilizado constantemente nos dias de hoje. Pelo senso comum, fazer marketing pessoal significa “saber se vender†e mostrar aos outros quais são as suas competências, habilidades e conquistas. É claro que essa autopromoção, em essência, busca valorizar o profissional e incrementar sua empregabilidade.
Há quem defenda que cada profissional é um “produto†e deve “se vender†como tal, utilizando ferramentas do marketing para atrair a atenção dos outros e conquistar espaço no mercado (será que profissionais já têm “market shareâ€?). Nesse raciocÃnio, há até quem aplique, para si e para os outros, a clássica regra dos 4 P’s (Produto, Preço, Promoção e Praça/Ponto-de-venda, não necessariamente nessa ordem).
Particularmente, acho um pouco exagerada essa “produtização†do profissional – ainda acredito que uma pessoa é bem mais rica e complexa do que uma lata de extrato de tomate ou uma caixa de sabão em pó. Mas o marketing pessoal é importante, sim, para que o profissional coloque seus pontos fortes e conquistas a favor de sua carreira.
O marketing pessoal, basicamente, pode ser o fiel da balança para a promoção de um profissional não tão brilhante, em detrimento de outro mais capacitado e mais discreto. Afinal de contas, não basta ser um excelente técnico e altamente qualificado se você ficar escondido atrás da sua mesa. Quem não é visto não é lembrado, basicamente. E a habilidade nos relacionamentos é cada vez mais valorizada pelo mercado hoje (assim como a tão propagada inteligência emocional).
A mais recente edição do Jornal Carreira & Sucesso traz uma reportagem muito interessante sobre o tema, abordando com atenção o risco de um marketeiro pessoal tornar-se um chato de galochas, uma persona non grata por colegas e mesmo por superiores hierárquicos. Quer saber mais? Então, clique aqui.
E não deixe de ler a coluna de Leila Navarro nesta mesma edição do Jornal Carreira & Sucesso (número 347). Quer saber sobre qual tema ela fala? Clique aqui e descubra!
| 19 de Maio de 2008, 09h51 | 5 Comentários »