por Fernão Silveira
Infelizmente, demitir faz parte do jogo corporativo. Tudo bem que há pessoas que sentem um certo prazer sádico em fazer isso, mas assumir o papel ativo no delicado processo de desligamento de um profissional – ou seja: dar a notÃcia a quem será dispensado – está longe de ser uma tarefa fácil.
O jornal Estilo & Gestão RH, noticiário da Catho Online voltado a profissionais interessados em temas de gestão e recursos humanos, fez em sua última edição uma reportagem muito interesse sobre a ingrata tarefa de demitir.
Um depoimento interessante sobre o tema foi dado na reportagem por Marco Antônio Fagundes, sócio e responsável pela área de gestão de pessoas da Quark (empresa de automação industrial):
- “Tem aquela [demissão] que é feita por mau desempenho, mau comportamento. Essa, geralmente, é menos doÃda para quem faz a demissão, apesar de que sempre é desagradável. Complicada mesmo é aquela demissão quando você acha que a pessoa é um bom profissional, mas você precisa cortar alguém. Então, você opta por cortar um funcionário que, muitas vezes, em termos de desempenho, era satisfatório. Essa dói mais. Mas eu sempre procuro fazer de maneira direta, objetiva e sem firulas”
Quer saber mais sobre o tema? Então, clique aqui e boa leitura!
Fernão Silveira | 31 de Março de 2008, 14h22 | 1 Comentário »
por Viviane Macedo
Você já teve a sensação de ter seu cérebro adormecido, sem conseguir raciocinar a ponto de não ser capaz de formular um pequeno texto coerente?
Nossa, é a coisa mais horrÃvel do mundo! Passei por isso ontem…
Meu cérebro, simplesmente, resolveu descansar um pouco da correria e do turbilhão de informações que tento armazenar todos os dias…
Juro que não fiquei tão espantada com a sua indisposição, afinal, todo mundo tem o direito de descansar, quanto mais o responsável por nos manter trabalhando, produzindo, pensando, enfim…O responsável por grande parte das nossas atividades diárias.
Simplesmente parei… Meu rendimento foi reduzido drasticamente até chegar num momento em que, realmente, não era mais capaz de continuar na frente do computador. Fui pra casa, dormi e, claro, sonhei com o trabalho que “tentei†produzir por quase o dia inteiro – nem dormindo eu consegui desligar.
Isso aconteceu comigo, mas tenho certeza que não fui a única a ser surpreendida com um “dia de folga†do meu grande e principal ajudante – o meu cérebro. Depois de dormir mais e tomar um bom banho, cheguei a uma conclusão: é preciso parar! Nós nos tratamos como se fossemos máquinas, à s vezes, ligadas 18, 20 horas por dia… Não podemos fazer isso!
Esqueça as dicas daqueles professores loucos que dizem que temos que ler as 300 apostilas que eles nos passam. Não ouça à queles colegas alucinados que não desligam um minuto do trabalho e que acham que esse é o certo, e fique longe de tudo que te faça “funcionar†24 horas por dia, até quando “tenta†dormir…
Pare um pouco!
Fuja no final de semana, tire um dia para não fazer nada. Desligue o celular, o computador e se deixe descansar… Porque quando o seu corpo decidir sozinho que ele precisa disso, pode ser a hora que você mais precisará dele.
Viviane Macedo | 27 de Março de 2008, 17h25 | 1 Comentário »
por Bruna Martinho
Há pouco tempo temos notado um grande aumento de pequenos investidores na bolsa de valores. Parece que aquele medo que todos tinham tempos atrás, de achar muito complexo o mundo das ações já vem se transformando, no minÃmo, em curiosidade.
Mas as pessoas não param por aÃ, não! Depois de conhecer e começar a entender mais sobre a bolsa de valores, elas estão lançando suas economias nesse mercado de investimento de risco, mas de um retorno bem melhor do que o de uma simples poupança.
Acredito ainda que isso tende só a crescer, afinal, hoje em dia o investimento pode ser minÃmo. Ontem saiu uma bela notÃcia para os grandes e pequenos investidores: a fusão da BM&F com a Bovespa. A nova companhia será dividida 50% a 50% entre os acionistas das duas bolsas. Ou seja, quem possui uma ação da BM&F ou da Bovespa terá uma ação da “Nova Bolsaâ€, que deve ser criada ainda no primeiro semestre deste ano.
É hora de aproveitar! E quem ainda não entrou nessa, talvez seja uma boa alternativa…
Bruna Martinho | 26 de Março de 2008, 16h54 | 1 Comentário »
por LetÃcia Fagundes
Uma carreira internacional é algo tentador aos olhos de qualquer profissional. Mas, morar longe do refúgio de seu paÃs de origem e fazer negócios com povos que têm outros costumes e hábitos não é tão simples quanto pode parecer.
