Ir para a Catho Online » Incluir currículo » Busca de vagas » Incluir vaga » Buscar currículos

1º de maio - dia do trabalho

por Viviane Macedo

Apesar de ainda hoje estarmos longe do que muitos consideram o ideal, as relações de trabalho melhoraram muito nas últimas décadas. As condições estão mais humanas, mais próximas de um cenário apropriado e podemos perceber uma preocupação muito maior das empresas com relação ao bem-estar, saúde e qualidade de vida de seus funcionários.

Produzindo matérias para os jornais da Catho tenho a oportunidade de ver isso com mais evidência e tiro o chapéu para muitas empresas que estão se superando com relação ao respaldo e benefícios oferecidos aos colaboradores – uma relação realmente admirável.

E esse dia do trabalho fica marcado por essas conquistas de uma luta incessante por melhores condições, por mais benefícios, por melhor qualidade de vida e possibilidades de trabalho. Claro que ainda há muito a percorrer e muito a ser alcançado, mas daremos um passo de cada vez e assim conseguiremos chegar onde não poderíamos imaginar ser capaz.

Fiz uma reportagem especial para o Catho Notícias sobre o tema. As lutas, as conquistas e a importância desse dia. Confira a matéria em vídeo clicando aqui.

Viviane Macedo | 30 de Abril de 2008, 18h39 | Nenhum comentário »

Sem pular no pescoço

por Naísa Modesto

Não são necessariamente as pressões, as metas, nem a falta de estabilidade que realmente nos estressam no ambiente de trabalho. São as pessoas. O fator humano é definitivamente a mais fascinante e irritante questão que envolve o trabalho em equipe.

A infinita possibilidade de aprender com aquela pessoa que passa mais tempo ao seu lado do que um irmão, pai ou companheiro é uma grande vantagem.

Com uma boa dose de paciência e cordialidade podemos suportar colegas alardearem sobre suas incríveis (eles realmente acreditam nisso) conquistas, imaturidade, falta de educação e até mesmo a falta de reconhecimento.

Pode apostar: algumas vezes vão passar por cima do seu trabalho, você vai se sentir desvalorizado ou até mesmo pensar “agora só funciono na base da patada”, mas isso passa. Nada que contar de 1 a 10, respirar fundo e repetir um mantra não dêem conta.

Seja qual for sua receita, perder a cabeça é a mais burra das respostas. Engolir sapo também nunca matou ninguém e vale mais a pena do que esquecer seus princípios. Já disse isso em um post anterior e volto a repetir: podem tirar uma oportunidade da sua mão, mas nunca o seu caráter.

Naísa Modesto | 29 de Abril de 2008, 18h50 | Nenhum comentário »

Comunicar-se bem é importante

por Fernão Silveira

Pode até ser chavão, mas não deixa de ser a mais pura verdade: saber comunicar-se bem é importantíssimo para um profissional que pretende fazer sucesso hoje em dia. E isso independe da carreira escolhida. Desde os publicitários e vendedores, que têm a comunicação como uma característica básica, até os profissionais de carreiras mais “sisudas”, como os administradores e os engenheiros – ainda mais se considerarmos que estes últimos estão dominando atividades cada vez mais distantes da Engenharia (marketing, vendas, finanças, comunicação, logística…)

As pessoas, em geral, atribuem boa comunicação à extroversão, mas isso não é verdade necessariamente. A desenvoltura e o “gosto pelos holofotes” não garantem boas habilidades (ou “skills”, como está na moda dizer) de comunicação. O extrovertido pode muito bem sentir-se à vontade falando em público, mas pode ser péssimo na comunicação – ser cansativo e repetitivo, ter pouco vocabulário, cometer erros de português, não dominar o assunto sobre o qual está falando e por aí vai.

Já os tímidos, que geralmente são vistos como “ruins de comunicação”, podem ser muito mais eficientes do que os extrovertidos, justamente por serem mais objetivos e focados nas mensagens que precisam transmitir – afinal, como não se sentem sossegados ao deixar a “zona de conforto” e lidar com estranhos, sabem que precisam ser eficazes com o mínimo de exposição possível.

A boa comunicação nem sempre é eloqüente. Vale lembrar o ditado que prega: “uma imagem vale mais do que mil palavras”…

Você quer algumas dicas para melhorar seus “skills” de comunicação e fazer bonito naquela apresentação da empresa (ou da faculdade) que tanto lhe amedronta? Assista a esta reportagem do Catho Notícias e confira as recomendações de um especialista no assunto!


Fernão Silveira | 28 de Abril de 2008, 12h18 | Nenhum comentário »

High Tech do bem

por Letícia Fagundes

Ouvi dizer qualquer dia desses que “se existe demônio, ele certamente está dentro do computador.” Lembrei-me da frase nesta semana, quando, após fazer uma entrevista por telefone, fui checar a gravação. O arquivo estava lá, tudo certo. Mas, de repente, esbarrei no mouse e pisquei. Quando olhei de novo a tela do computador, ele já não estava mais lá…Juro!

Procurei, com a super ajuda de Viviane Macedo e Naísa Modesto, por todos os lugares. Lixeira, pastas. Tentamos dar Ctrl V, para ver se eu tinha clicado Ctrl C sem querer, tentamos desfazer. Nadaaaaa. Chamamos o suporte. Nadaaaa. Simplesmente sumiu. Inexplicável. E, conclusão: tive de fazer a entrevista de novo.

