Arquivo de Abril, 2008

Del.icio.us

Quinta, Abril 24th, 2008

Você já ouviu falar desse site? Aproveitando o Dia Global do Voluntariado Jovem, vou tentar deixar a minha contribuição e explicar um pouquinho sobre essa super ferramenta de armazenamento de informações da Internet.

É o seguinte: sabe quando você acessa um site super bacana que você encontrou pelo Google ou está lendo uma notícia em algum portal por aí? E você fica pensando: poxa, eu queria guardar essa página para poder voltar nela mais tarde. Daí você tenta salvar como “Favoritos”, mas isso não dá muito certo, pois a organização não é boa e as páginas acabam perdidas num limbo.

É aí que entra o Del.icio.us! A definição dele, segundo a Wikipédia é um site que permite que você adicione e pesquise bookmarks sobre qualquer assunto. Mais do que um mecanismo de buscas para encontrar o que quiser na web ele é uma ferramenta para arquivar e catalogar seus sites preferidos para que você possa acessá-los de qualquer lugar. Você também pode compartilhar seus bookmarks com os amigos e visualizar os favoritos públicos de vários membros da comunidade. Além desse uso o del.icio.us pode ser usado para criar listas de presentes, para acompanhar web-sites que tem conteúdo e links dinâmicos e para pesquisas sobre qualquer assunto.

É um fenômeno e tanto! Se você ainda não aderiu ao Del.icio.us, não perca tempo! Entre aqui e faça o seu cadastro.

Estratégia para trocar de emprego

Sábado, Abril 19th, 2008

Evandro queria sair de sua empresa atual. Era uma empresa de tecnologia de pequeno porte, com poucos clientes que traziam muito dinheiro, mas grande parte era para o dono. Evandro, principal analista de tecnologia da informação da empresa, não estava satisfeito nem com o salário que recebia, nem com o clima ruim no trabalho proporcionado pela estupidez do diretor e dono da empresa.

A melhor forma seria ser demitido. Para isso, entretanto, ele teria de começar a agir como um mau funcionário, chegando atrasado e não entregando projetos. Não era uma boa idéia, pois isso poderia afetar a sua carreira em futuras referências.

Outra forma seria pedir diretamente ao diretor, Sr. Manuel, para que ele o demitisse. Mas sabia que isso não iria acontecer: a empresa dependia demais de Evandro, e o diretor não o mandaria embora simplesmente porque ele queria.

Uma terceira forma era simplesmente começar a procurar emprego. Evandro passaria muito tempo no telefone agendando entrevista e teria de sair mais cedo e chegar mais tarde alguns dias por causa das entrevistas.

Seria o suficiente para o Sr. Manuel mandá-lo embora. No entanto também havia o risco do diretor começar a dar-lhe advertências e ameaçar a demissão por justa causa, a pior das hipóteses.

Foi então que, decidido, levantou-se com tudo de sua cadeira e foi em direção à sala do diretor. Seus olhos brilhavam. Foi logo entrando de uma vez e foi dizendo:

- Eu preciso de um aumento.

- Agora não dá.

- Eu preciso. O mercado está pagando muito mais para o meu cargo. Já tive propostas e não aceitei, outra vez. Mas agora é necessário.

- Não tem como.

- Tudo bem. Então a partir de hoje eu vou começar a procurar um novo emprego.

- O que?

- É isso mesmo. Vou procurar um novo emprego. Vou cumprir com as minhas responsabilidades aqui, mas também vou procurar um novo emprego. Obrigado.

E saiu da sala. Muitas pessoas podem questionar essa atitude de Evandro. Será que ele fez o certo?

Fez sim. Evandro sempre trabalhou com lógica e, dessa vez, não foi diferente. Não importava para ele. Qualquer uma das alternativas faria com que ele ganhasse o jogo. Foi como um xeque-mate: não havia opções que pudessem salvar o rei. No caso, o diretor.

Se ele quisesse demitir o seu analista, sem problemas: era o que ele queria. E se deixasse-o procurar emprego, sem problemas também. Não poderia demitir um funcionário por justa causa por excesso de honestidade. E também não há como forçar um funcionário a pedir demissão, ainda mais um determinado a conseguir o que quer.

Foi com essa jogada que Evandro ganhou o jogo – e, de quebra, um novo e melhor emprego.

Exercícios ajudam a pensar melhor!

Quinta, Abril 10th, 2008

Sim, não é o máximo? [rs]

Segundo matéria da Época Negócios, os exercícios funcionam como um estimulante poderoso para o cérebro, além, é claro, de fazer bem a saúde (como já sabemos há muito tempo). No nosso dia-a-dia agitado e sempre ocupado, parece não haver espaço para caminhar por meia hora ou para frequentar uma academia, atitudes que são essenciais para o nosso corpo e também para a mente.

