por LetÃcia Fagundes
Durante toda esta semana parece que o universo conspirou para que eu colocasse na cabeça o quão é fundamental viver cada momento como se fosse o último.
Uma entrevista aqui, uma conversa ali, um texto lido durante a manhã. Quase todos os dias desta semana alguém ou algo me chamou a atenção para essa idéia de que não adianta pensarmos no amanhã e nem no ontem.
Todo mundo sabe disto, inclusive eu. Mas talvez seja difÃcil colocar em prática e pela pressa do dia-a-dia vamos esquecendo.
Por isso que é bom sempre lermos e sermos alertados por essa idéia que é tão simples, mas tão verdadeira.
E, conforme adiantado no post passado, já está no site do Catho NotÃcias a reportagem com Vilfredo Schürmann - uma das pessoas que prega essa filosofia do “viva intensamente o hojeâ€. Para assistir, clique aqui.
E não esqueça de acessar também o Jornal Carreira & Sucesso. A partir de hoje à noite mais sobre os Schürmann. Não perca!
LetÃcia Fagundes | 30 de Maio de 2008, 10h31 | Nenhum comentário »
por Bruna Martinho
Bruna Martinho | 29 de Maio de 2008, 12h22 | Nenhum comentário »
por Viviane Macedo
O que está acontecendo com o mundo? Tornados, tufões, terremotos… Até o Brasil que sempre esteve isento desses acontecimentos viu, recentemente, as manifestações da natureza.
A culpa de tudo isso? Ela é nossa!
Nossa em não separar o lixo orgânico do reciclável, em ficar horas embaixo do chuveiro, em lavar a calçada com mangueira, em jogar aquele papel no chão, ao invés de guardar na bolsa até encontrar uma lata de lixo, e por mais um milhão de motivos. Coisas que fazemos todos os dias sem lembrar que nossas ações voltam e refletem diretamente em nossas vidas.
Nossa como empresários puramente capitalistas não preocupados com o futuro disso que chamamos de planeta, preocupados apenas em aproveitar do tema para fazer marketing, se divulgar, menos agir verdadeiramente com a tão falada “responsabilidade ambiental 
Acho melhor parar! Vamos olhar à nossa volta e perceber que o ar que respiramos é cada vez mais cinza e sujo, que a água que bebemos e desperdiçamos hoje, já está faltando para muita gente e que a natureza que agredimos pode se revoltar, como já está fazendo, e mudar tudo que acreditávamos ser estável.
Pense nisso e veja como você pode ajudar a cuidar e preservar o meio ambiente. A natureza agradece e suas próximas gerações também.
Em breve, no Catho NotÃcias, uma matéria especial sobre o assunto.
Viviane Macedo | 28 de Maio de 2008, 17h16 | Nenhum comentário »
por NaÃsa Modesto
Talvez seja verdade mesmo, o bom mesmo do PaÃs é seu povo. Aliás, o bom e o mau porque uma nação se faz mesmo é de gente, pois a cultura e os valores não se infiltram no solo ou correm livres pelo ar. Os princÃpios são passados (ou não) por aqueles que habitam a faixa entre esses dois extremos.
Sempre olhei com certa desconfiança para alguns desses brasileiros que acham somas de dinheiro em bancos de táxi, ônibus e aeroportos e as devolvem. Desconfiava que pelo menos parte deles corresse atrás dos verdadeiros donos das quantias mais por medo de ser descoberto do que por honestidade. Não, não desconfiava de todos, mas de alguns. Até que aconteceu comigo.
Ontem fui surpreendida por um gesto de honestidade espontâneo. Carreguei meu Bilhete Único com um bom valor e segui feliz e resguardada para o ponto de ônibus. Com sorriso de proletária satisfeita no rosto ia pela rua até que busquei no bolso o cartão. Em vão.