Quando me desculpei pela falha, disse: “As mesmas tecnologias que tanto nos ajudam, às vezes nos atrapalham.” E tive a certeza de que aquilo não ia estragar meu dia, como, de fato, não atrapalhou.

E é assim mesmo. As novas tecnologias estão aí para nos ajudar, nos auxiliar e fazem isso muito bem. Não é porque temos um probleminha aqui ou ali, uma dificuldade aqui ou ali, que temos de pensar em regredir e querer jogar o computador pela janela!

Já pararam para pensar em quanto a internet nos ajuda? Em quanto o computador facilita e agiliza nossos trabalhos?

Aliado a esse pensamento, chega até mim a notícia (por meio de post de Naísa Modesto) de que de hoje (25/04) a domingo (27/04) é Dia Global do Voluntariado Jovem e que, a partir desta idéia, nasceu o Movimento Blog Voluntário – “uma ação cujo objetivo é dar uma mexida na internet e fazer o Dia Global do Voluntariado Jovem acontecer também no mundo online”.

Então pensei: “de que forma posso ajudar, se eu mesma tenho tantas dúvidas neste mundo digital e virtual?”. Então, além de divulgar a campanha – saibam mais sobre a campanha clicando aqui - vou compartilhar com vocês dois “endereços” que tenho acessado muito e já estão na minha lista de Favoritos.

O primeiro é o do Guia dos Curiosos - http://www.guiadoscuriosos.ig.com.br/ - que tem várias informações interessantes, úteis ou inúteis – mas muuuito boas. Além de ter todos os links de outros sites bacanas, como o TV Curioso e o blog do curioso– muito bom também - http://curioso.blig.ig.com.br/

E o outro é o E-Bistrô, um blog literalmente delicioso sobre a boa gastronomia da cidade de São Paulo. Mas, cuidado ao acessa-lo. Você vai querer sair correndo daí, de onde você está, para conhecer e saborear as delícias descritas nele. Mas, vale a pena: http://e-bistro.blogspot.com/

E você? Tem alguma informação bacana, um site, um blog, um artigo, ou qualquer coisa do gênero, para compartilhar?

Blog Voluntário

Letícia Fagundes | 25 de Abril de 2008, 08h00 | 1 Comentário »

Del.icio.us

por Bruna Martinho

Você já ouviu falar desse site? Aproveitando o Dia Global do Voluntariado Jovem, vou tentar deixar a minha contribuição e explicar um pouquinho sobre essa super ferramenta de armazenamento de informações da Internet.

É o seguinte: sabe quando você acessa um site super bacana que você encontrou pelo Google ou está lendo uma notícia em algum portal por aí? E você fica pensando: poxa, eu queria guardar essa página para poder voltar nela mais tarde. Daí você tenta salvar como “Favoritos”, mas isso não dá muito certo, pois a organização não é boa e as páginas acabam perdidas num limbo.

É aí que entra o Del.icio.us! A definição dele, segundo a Wikipédia é um site que permite que você adicione e pesquise bookmarks sobre qualquer assunto. Mais do que um mecanismo de buscas para encontrar o que quiser na web ele é uma ferramenta para arquivar e catalogar seus sites preferidos para que você possa acessá-los de qualquer lugar. Você também pode compartilhar seus bookmarks com os amigos e visualizar os favoritos públicos de vários membros da comunidade. Além desse uso o del.icio.us pode ser usado para criar listas de presentes, para acompanhar web-sites que tem conteúdo e links dinâmicos e para pesquisas sobre qualquer assunto.

É um fenômeno e tanto! Se você ainda não aderiu ao Del.icio.us, não perca tempo! Entre aqui e faça o seu cadastro.

Bruna Martinho | 24 de Abril de 2008, 09h19 | 1 Comentário »

Você já sentiu um terremoto em sua carreira?

por Viviane Macedo

O que foi aquele tremor ontem à noite? Sinceramente, eu não senti nada, estava a caminho de casa, mas ao chegar me deparei com pessoas na rua conversando sobre um tremor que havia estremecido suas casas… Estranhei, mas não dei muita importância, achei que era mera impressão.

Entrei em casa e, enquanto jantava, ouvi uma chamada do jornal anunciando que um tremor havia sido sentido em diversas partes de São Paulo e em outros estados também. Aí realmente acreditei.

Fiquei pensando como aquela situação era estranha. Como, de repente, sem nenhum motivo aparente, nossa casa pode “tremer”, nossas bases, até então firmes, serem estremecidas.

Pensando mais um pouco, associei o acontecido com a nossa vida e com a carreira de um modo geral. Estamos bem, acreditando que tudo anda como deveria e, do nada, somos surpreendidos por uma “cara feia” de um lado, uma bronca do outro e, quando menos esperamos, uma demissão.

A carreira passa por um terremoto, tudo que acreditamos ser certo saí do lugar, nossos conceitos e nossa base caem por terra…

O que fazer nessa hora?

Igual ao tremor, quando acontece literalmente, esse terremoto na carreira passa mais rápido do que podemos imaginar… Não é uma questão de segundos, mas talvez alguns dias, respirar bem fundo e traçar novos objetivos seja o suficiente para ordenar as peças que saíram do lugar.