Acontece que se deixarmos isso de lado, a nossa qualidade de vida será igual ou inferior a ZERO! O nosso corpo precisa tanto de descanso como precisa de exercício. Não dá pra deixar as coisas para depois e só parar quando tudo pifar… Lembro aqui do caso da Vivi, que ficou meio desnorteada, sem conseguir raciocinar direito e falou sobre isso em um de seus posts.

Ainda segundo a matéria, pesquisas mostram que o aprendizado pode aumentar até 20% depois de exercícios físicos, se comparado ao desempenho de quem passa o dia sentado. É, não tem como fugir: exercício faz bem pra tudo! [rs] Cabe a gente arrumar um tempinho pra eles…

O diagnóstico

Sexta, Abril 4th, 2008

Asgard era uma empresa de comunicação que enfrentava alguns problemas. Há anos a empresa mantinha-se no mesmo patamar, sempre conquistando novos clientes de acordo com que antigos clientes saíam. O seu dono e diretor, João Batista, não sabia muito bem o que acontecia com ela. Pensava que a empresa enfrentava uma espécie de virose corporativa, uma doença do sono africana que a impedia de acordar e agir devidamente.

Resolveu contratar uma empresa de consultoria estratégica para resolver o problema. Um consultor especializado analisou os processos e as pessoas da empresa pelo período de um mês. O seu objetivo era encontrar o que havia de errado e o que havia de certo, pois as duas coisas teriam que melhorar. João estava apreensivo com os possíveis resultados, pois provavelmente teria que mudar tudo. E de fato, o diagnóstico não foi nada bom.

O consultor marcou com João uma reunião confidencial para apresentar os resultados somente a ele. Aí João descobriu uma série de coisas que nem imaginava. Dentre elas:

- grande parte dos funcionários da comunicação estavam desmotivados;

- a área comercial não interagia com a área de comunicação, o que tem gerava problemas nos resultados dos trabalhos nos últimos dois anos;

- o clima da empresa não estava bom, com muitas pessoas acreditando que a empresa sofreria cortes drásticos nos próximos meses, o que criou um clima acirrado — e desnecessário naquele momento — de competitividade;

- funcionários com problemas respiratórios tinham suas mesas próximas da área de fumantes ou do ar condicionado, o que fazia com que muitos deles adoecessem desnecessariamente;

- pelo menos em três funcionários foi detectada a necessidade de tratamento para depressão e ansiedade graves. Eram bons profissionais cujos resultados recentes deixavam muito a desejar, o que tornaria melhor recuperá-los do que demiti-los;

- muitas equipes dependentes uma da outra sequer conversavam ou trocavam email, havia a falta de uma central para que a informação pudesse ser compartilhada e idéias pudessem ser trocadas;

- a comunicação com o cliente estava precária porque as pessoas responsáveis por fazer o atendimento ao cliente não tinham a experiência necessária ou o treinamento adequado

- por último: o diretor nunca estava próximo para ver os problemas e preferia soluções rápidas para os efeitos em vez de efetivamente combater as causas.

João Batista quase caiu para trás ao ouvir tudo isso. Não porque era impressionante, e sim porque era simples. Não era tão difícil assim resolver o problema. Bastava que ele interviesse mais nos processos e atuasse mais diretamente, sem deixar a solução das causas dos problemas para depois.

Sem falar que nunca havia tido a percepção de que a saúde de funcionários-chave é essencial para a boa saúde de toda a empresa.

Diante dessa nova visão, João mudou totalmente a forma com que a sua empresa trabalhava. Integrou equipes, diminuiu gastos, ampliou investimentos na saúde dos funcionários, fez um levantamento dos doentes crônicos da empresa e mapeou os processos de forma a criar novas interações, diminuir custos e ampliar resultados. Em seis meses a sua empresa estava finalmente curada e rumo à liderança em seu segmento. O que faltava antes? O diagnóstico. Por vezes temos uma doença que imaginamos que não vai se curar, no entanto quando descobrimos efetivamente a causa, a cura acaba transformando-nos em outra pessoa.

E você, leitor? Diagnosticou as causas dos seus problemas hoje?

Uso exagerado da Internet pode viciar…

Quinta, Abril 3rd, 2008

Pegando carona no meu penúltimo post, aproveito para indicar essa matéria muito legal do Catho Notícias sobre o assunto…

São muitos os benefícios e atrativos que a rede de computadores traz aos internautas. Mas abusos podem acarretar problemas sérios às pessoas. Assista!