Procura daqui, busca de lá, bolso, bolsa, carteira, chão… Felicidade de pobre dura pouco, já dizia o outro. Como se não houvesse mais o que fazer, segui resmungando pela rua até que chega ao meu lado um homem e pergunta: “você perdeu alguma coisa?â€. Com a mesma esperança da criança que abre o presente de Natal já sabendo o que vai ganhar, respondi: “meu Bilheteâ€. Como um passe de mágica, ali estava ele. “Achei e não sabia de quem era, como vi você procurando alguma coisa, achei que fosse seuâ€. Fiquei muito agradecida.
Provavelmente hoje ele já nem se lembre que achou meu cartão, certamente aquele homem não lerá este post, mas fica aqui meu agradecimento. Não só por recuperar meu cartão, mas por me devolver um pouquinho a fé nas pessoas.
NaÃsa Modesto | 27 de Maio de 2008, 11h10 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
Na semana passada, em evento muito interessante da Catho Consultoria em RH, tive a oportunidade de assistir à palestra de Luciano Pires, o ex-diretor de multinacional que mudou radicalmente sua vida após realizar um sonho antigo: chegar ao acampamento-base do Monte Everest, a mais de 5 km de altura.
Dentre as muitas coisas interessantes que Luciano expõe em sua palestra, que é recheada de valiosas lições de vida, ele fala sobre problemas. Ou supostos problemas, pois até esse conceito ele nos faz questionar.
Para começar, ele lembra um ditado muito pertinente: “Ninguém tropeça em montanhas, tropeça em pedras pequenasâ€. E é a mais pura verdade, pois geralmente nos preocupamos com megaproblemas e conjunturas cósmicas (!!) que não dependem de nossa força ou vontade – e, pior ainda, jamais vão nos atingir.
Ao falar desses problemas, os imaginários e os reais, Luciano Pires lembra de sua preparação para escalar o Everest. Ele conta que se preocupou com “tudoâ€: o equipamento, as cinco camadas de “roupas técnicas†para encarar tempestades de neve e frio abaixo de – 15º C, o Mal da Montanha (problema que não raramente leva aventureiros à morte em escaladas), os guerrilheiros maoÃstas, o aeroporto (se é que se pode chamar aquilo de aeroporto…) entre as montanhas onde pousam os aviões dos aventureiros… Tudo! Será mesmo??
Pois o palestrante-aventureiro não contava com um problema aparentemente pequeno, porém real e imediato, que passou à margem de seu amplo planejamento para a grande aventura: como ir ao banheiro no Everest. Luciano admitiu que estava pronto para tudo (ou quase tudo), menos para encarar as fossas improvisadas e as agruras de cuidar das necessidades mais básicas do ser humano em condições altamente adversas. “Isso quase me matou lá no Everest!â€, lembra o palestrante, arrancando risos da platéia.
Depois da aventura, Luciano trouxe a seguinte lição: todos os “grandes problemas†(as montanhas), na verdade, estavam 100% sob controle – ele tinha os equipamentos certos e sabia usá-los, estava ciente das condições para minimizar os efeitos da altitude e evitar o Mal da Montanha, estava acompanhado por guias que conheciam os melhores caminhos do Everest e sabiam evitar os trechos tomados por guerrilheiros maoÃstas. A única coisa para a qual ele não estava totalmente preparado era algo aparentemente banal (uma “pedrinhaâ€), quase indigno de ser previsto no planejamento de um grande aventureiro (será que Indiana Jones se preocupou com banheiros em algum momento de sua vida fantástica?).
Pois é, caro(a) leitor(a). Ninguém tropeça em montanhas, até porque nós sabemos onde elas estão e conseguimos visualizá-las muito bem. Mas por que será que ainda nos preocupamos tanto com elas e deixamos de dar atenção às pedrinhas?
Fernão Silveira | 26 de Maio de 2008, 10h53 | 3 Comentários »
por LetÃcia Fagundes
Tive a oportunidade de entrevistar essa semana o pai da FamÃlia Schürmann, Vilfredo Schürmann.