Isso já aconteceu com você? Já viu sua carreira profissional num terremoto, de uma hora para outra? Comente, conte a sua história.

Viviane Macedo | 23 de Abril de 2008, 18h35 | 2 Comentários »

Blogueiros úteis

por Naísa Modesto

Postar fotos, fofocas, textos e o que der na telha é uma das vantagens de manter um blog. Comunicar-se livremente com quer que seja, longe de pressões e padrões pode ser uma boa. Mas um blog pode ser ainda mais útil, um bom exemplo é o Movimento Blog Voluntário.

Alguns blogueiros famosos já aderiram à idéia, que é muito simples: de 25 a 27 de abril, pessoas do mundo inteiro trabalharão para melhorar o ambiente global e local. O princípio é aproveitar a ocasião do Dia Global do Voluntariado Jovem e para movimentar as coisas pela rede.

Blogueiros participantes colocarão em suas páginas posts direcionados àqueles que têm alguma dificuldade para usar o computador. É uma opção bem moderna para quem quer contribuir para a diminuição do analfabetismo digital. Vale publicar um artigo, tutorial, dicas, soluções para problemas conhecidos… Cada um ajuda como puder.

Então, se você gostou da idéia, inscreva-se (aqui) ou contribua de alguma forma. Se você prefere fazer sua boa ação colocando a mão na massa, clique aqui e saiba como participar do Dia Global do Voluntariado Jovem.

Naísa Modesto | 22 de Abril de 2008, 15h15 | Nenhum comentário »

Estratégia para trocar de emprego

por Leonardo Dias

Evandro queria sair de sua empresa atual. Era uma empresa de tecnologia de pequeno porte, com poucos clientes que traziam muito dinheiro, mas grande parte era para o dono. Evandro, principal analista de tecnologia da informação da empresa, não estava satisfeito nem com o salário que recebia, nem com o clima ruim no trabalho proporcionado pela estupidez do diretor e dono da empresa.

A melhor forma seria ser demitido. Para isso, entretanto, ele teria de começar a agir como um mau funcionário, chegando atrasado e não entregando projetos. Não era uma boa idéia, pois isso poderia afetar a sua carreira em futuras referências.

Outra forma seria pedir diretamente ao diretor, Sr. Manuel, para que ele o demitisse. Mas sabia que isso não iria acontecer: a empresa dependia demais de Evandro, e o diretor não o mandaria embora simplesmente porque ele queria.

Uma terceira forma era simplesmente começar a procurar emprego. Evandro passaria muito tempo no telefone agendando entrevista e teria de sair mais cedo e chegar mais tarde alguns dias por causa das entrevistas.

Seria o suficiente para o Sr. Manuel mandá-lo embora. No entanto também havia o risco do diretor começar a dar-lhe advertências e ameaçar a demissão por justa causa, a pior das hipóteses.

Foi então que, decidido, levantou-se com tudo de sua cadeira e foi em direção à sala do diretor. Seus olhos brilhavam. Foi logo entrando de uma vez e foi dizendo:

- Eu preciso de um aumento.

- Agora não dá.

- Eu preciso. O mercado está pagando muito mais para o meu cargo. Já tive propostas e não aceitei, outra vez. Mas agora é necessário.

- Não tem como.

- Tudo bem. Então a partir de hoje eu vou começar a procurar um novo emprego.

- O que?

- É isso mesmo. Vou procurar um novo emprego. Vou cumprir com as minhas responsabilidades aqui, mas também vou procurar um novo emprego. Obrigado.

E saiu da sala. Muitas pessoas podem questionar essa atitude de Evandro. Será que ele fez o certo?

Fez sim. Evandro sempre trabalhou com lógica e, dessa vez, não foi diferente. Não importava para ele. Qualquer uma das alternativas faria com que ele ganhasse o jogo. Foi como um xeque-mate: não havia opções que pudessem salvar o rei. No caso, o diretor.

Se ele quisesse demitir o seu analista, sem problemas: era o que ele queria. E se deixasse-o procurar emprego, sem problemas também. Não poderia demitir um funcionário por justa causa por excesso de honestidade. E também não há como forçar um funcionário a pedir demissão, ainda mais um determinado a conseguir o que quer.

Foi com essa jogada que Evandro ganhou o jogo - e, de quebra, um novo e melhor emprego.

Leonardo Dias | 19 de Abril de 2008, 09h09 | Nenhum comentário »

Ler para ter

por Letícia Fagundes

Hoje, 18 de abril, é Dia do Autor, Dia Nacional do Livro Infantil, Dia Estadual de Monteiro Lobato. Não resisti e vou ter de falar sobre o assunto.

Reclamamos que as pessoas não têm educação, que não são civilizadas, que não têm cultura. Muitos atribuem a culpa à desigualdade social. As diferenças que vivemos hoje no Brasil são realmente revoltantes mesmo.

Mas, às vezes, ricos ou pobres, dispensamos um direito e um poder que realmente é de todos e está à mão de todos. O direito de ler.

Livros podem ser comprados – ok, sei que atualmente a maioria é muito cara -, porém também podem e devem ser trocados, emprestados. Existem bibliotecas públicas, existem programas que promovem a troca de livros, como aconteceu recentemente em alguns parques da cidade de São Paulo. Bastava chegar ao local com algum livro (ou com uma sacola deles) e fazer essa espécie de “escambo literário”.

Ou seja, todo mundo tem acesso. Ok, também sei que o Brasil infelizmente vive uma realidade dura onde milhares de pessoas ainda são analfabetas e outras tantas são as consideradas analfabetas funcionais.

Mas, o que digo aqui é que a maioria que pode, negligencia esse imenso poder. Ler um livro é viajar estando na cama, no sofá, deitado na rede ou debaixo de um guarda-sol na praia. Ler um livro é conhecer outras culturas mesmo sob o refúgio da sua própria. Ler um livro é soltar a imaginação, criar personagens na mente e vê-los quase andando pela sua casa.

Se reclamamos que as crianças não gostam de ler, por que não sentamos ao lado delas e lemos histórias? Por que não damos de presente livros infantis no lugar de tantos brinquedos tecnológicos que eles têm aos montes? É praticamente impossível uma criança crescer ouvindo histórias e não gostar mais depois. É como qualquer vício, mas neste caso um vício que só faz bem.

Como é possível uma criança não saber quem foi Monteiro Lobato? Pode ser saudosismo, mas histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo continuarão para sempre atuais.

Como é possível uma criança dizer: “não gosto de ler!”. Já tentou? Se não gostamos daquela história, basta encontrar aquela da qual gostamos. Ou não se gosta de vida? Não se gosta de criatividade? Não se gosta de ouvir? Não se gosta de viajar?

Lendo e incentivando os pequenos a lerem teremos muito mais percepção, educação e cultura do que imaginamos.

Então, nesta data tão especial para os livros, comece a ler um novo, termine aquele abandonado na estante, dê um livro de presente. Ao menos, experimente! Tenho certeza de que muitas vezes é bem melhor do que ouvir incessantemente as mesmas notícias na TV.

Letícia Fagundes | 18 de Abril de 2008, 11h18 | 6 Comentários »

Que jornalismo é esse?

por Viviane Macedo

Às vezes tenho vergonha do que leio, do que ouço e do que assisto. O jornalismo no nosso país, e até acredito que de um modo geral, tomou rumos muito superficiais, onde vira notícia o que rende audiência, o que “tem sangue”.

O caso da menina Isabella é um exemplo perfeito para o que eu estou falando. O jornalismo está ultrapassando todos os limites, pura e simplesmente, porque tem o dever de informar a população. Mas que população? Quem tem interesse em saber se o pai e a madrasta saíram da casa onde estavam às 14h para visitar os filhos, ou quem não poderia viver sem saber que o pai da menina apareceu na janela? Por favor, sejamos mais realistas…

Todos nós continuamos com os mesmos problemas, a corrupção não parou para assistir a repercussão do caso Isabella, os assaltos, os seqüestros, a fome estampada no rosto dos moradores de rua - nada disso congelou como fez a televisão, os jornais, enfim, toda a imprensa brasileira.

Não sou uma pessoa fria e calculista, concordo que esse foi um caso que abalou toda a população, que é horrível imaginar que existem pessoas capazes de fazer mal a uma criança, indefesa e inofensiva. Mas não acho que podemos parar agora e esquecer de todo o resto para ver o que acontece… Fazer plantão na frente de uma delegacia ou da casa de pessoas, que podem ou não ser culpadas. Que caso não sejam, estão vivendo um inferno e, se forem, caberá a polícia descobrir e fazer cumprir a lei.

Não tenho uma opinião formada sobre esse caso e não faço a mínima questão de ter, afinal nada tenho para ajudar e prefiro também não atrapalhar com conclusões precipitadas ou tidas a partir de um senso comum, que acredita que tudo que sai na TV é verdade, que se escreveram no jornal podemos acreditar… O que, de fato, não é a realidade!

Acho que essa é a hora de ficar cada um no seu lugar e fazendo o seu trabalho. Como o velho ditado popular: “Cada macaco no seu galho”. Que os jornalistas fiquem nos seus e deixem o caso nas mãos de quem está apto a fazer isso. Que cessem as perguntas às quais já sabemos as respostas, de como a mãe está se sentindo ou se ela quer justiça, por exemplo. Que comecem a ter mais responsabilidade com o que é veiculado, pois tem um público totalmente vulnerável atrás da televisão e lendo as folhas de um jornal, um público que acredita piamente em tudo que está ali.

Lamentável, é assim que eu acabo esse post, cheio de vergonha e revolta. Revolta com meios de comunicação carregados de interesses próprios e pouco preocupados de como isso reflete na vida das pessoas. Meios que conseguem falar o dia inteiro, em mais de três programas diferentes o mesmo assunto e mostrando as mesmas entrevistas… Enfim, esse caso é duas vezes lamentável!

Viviane Macedo | 17 de Abril de 2008, 09h42 | 2 Comentários »

Chefe - Colaborador – Cliente

por Fernão Silveira

Confesso que não sou muito adepto da propagação de textos recebidos pela Internet, via e-mail. Mas me vejo abrigado a abrir uma exceção hoje, em respeito aos milhares de fiéis leitores do Catho Blog.