Conhecia por alto a história deles. Mas tinha aquela idéia de que eles haviam apostado em uma loucura quando abandonaram tudo em Florianópolis, onde moravam em 1984, para partir para uma viagem ao redor do mundo, a bordo do veleiro Aysso. Nesta primeira aventura, foram simplesmente 10 anos! Ele, a mulher HeloÃsa e os 3 filhos, que tinham na época 15, 10 e 7 anos de idade.
Imaginem que em um espaço restrito de um barco conviveram os 5 por tanto tempo, enfrentando tempestades e instabilidades do mar, do clima e, principalmente, do humor de cada um.
Hoje, mais de 20 anos depois da 1ª aventura e de terem se tornado case de sucesso e visto por milhares de pessoas do mundo inteiro, eles fundaram um grupo de empresas com focos variados, que vão desde produção de filmes e documentários até a promoção de palestras e treinamentos empresariais.
Assistindo a uma dessas palestras, percebi que Vilfredo é um exemplo de liderança para todo e qualquer profissional. E não porque ele estudou o assunto amplamente, mas porque ele viveu na pele o papel de lÃder.
Tomada de decisões rápidas, equilÃbrio, planejamento, saber a importância da equipe, delegar funções, dar feedback. Tudo isso ele adquiriu. E até por isso hoje costuma dizer que: “Uma empresa é como um barco em alto-marâ€.
Você já tinha pensado nesse paralelo?
Ficou instigado a saber mais sobre esse grande lÃder? A entrevista, na Ãntegra, você confere na próxima edição do Jornal Carreira & Sucesso, que será publicada na próxima sexta-feira. Aguarde!
LetÃcia Fagundes | 23 de Maio de 2008, 10h47 | Nenhum comentário »
por NaÃsa Modesto
Antes de ler este post, tente responder a pergunta acima.
Eu tentei. Não faz nem meia hora que a ouvi e agora está me perseguindo. Na próxima edição do Jornal Estilo & Gestão RH vamos falar sobre motivação. Para tanto, conversei com alguns especialistas (muito bons) sobre o assunto, mas essa pergunta veio do Dr. Jô Furlan.
Uma simples indagação que deveria ter resposta automática, mas eu não tinha. Não saber a resposta não implica em falta de objetivos ou em falta de planos de vida, mas pode sugerir um ajuste nos seus planos.
Aconselho você a esperar mais um pouquinho até a edição sair e conferir os conselhos dos entrevistados para entender a importância de saber a resposta para este e outras perguntas.
NaÃsa Modesto | 20 de Maio de 2008, 17h06 | 1 Comentário »
por Fernão Silveira
Marketing pessoal é um termo que vem sendo utilizado constantemente nos dias de hoje. Pelo senso comum, fazer marketing pessoal significa “saber se vender†e mostrar aos outros quais são as suas competências, habilidades e conquistas. É claro que essa autopromoção, em essência, busca valorizar o profissional e incrementar sua empregabilidade.
Há quem defenda que cada profissional é um “produto†e deve “se vender†como tal, utilizando ferramentas do marketing para atrair a atenção dos outros e conquistar espaço no mercado (será que profissionais já têm “market shareâ€?). Nesse raciocÃnio, há até quem aplique, para si e para os outros, a clássica regra dos 4 P’s (Produto, Preço, Promoção e Praça/Ponto-de-venda, não necessariamente nessa ordem).
Particularmente, acho um pouco exagerada essa “produtização†do profissional – ainda acredito que uma pessoa é bem mais rica e complexa do que uma lata de extrato de tomate ou uma caixa de sabão em pó. Mas o marketing pessoal é importante, sim, para que o profissional coloque seus pontos fortes e conquistas a favor de sua carreira.
O marketing pessoal, basicamente, pode ser o fiel da balança para a promoção de um profissional não tão brilhante, em detrimento de outro mais capacitado e mais discreto. Afinal de contas, não basta ser um excelente técnico e altamente qualificado se você ficar escondido atrás da sua mesa. Quem não é visto não é lembrado, basicamente. E a habilidade nos relacionamentos é cada vez mais valorizada pelo mercado hoje (assim como a tão propagada inteligência emocional).