Recebi o texto em questão na semana passada, por e-mail, enviado por uma grande amiga. O artigo, assinado por Dany Mac Need, diretor-executivo de uma agência de propaganda da simpática e pujante Campinas (interior de São Paulo), fala sobre a “corporativíssima trindade humana”, formada por chefe – colaborador – cliente.

Num inteligente jogo de palavras e idéias, o autor mostra “outras realidades, pelos olhos de outra pessoa.” Ou seja: ele argumenta que a postura tradicionalmente atribuída ao chefe pode muito bem caber ao colaborador e/ou ao cliente. E por aí vai…

Vale a leitura do artigo abaixo (que o republico em sua íntegra, exatamente como o recebi). Cabe uma reflexão…

A Corporativíssima Trindade Humana

Ser chefe é ser durão? É ser frio, difícil e intransigente? E ser colaborador? É ter que bater cartão, baixar a cabeça, manter a roda girando pra não perder o emprego? E ser cliente então? É estar sempre certo, receber recepções calorosas, sorrisos e braços abertos por onde passar, tapete vermelho e desconto e não aceitar erros?

Tudo isso é verdade em alguns níveis de entendimento, mas esqueça por um tempo que, contrariando nossos desejos inconfessáveis, o mundo resolve não girar em torno de nossos umbigos, e vamos analisar essa ‘corporativíssima trindade humana’ CHEFE - COLABORADOR - CLIENTE.

Quebrando um dentre muitos paradigmas que permeiam as realidades que inventamos pra nós mesmos só para termos mais segurança, vamos pensar por um instante quem é quem nesse triângulo social.

Se você der um quarto de volta e puder enxergar outras realidades, pelos olhos de outra pessoa, poderá ver que pra ela ser chefe é ter que bater o cartão na empresa todos os dias, muitas vezes antes de todo mundo, não faltar, não ficar doente, baixar a cabeça para não perder o cliente e manter a roda girando pra não perder a própria empresa.

Ser colaborador é ter garantias, férias, bonificações, ter profissionais de RH lhe estendendo o tapete vermelho, oferecendo benefícios, cursos de aperfeiçoamento e não aceitar erros da empresa nem o mínimo deslize ou atraso.

Ainda enxergando pela mesma realidade que estava ao seu lado, poderá perceber que para muitos, ser cliente é ser frio, difícil, durão e intransigente com os que o atendem.

Se conseguir, depois de ter essa visão, quebrar mais um paradigma, vire mais uma vez e vai encontrar uma faceta do triângulo agora com mais uma percepção diferente: onde o ’ser chefe’ é estar sempre certo, é receber recepções calorosas e sorrisos abertos, gente se curvando enquanto ele desfila por um impecável e cintilante tapete vermelho.

Nesse aspecto ser colaborador é ser frio com os colegas, difícil com os coordenadores e intransigente com o departamento de RH. Por fim, ser cliente nessa ótica muitas vezes é ter que baixar a cabeça, aceitar um tratamento nada acolhedor, mofar em filas gigantescas e ainda ter que agradecer por ter sido ao menos atendido.

Você já parou pra pensar sob qual destes ângulos você encara o seu mundo? E já parou pra perceber que existem muitas outras realidades além das que você escolheu pra acreditar? Pois eu ainda vou te contar mais uma: todos nós somos CHEFES, COLABORADORES e CLIENTES ao mesmo tempo, basta mudar o contexto.

Muitos chefes agem como colaboradores quando o cliente da empresa é quem comanda. Esses mesmos chefes precisam tratar seus colaboradores como clientes, pois eles também assumem os papéis da razão onde o chefe é quem estende o tapete. Se nós todos, em algum momento, na empresa, na rua ou em casa, passamos pelos 3 ápices, seremos mais flexíveis em nosso dia-a-dia.

Lembre-se que vai chegar uma determinada hora do dia que seremos o chefe e chegará também a vez de saber acompanhar ao invés de liderar. Com essa flexibilidade e compreensão, com certeza, encontraremos muito mais oportunidades de abrir um sorriso e os braços uns para os outros.

Dany Mac Need – Diretor-executivo da MacNeed´s Propaganda Campinas, agência campineira com 13 anos de mercado, que atende clientes da RMC, São Paulo, Ribeirão Preto e tem em seu portfólio trabalhos realizados para Riachuelo, Claro, Net, Boticário, Companhia das Ervas, Grupo Alpini, Pólo Arqdec, 100%VIDEO, entre outras grandes marcas. Contato: mac@macneeds.com.

Fernão Silveira | 14 de Abril de 2008, 11h42 | 1 Comentário »

Exercícios ajudam a pensar melhor!

por Bruna Martinho

Sim, não é o máximo? [rs]

Segundo matéria da Época Negócios, os exercícios funcionam como um estimulante poderoso para o cérebro, além, é claro, de fazer bem a saúde (como já sabemos há muito tempo). No nosso dia-a-dia agitado e sempre ocupado, parece não haver espaço para caminhar por meia hora ou para frequentar uma academia, atitudes que são essenciais para o nosso corpo e também para a mente.

Acontece que se deixarmos isso de lado, a nossa qualidade de vida será igual ou inferior a ZERO! O nosso corpo precisa tanto de descanso como precisa de exercício. Não dá pra deixar as coisas para depois e só parar quando tudo pifar… Lembro aqui do caso da Vivi, que ficou meio desnorteada, sem conseguir raciocinar direito e falou sobre isso em um de seus posts.

Ainda segundo a matéria, pesquisas mostram que o aprendizado pode aumentar até 20% depois de exercícios físicos, se comparado ao desempenho de quem passa o dia sentado. É, não tem como fugir: exercício faz bem pra tudo! [rs] Cabe a gente arrumar um tempinho pra eles…

Bruna Martinho | 10 de Abril de 2008, 09h26 | Nenhum comentário »

Você é curioso?

por Viviane Macedo

Ele é… é o maior deles. Confira um bate papo interessante com Marcelo Duarte, o guia dos curiosos.


Viviane Macedo | 9 de Abril de 2008, 18h18 | Nenhum comentário »

Acreditar é arriscar

por Letícia Fagundes

Um grande amigo está profundamente envolvido em um novo projeto. Não é qualquer projeto, não. Ele garante que é ‘O’ projeto da vida dele, que alia sonho pessoal e profissional. É realmente uma grande idéia e está realmente bem próxima de se tornar real, se materializar.

Mas, é engraçado….Justamente quando está bem pertinho, faltando tão pouquinho, quando tanto já foi conquistado, parece que outras tantas coisas vão por água abaixo e tendem a desmotivar, a trazer aquela insegurança. E ele e toda a equipe que o ajudou dão aquela murchadinha.

Estive pensando muito nisto.

Ele tem tudo. Pensou em tudo. Uniu-se a amigos da área de criação e conteúdo, formalizou a idéia, colocou no papel. Largou o emprego! Dedica-se full time agora. Verificou os custos de tudo e foi em busca de patrocínios.

Aí, começa o mais difícil nesta tal arte de inovar. Foi na empresa 1, na 2, na 3, na 4. E nada. Pensou que ia ser fácil, né? Não sei não, mas no mundo dos negócios, do empreendedorismo, não adianta pensar como o cineasta Glauber Rocha e achar que basta “uma câmera na mão e uma idéia na cabeça.”

Ele conseguiu alguns patrocínios. Mas ainda falta muuuuito. E, em função da idéia do projeto, o prazo é curto. Ele tem de estar com tudo pronto até o meio de maio. “E agora, José?”, como dizia Carlos Drummond de Andrade.

Desistir? Você até pode fazer isso. Mas tem certeza? Depois de ter chegado até aqui, de ter conseguido tanto, vai abandonar “O” projeto da sua vida porque teve gente que não acreditou em você? Ninguém disse que seria simples. Pois está na hora de você acreditar de verdade no seu sonho. E isso significa que é hora de, se necessário, investir. E, investir, claro, significa arriscar.

Guy Laliberté, fundador do Cirque du Soleil, na década de 80, investiu o que não tinha para fazer as primeiras apresentações do seu novo circo. Justamente em uma época de decadência para as artes circenses. Loucura? Com certeza. Mas, hoje, a companhia é mais do que sucesso, é exemplo. Um dos segredos? “Arriscar sempre”, segundo Marco D’Amico, vice-presidente sênior de marketing do Cirque. (clique aqui para ler reportagem do Jornal Carreira & Sucesso sobre o tema e aqui para assistir à reportagem no Catho Notícias)

Outro case de “loucura empreendedora de sucesso” (rs) é o da paulistana Gica Mesiara. Ela largou 11 anos de carreira no mercado financeiro, investiu todo o dinheiro que tinha, vendeu carro e outros bens. Tudo para colocar em prática a idéia dos jardins verticais. Ela garante que não foi fácil, que muita gente a chamava de maluca, que quase desistiu. Mas acreditando nela mesma e arriscando sempre, foi em frente e hoje é a única no mundo que vende seus quadros vivos para Europa, Estados Unidos e América Latina. “Eu via o produto pronto, então eu sabia que ele podia se materializar, porque tudo que existe um dia existiu na cabeça de alguém. Eu sempre falo que só os persistentes trazem para a realidade aquilo que têm em mente. Um dia alguém sonhou com a luz elétrica, um dia alguém sonhou que podia falar com o parente que estava longe. Eu me inspirava muito nessas pessoa.”, afirma ela. (assista à reportagem)

Ou seja, se você tem algo em mente e quer de verdade realizá-lo, acredite. E acredite não apenas na idéia. Veja o seu projeto como negócio. E, para isso, cerque-se de todas as informações possíveis, pesquise sobre o mercado, consulte especialistas no assunto, procure consultores, faça parcerias. Pague por tudo isso e veja como investimento e não como gasto. Mas, acima de tudo: ARRISQUE! Nem que para isso seja necessário investir o que tem e o que não tem. Tenha certeza de que vale muito a pena!

Letícia Fagundes | 8 de Abril de 2008, 15h16 | 1 Comentário »

Por que liderança é o assunto do dia?

por Fernão Silveira

Há 15 anos, mais ou menos, as seções de “Negócios” das livrarias eram dominadas por obras que tratavam sobre técnicas de gestão e administração. Hoje, pelo menos 80% dos livros voltados aos temas de negócios tratam sobre liderança. Por que será que isso acontece?