A mais recente edição do Jornal Carreira & Sucesso traz uma reportagem muito interessante sobre o tema, abordando com atenção o risco de um marketeiro pessoal tornar-se um chato de galochas, uma persona non grata por colegas e mesmo por superiores hierárquicos. Quer saber mais? Então, clique aqui.
E não deixe de ler a coluna de Leila Navarro nesta mesma edição do Jornal Carreira & Sucesso (número 347). Quer saber sobre qual tema ela fala? Clique aqui e descubra!
Fernão Silveira | 19 de Maio de 2008, 09h51 | 5 Comentários »
por LetÃcia Fagundes
De repente entro no estúdio e a equipe está ouvindo uma música tranqüila e fazendo uns exercÃcios de alongamento. Nada muito complexo. O intuito era relaxar e preparar-se para mais um dia de labuta.
Entrei na idéia e participei da “ginástica laboral†improvisada. E, olha, foi bom, viu? Senti-me melhor durante todo o dia. Percebi diferença, sobretudo, na voz e na respiração. Sem contar o fato de que o momento descontraÃdo também se refletiu pelo resto da manhã e da tarde.
A idéia nasceu da cabeça da Bruna Martinho, que simplesmente chegou naquele dia e resolveu incentivar os colegas a separarem 10 minutinhos para aquele relaxamento. Não precisou de muita coisa. Apenas conversa e um computador que tocasse um som inspirador.
E o que pode parecer uma bobagem ou não significar nada mudou a jornada de trabalho de alguns, como a minha, e agora se repete todos os dias.
Pensei em como podemos transformar nossas rotinas, seja dentro do ambiente de trabalho, seja em qualquer lugar, com pequenas iniciativas e atitudes.
Fica a reflexão.
LetÃcia Fagundes | 16 de Maio de 2008, 15h00 | 2 Comentários »
por Bruna Martinho
Essa semana está ocorrendo o 11º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, realizado pela Mega Brasil. Tive a oportunidade de acompanhar as palestras do primeiro dia e vou dizer uma coisa: Web 2.0 é o que há! [rs].
Não teve uma palestra que eu assisti que não falasse sobre a Web 2.0 e sobre a tal da mÃdia social. Esclarecendo um pouco: a Web 2.0 é a chamada era da participação, do protagonismo, de pessoas se conectando com pessoas. Ela permite uma maior interatividade, colaboração e participação de todos para todos.
E a mÃdia social é conseqüência disso, são os blogs, as redes de relacionamento e as ferramentas novas que surgiram com a Web 2.0. É uma nova fonte de informação, que permite que você seja ouvido e que ouça os outros também, de todas as formas.
Hoje em dia, se você não está satisfeito com algum serviço ou com alguma empresa, você não precisa mais telefonar ou mandar uma cartinha pro SAC. Você cria um blog! Ou comenta em algum fórum, ou cria uma comunidade! As possibilidades são infinitas e novas ferramentas são criadas a todo instante.
E é por isso que as empresas devem ficar atentas a essa mÃdia social e precisam monitorar a Internet para saber o que falam sobre a sua empresa. Existe uma fonte melhor de informações do que o seu próprio consumidor?
Uma das palestrantes citou um caso muito interessante de um blog feito por um cliente da AOL que tentava cancelar sua conta e não conseguia. O fato repercutiu para a TV, jornais, revistas e criou uma grande confusão pro pessoal da AOL. O manual de retenção acabou vazando para um blog (obra de um ex-funcionário insatisfeito) e por aà foi… Esse é apenas um dos exemplos do impacto da mÃdia social.
Confira o vÃdeo abaixo da matéria veiculada na NBC sobre a AOL…
Bruna Martinho | 15 de Maio de 2008, 11h02 | Nenhum comentário »
por NaÃsa Modesto
Aposto que você também já ouviu a frase acima, provavelmente, durante alguma discussão no ambiente de trabalho. Eu já ouvi isso há algum tempo e confesso que acho bastante incompatÃvel com a realidade do mercado.