Segundo John C. Maxwell, conhecido como o maior treinador de líderes do mundo, e autor da reflexão que abre este post (confesso: a observação supracitada não é de minha autoria), há cerca de duas décadas havia uma grande preocupação com os processos. Ou seja: havia uma demanda muito grande por teoria para auxiliar na administração pura e simples, pensando, basicamente, em números, procedimentos, rotinas, normas e regulamentos.

Hoje, as técnicas e teorias de administração são muito mais acessíveis e conhecidas. Coloquemos assim: o ferramental existe, só falta quem saiba manuseá-lo adequadamente… E é aí que entra a demanda tão grande por temas ligados à liderança e à gestão de pessoas.

Pelo menos é esta a visão de John C. Maxwell…

E eu concordo com ele – afinal, quem sou eu para discordar de um simpático consultor, professor, empresário e ex-pastor religioso de 61 anos, que já escreveu mais de 50 títulos sobre liderança nos últimos 30 anos?

Concordo porque a linha de raciocínio de Maxwell faz muito sentido: a teoria dos livros não basta hoje em dia; o fator humano é o diferencial. E o mais agravante: a liderança é um diferencial muito difícil de alcançar, pois vai além da técnica pura e simples, visto que demanda fatores subjetivos (porém vitais) como experiência, bagagem cultural, vivência, habilidade no relacionamento interpessoal, disposição para sacrifícios extras, humildade para o aprendizado constante, paciência, preocupação sincera com o próximo e talento.

Ainda antes de autores como Maxwell e James Hunter (autor de “O Monge e o Executivo”, outra obra contemporânea de referência sobre liderança), ainda antes da atenção (até exagerada, em alguns momentos) dada ao tema, Peter Drucker – o pai da Administração moderna – já refletia sobre liderança e avisava aos seus privilegiados leitores: não são máquinas, produtos ou propagandas que fazem uma empresa; são as pessoas que nela trabalham.

Será que alguém discorda de Drucker?

Pode parecer óbvio, especialmente hoje em dia, mas demorou muito tempo para empresários e gestores perceberem que máquinas e sistemas não produzem sozinhos, pois precisam de…gente. E a liderança é vital para conduzir esse fator tão complexo chamado ser humano.

Qual a sua opinião sobre o tema? Deixe o seu comentário e participe!

Fernão Silveira | 7 de Abril de 2008, 14h59 | 1 Comentário »

O diagnóstico

por Leonardo Dias

Asgard era uma empresa de comunicação que enfrentava alguns problemas. Há anos a empresa mantinha-se no mesmo patamar, sempre conquistando novos clientes de acordo com que antigos clientes saíam. O seu dono e diretor, João Batista, não sabia muito bem o que acontecia com ela. Pensava que a empresa enfrentava uma espécie de virose corporativa, uma doença do sono africana que a impedia de acordar e agir devidamente.

Resolveu contratar uma empresa de consultoria estratégica para resolver o problema. Um consultor especializado analisou os processos e as pessoas da empresa pelo período de um mês. O seu objetivo era encontrar o que havia de errado e o que havia de certo, pois as duas coisas teriam que melhorar. João estava apreensivo com os possíveis resultados, pois provavelmente teria que mudar tudo. E de fato, o diagnóstico não foi nada bom.

O consultor marcou com João uma reunião confidencial para apresentar os resultados somente a ele. Aí João descobriu uma série de coisas que nem imaginava. Dentre elas:

- grande parte dos funcionários da comunicação estavam desmotivados;

- a área comercial não interagia com a área de comunicação, o que tem gerava problemas nos resultados dos trabalhos nos últimos dois anos;

- o clima da empresa não estava bom, com muitas pessoas acreditando que a empresa sofreria cortes drásticos nos próximos meses, o que criou um clima acirrado — e desnecessário naquele momento — de competitividade;

- funcionários com problemas respiratórios tinham suas mesas próximas da área de fumantes ou do ar condicionado, o que fazia com que muitos deles adoecessem desnecessariamente;

- pelo menos em três funcionários foi detectada a necessidade de tratamento para depressão e ansiedade graves. Eram bons profissionais cujos resultados recentes deixavam muito a desejar, o que tornaria melhor recuperá-los do que demiti-los;

- muitas equipes dependentes uma da outra sequer conversavam ou trocavam email, havia a falta de uma central para que a informação pudesse ser compartilhada e idéias pudessem ser trocadas;

- a comunicação com o cliente estava precária porque as pessoas responsáveis por fazer o atendimento ao cliente não tinham a experiência necessária ou o treinamento adequado

- por último: o diretor nunca estava próximo para ver os problemas e preferia soluções rápidas para os efeitos em vez de efetivamente combater as causas.

João Batista quase caiu para trás ao ouvir tudo isso. Não porque era impressionante, e sim porque era simples. Não era tão difícil assim resolver o problema. Bastava que ele interviesse mais nos processos e atuasse mais diretamente, sem deixar a solução das causas dos problemas para depois.

Sem falar que nunca havia tido a percepção de que a saúde de funcionários-chave é essencial para a boa saúde de toda a empresa.

Diante dessa nova visão, João mudou totalmente a forma com que a sua empresa trabalhava. Integrou equipes, diminuiu gastos, ampliou investimentos na saúde dos funcionários, fez um levantamento dos doentes crônicos da empresa e mapeou os processos de forma a criar novas interações, diminuir custos e ampliar resultados. Em seis meses a sua empresa estava finalmente curada e rumo à liderança em seu segmento. O que faltava antes? O diagnóstico. Por vezes temos uma doença que imaginamos que não vai se curar, no entanto quando descobrimos efetivamente a causa, a cura acaba transformando-nos em outra pessoa.