Dizer “não sou pago para isso†ou coisas do gênero destoa da prática do bom trabalho em equipe e da cooperação tão necessária hoje para desempenhar um bom trabalho.
Quando alguém adota esta postura todos saem perdendo: a equipe, que sofre com a falta de cooperação de um integrante, e o próprio profissional, que pode estar deixando passar uma boa oportunidade de aprender uma coisa nova, de abrir uma porta e expandir seus conhecimentos.
Investimos tanto em especializações que às vezes acabamos reféns de nossos vastos conhecimentos que abrangem apenas uma área do nosso trabalho. Não confunda especialização com limitação. Ultrapasse fronteiras, e aprenda o que puder!
NaÃsa Modesto | 13 de Maio de 2008, 14h47 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
Para começar a semana em que comemoramos o Dia do Automóvel (13 de maio), nada mais adequado do que falarmos em… trânsito! Tudo bem que o Dia foi criado para lembrar e louvar a criação de uma das “maravilhas modernas†da Humanidade, para comemorar a existência de uma máquina que quebrou centenas de paradigmas e tornou-se indispensável (será mesmo??) à vida das pessoas… Mas será que temos o que comemorar?
A indústria automobilÃstica é pujante, inovadora, riquÃssima, geradora de empregos e renda como poucas. E a oferta de crédito que temos experimentado no Brasil, em condições talvez jamais vistas em nossa oscilante economia, tem ocasionado quebras seguidas de recordes de produção e venda de veÃculos. Bacana, mas…já está faltando onde colocar tanto carro!
As pessoas, em geral, reclamam demais do trânsito e se queixam da perda absurda de tempo que sofremos quando parados em congestionamentos. Mas não existiam muitos números – pelo menos não ao alcance do grande público – sobre os milhares de prejuÃzos causados pelo trânsito. Pois bem: agora há, para total satisfação e completo entendimento dos “idiotas da objetividade†(pego emprestada mais esta expressão genial do mestre Nelson Rodrigues).
Estudo do Citigroup, um dos maiores grupos financeiros do mundo, divulgado exclusivamente pelo portal UOL, mostra que o trânsito gera uma perda de 5% na produtividade do Brasil – piores que nós, na América Latina, só o México, que tem perda de 5,1%. A pesquisa aponta ainda os três motivos principais para a piora no trânsito das grandes cidades latino-americanas: excesso de veÃculos, mudança da classe alta das regiões centrais para o subúrbio das grandes cidades e transporte público ineficaz.
Pois é… Não há mais média ou grande cidade brasileira que não sofra de alguma forma com o entupimento das estradas, ruas e avenidas por tantos carros. Para ajudar, nossa estrutura de transporte público parece congelada no tempo, com soluções que talvez fossem adequadas há 20 e poucos anos.
Vai chegar o dia em que, como vaticinam os especialistas, cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Cidade do México, Buenos Aires e Santiago vão, simplesmente, parar. Simplesmente entupir, sem que qualquer objeto sobre quatro rodas consiga se locomover por mais de 200 metros. Será quase como uma imagem tirada de algum livro de José Saramago, mas de verdade – bem de verdade…
E você, já pegou o seu congestionamento hoje?
Fernão Silveira | 12 de Maio de 2008, 10h50 | 1 Comentário »
por LetÃcia Fagundes
Ando assustada com o freqüente deslize e, à s vezes, grosseiro tropeção das pessoas em relação à lÃngua portuguesa. O pior é que tenho notado que o “assassinato†não ocorre apenas entre pessoas sem estudo ou que tiveram educação ruim. Muito pelo contrário….
Encontro por aà advogados, engenheiros e, pasmem, até professores falando errado. Profissionais que enchem a boca para falar que tem pós disso, MBA daquilo, 32 especializações, falam inglês, francês e espanhol. “Só†esquecem mesmo do português.
Procuro onde estaria o problema. E, claro, encontro muitas respostas vagas, mas todas recaem no problema da fraca educação básica e superior.
Portanto, cuidado ao escolherem suas instituições de ensino! Pipocam faculdades medÃocres e mais recentemente cursos de especialização, pós, mestrados, MBA etc que, sinto muito, não têm a menor credibilidade.
Não adianta ser formado e pós-graduado, se você continuar falando mal, escrevendo mal, e não tiver bagagem cultural e maturidade.
Repito, fiquemos alertas quanto à qualidade dos cursos que escolhemos, quanto à eficiência de nosso aprendizado. É muito bom e fundamental que sempre estudemos, desde que seja para nosso real crescimento e não para algo que nos iluda.
Na última edição do Jornal Carreira & Sucesso, NaÃsa Modesto fez uma reportagem muito interessante sobre cursos de especialização. Clique aqui para ler!
O primeiro passo para acertar é esse: informação. Vamos saber o que é o que. E em qual perfil nos encaixamos mais. Melhor do que simplesmente sair se matriculando em qualquer curso, só para ter no currÃculo.
LetÃcia Fagundes | 9 de Maio de 2008, 17h12 | Nenhum comentário »
por Bruna Martinho
O Catho NotÃcias te dá as dicas! Confira!
Bruna Martinho | 8 de Maio de 2008, 14h35 | Nenhum comentário »
por Viviane Macedo
Organizar e trabalhar com o tempo ao nosso próprio favor é uma tarefa um tanto quanto difÃcil. Todos temos as mesmas 24 horas, mas há dias em que elas parecem não ser suficientes.
Confira uma matéria interessante com Christian Barbosa, escritor e consultor de gestão de tempo, ele dá dicas importantes de como trabalhar o seu tempo de forma produtiva. Clique aqui e assista a matéria.
Viviane Macedo | 7 de Maio de 2008, 19h53 | Nenhum comentário »
por NaÃsa Modesto
Foram 37,5 milhões de palavras em mais de um quarto de século. Esse é o melhor resumo que se pode fazer do diário com mais palavras já escrito.
O autor desta proeza é Robert Shields, um americano que desde 1972 mantinha uma rotina quase maluca para manter suas anotações atualizadas. Ali tinha de tudo: desde uma simples ida ao banheiro até crÃticas e considerações sobre a polÃtica e os jornais.
As coisas em sua vida foram ficando tão catalogadas pelo diário que ele acreditava que “nada verdadeiramente acontecia com ele a menos que fosse registradoâ€.
Dedicou boa parte de seus 89 anos a esta árdua tarefa, parcelando até mesmo suas horas de sono para ter oportunidade de anotar seus sonhos, para que - já impossibilitado de escrever no final da vida - sua mulher pudesse seguir adiante com o projeto. O velho Shields ditava sua rotina para a esposa Grace, que logo se cansou da monótona tarefa e desistiu.
Pouco tempo depois, o dedicado homem morreu e seguiu à risca sua previsão, pois algum tempo antes, quando um jornalista perguntou a ele o que aconteceria se parasse de escrever, respondeu: “seria como desligar minha vidaâ€.
NaÃsa Modesto | 6 de Maio de 2008, 18h14 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
Já comentei em outro post, neste mesmo (e nobre) Catho Blog, que a liderança é um tema cada vez mais marcante e presente na literatura empresarial contemporânea. Como teoriza John C. Maxwell, o maior “legislador†de liderança do mundo (ele adora livros com leis sobre o tema…), antes as obras de negócios focavam na gestão e na parte técnica da Administração. Hoje, porém, as atenções estão fortemente voltadas ao fator humano, ao poder de influenciar e motivar pessoas – algo que é muito mais difÃcil, subjetivo (gestores e empresários odeiam e temem coisas subjetivas…) e desafiador do que as normas técnicas.