E você, leitor? Diagnosticou as causas dos seus problemas hoje?

Leonardo Dias | 4 de Abril de 2008, 16h25 | Nenhum comentário »

Uso exagerado da Internet pode viciar…

por Bruna Martinho

Pegando carona no meu penúltimo post, aproveito para indicar essa matéria muito legal do Catho Notícias sobre o assunto…

São muitos os benefícios e atrativos que a rede de computadores traz aos internautas. Mas abusos podem acarretar problemas sérios às pessoas. Assista!


Bruna Martinho | 3 de Abril de 2008, 17h25 | Nenhum comentário »

Você está buscando no lugar certo?

por Viviane Macedo

Já é quase um ditado popular: “Emprego, hoje, está muito difícil”… Mas quando foi que ouvimos alguém dizer que estava fácil?

As pessoas colocam a culpa no mercado, nas empresas, enfim a culpa nunca é delas mesmas. Claro que cada caso é um caso, mas muita gente não consegue uma boa oportunidade no mercado por não buscar no lugar certo.

Estamos na era da Internet e entregar currículo de porta em porta, por exemplo, é coisa do passado. São inúmeras as facilidades que as empresas encontram em buscar profissionais utilizando a Web: Rapidez, triagem, objetividade e por aí vai…

Quando tentam fugir dessa realidade, bons profissionais acabam perdendo ótimas oportunidades no mercado.

Auxiliando empresas e profissionais há mais de 10 anos, a Catho, o maior portal de soluções de recursos humanos da América Latina, consegue prover um encontro perfeito entre quem está buscando um emprego e quem está buscando um funcionário.

Foi acreditando nesse trabalho que Bruna Zapparoli, estudante de jornalismo, colocou seu currículo na Catho Online e em pouco tempo conseguiu um estágio na sua área de atuação. Conheça a história de Bruna clicando aqui. E seja você também mais um cliente satisfeito da Catho Online!

Viviane Macedo | 2 de Abril de 2008, 18h45 | Nenhum comentário »

No voice, no job

por Letícia Fagundes

Sexta-feira passada, fiquei com uma raiva tremenda. Perdi a voz. Não foi gripe, não foi por tomar gelado. Aparentemente não teve motivo.

Mas o fato é que praticamente não conseguia trabalhar. Claro…como uma repórter vai ficar sem voz? Tinha de fazer entrevistas por telefone, gravar reportagens para o Catho Notícias - em vídeo -, enfim, falar, falar e falar. Na verdade, mais do que falar. Precisava comunicar. E comunicar é se fazer compreendido, passar uma mensagem com clareza, sem ruídos. E isto era realmente impossível naquele dia.

Ligava para os entrevistados e não havia um que não pedisse para eu falar mais alto ou que respondesse a uma questão a qual eu não tinha feito. Lógico! Na verdade, ele tinha entendido errado a pergunta. Falha na comunicação.

Comecei a ficar tão chateada que quase não podia terminar meus trabalhos. E, justamente naquele dia, tínhamos o fechamento da edição do Jornal Estilo & Gestão RH. Ou seja, não tinha jeito, não havia como fugir da raia.

Sorte que, pelo menos, era sexta-feira e no final de semana pude descansar e ficar o mais quieta possível. (E olha que eu gosto bastante de falar…)

Depois da péssima experiência, fiquei pensando em como nós, profissionais, não damos bola para aparentes detalhes. Ignoramos os sinais que nosso corpo aponta. Mas, no final das contas, são esses “detalhes” que fazem a diferença.

Profissionais da voz, como jornalistas, professores, cantores, locutores, palestrantes etc., não podem se descuidar de uma de suas principais ferramentas para trabalhar: a voz. Enquanto não acontece nada, está tudo bem. Mas na hora que ela falta, vemos o quão necessária é. Podemos perder oportunidades, chances de mostrar nosso trabalho, de realizar algo produtivo.

E assim é com todos os profissionais em geral. Às vezes negligenciamos o que é altamente precioso, o que já estamos acostumados a ter. E só notamos a verdadeira importância de tal coisa depois que estamos sem ela, ou sem 100% dela. Não posso deixar de citar aqui o último post da Viviane: “Quando o cérebro, simplesmente, pára…”. Tem muito a ver com o tema.

Vamos ficar atentos a isso se quisermos ser pessoas e profissionais melhores. Ou senão, seremos obrigados a parar.

Algo parecido já aconteceu com você? Comente!

Letícia Fagundes | 1 de Abril de 2008, 12h22 | 1 Comentário »

Arquivo

« Abril de 2008 »
  1  2  3  4  5 
 6  7  8  9  10  11  12 
 13  14  15  16  17  18  19 
 20  21  22  23  24  25  26 
 27  28  29  30   



Copyright© 1996-2008 Catho Online

Catho Blog - powered by WordPress

» Home da Catho Online » Catho Educação Executiva » Catho Dicas » Newsletter Estilo & Gestão RH Catho» Newsletter Carreira & Sucesso