O Jornal Carreira & Sucesso, veÃculo quinzenal de notÃcias produzido pelo Departamento de Comunicação da Catho Online, publicou em sua última edição uma entrevista interessantÃssima com Betania Tanure, professora da Fundação Dom Cabral e uma das maiores especialistas em mundo corporativo que o PaÃs tem hoje (para ler a entrevista completa, clique aqui)
Pois a professora Betania, dentre as muitas coisas interressantes que abordou na entrevista à jornalista NaÃsa Modesto, falou sobre o “modelo brasileiro†de liderança, em contraponto à s idéias sobre o tema que encontramos nos livros de especialistas americanos (John C. Maxwell e James Hunter são dois dos principais).
Vale a pena reproduzir:
“(…) Hoje ficou claro, com a literatura americana de liderança, que os americanos abordam a questão de liderar partindo da idéia de como capturar o coração das pessoas, como fazer com que se envolvam mais afetivamente. Se formos seguir esta regra, [nós, brasileiros] não precisamos disso, já sabemos fazê-lo naturalmente. O que precisamos é até o contrário: como garantir a questão relacional sem que ela interfira negativamente na minha avaliação. O que a gente precisa é diferente do que eles estão pregando. Se não fizermos esta leitura crÃtica e nos adaptarmos, não desenvolveremos as habilidades necessárias para as nossas empresas.â€
Em minha opinião, a colocação da professora Betania Tanure é muito pertinente. Talvez pelas muitas diferenças culturais e comportamentais entre americanos e brasileiros, aqueles têm muito mais dificuldade em cativar e conquistar pessoas do que nós, que somos naturalmente afetuosos e emocionais (para o bem e para o mal, vale destacar). E é justamente por essa “latinidade†que podemos cair no pecado do paternalismo, do favorecimento, da injustiça e do exagero – enquanto os “frios†americanos e europeus têm muito mais foco e facilidade para aplicar corretamente um feedback e dar puxões de orelha, quando necessário.
(Parêntesis: a colocação acima me fez lembrar uma das centenas de regras de John Maxwell - “Não use um martelo para espantar uma mosca da testa de uma pessoaâ€. Quantas vezes os gestores não “erram a mão†e dão a um pequeno erro uma dimensão catastrófica, trágica, imperdoável? Pois é: isso significa espantar uma mosca [algo banal] da testa de uma pessoa com um martelo [de forma truculenta, inadequada e desnecessária]).
Liderança é um tema muito suculento… É sempre muito bom ler e discutir sobre ele! Você não acha??
Fernão Silveira | 5 de Maio de 2008, 12h18 | Nenhum comentário »
por Bruna Martinho
É fato que o brasileiro tem memória curta, ou melhor, mega curta, se é que isso existe. Fatos vão e vêm no nosso cotidiano e muita coisa importante acaba sendo esquecida no meio do caos da nossa vida. Mas existem coisas, que não querem que você esqueça…Pelo menos, por enquanto.
Eis que ligo a televisão logo cedo pela manhã ontem e adivinhem sobre qual notÃcia estão falando? Sim, o caso Isabella. Ligo a televisão hoje, no mesmo horário…Mesma notÃcia! Será que a mÃdia ainda não se cansou de explorar essa tragédia? Aposto que se o terremoto tivesse causado uma, o caso Isabella já estaria em segundo plano.
O público, condicionado ao que a mÃdia divulga, segue sua vida de robô e sai à s ruas para comemorar o tal Dia do Trabalho. E como comemorar? Com shows, é claro. Toda e qualquer comemoração (até missa), hoje em dia, acaba em show. As pessoas estão perdendo o sentido da coisa, se é que você me entende [rs].
Nesses momentos de comemorações, pouco importa para o povo outra coisa. Eles esquecem que recebem um salário medÃocre, ou que não estão satisfeitos com o seu emprego, ou que lutam por leis trabalhistas justas. Será que assistindo a um show eles estão lutando por seus direitos? Para mim, isso parece muito cômodo, reclamar de tudo e quando aparece uma oportunidade, fazer exatamente o que os outros querem que você faça: NADA.
É ilusão atrás de ilusão. Acorda, Brasil!
Bruna Martinho | 2 de Maio de 2008, 11h38 | 2 Comentários »