A experiência vai exigir muito mais do que a fluência do idioma ou o domÃnio da função a qual irá exercer. Afinal, a convivência direta e constante com outra cultura causa muitas vezes problemas de relacionamento, dificuldades de comunicação, gafes inesperadas. É o famoso choque cultural, que ainda é, muitas vezes, subestimado por nós e pelas empresas que recrutam seus funcionários para trabalhar no exterior.
Por exemplo: falar palavrões em Angola é quase um sacrilégio; dar a mão, abraçar, beijar, enfim, tocar um oriental pode pegar extremamente mal; ficar esperando ajuda dos alemães, sem esclarecer quais dúvidas você tem, será uma eterna agonia, pois eles só se manifestam quando realmente são solicitados.
E tudo isso pode soar estranho para nós brasileiros, sabidamente hospitaleiros, expansivos, solÃcitos. Assim como nosso jeito soará estranho para eles. Mas tudo é uma questão cultural. Porém, é algo que não pode ser negligenciado, uma vez que um pequeno tropeço pode significar a perda de uma parceria, o cancelamento de um contrato, ou até mesmo a volta antecipada para o Brasil. E aquela que seria sua grande chance de ascender, se transforma numa verdadeira âncora de carreira.
Por isso, se você está de malas prontas para um outro paÃs – mesmo que seja a passeio – não custa nada se prevenir, né? Pesquise bastante na internet, leia livros e guias sobre o local, procure alguém que já esteve no lugar para onde irá. Conhecimento nunca é demais!
Dica para as empresas: já existem consultorias especializadas no assunto que, por meio de treinamentos, ajudam muito a adaptação do profissional em terra estrangeira.
Quer saber mais sobre o assunto? O Jornal Carreira & Sucesso traz uma reportagem intitulada “Evitando Gafes ao Redor do Mundoâ€. Acessem!
LetÃcia Fagundes | 25 de Março de 2008, 14h59 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
A questão que dá tÃtulo a este post sempre me intrigou. Afinal de contas, o que é melhor: procurar aperfeiçoar-se nos pontos que lhe são fracos ou investir todas as fichas naquilo que já se faz bem, para se tornar ainda melhor? Hummm… Eis o dilema!
Em minha trajetória nas artes marciais, que já passa largamente de uma década, sempre ouvi de meus senseis que é preciso aperfeiçoar-se nos pontos fracos. Se você é destro, treinará 10 chutes com a perna direita e 20 com a esquerda. Se você é melhor em determinada técnica, treinará duas vezes mais a outra em que você não é tão bom… Só assim será possÃvel tornar-se “completo†(ou o mais perto disso possÃvel).
Mais recentemente, em minha edificante experiência com Comunicação para a área de Recursos Humanos (mais especificamente em carreiras e mercado de trabalho), deparei-me com correntes distintas – mas não menos pertinentes – de pensamento sobre esse tema. Em linhas gerais, elas dizem: esqueça as suas deficiências (pontos de melhoria ou “gapsâ€, como gostam de dizer os profissionais de RH) e foque em seus pontos fortes.
John C. Maxwell, o maior especialista em liderança da atualidade, diz o seguinte: “Se você desenvolver aquilo que já faz bem, tende a tornar-se excelente. Se você perde tempo treinando para desenvolver algo que não é o seu talento natural, conseguirá se tornar, no máximo, mediano. Mas ninguém paga pelo mediano! Ninguém quer gastar um tostão com o ‘mediano’! Portanto, invista para tornar-se único e excelente no que você faz melhor.â€
O palestrante motivacional e escritor Luis Paulo Luppa, criador do conceito “Vendedor Pit Bullâ€, disse o seguinte em uma interessante entrevista ao Jornal Carreira & Sucesso (clique aqui para ler a Ãntegra): “O maior defeito das empresas que eu observo hoje é que elas pegam uma pessoa que é fraquinha e treinam muito - um cara que é fraquinho, quando você treina, vira um fraco (…). As empresas têm de investir nos pontos fortes de cada um, e não ficarem preocupadas com os pontos fracos. É a mesma coisa se um técnico quiser treinar a perna direita do Maradona. Não faz sentido, porque o que ele faz com a esquerda ele faz muito bem.â€
O exemplo do Maradona – tudo bem que ele era gênio com a esquerda (seu pé forte), com a direita (seu pé “fracoâ€), com a cabeça e até com as mãos (que o digam os ingleses, eliminados pela sua “mano de Dios†na Copa de 86) – é bastante interessante e ilustrativo, em minha opinião.
Pensando bem, as palavras de Maxwell são largamente aplicáveis à minha realidade: por mais que eu estudasse e me esforçasse, jamais passaria de um aluno nota C em Matemática ou FÃsica. Porém, sempre tive afinidade e talento para as Humanidades, especialmente Português e História. Por isso, investi no Jornalismo – mesmo sabendo que o mercado de trabalho é eternamente ávido por engenheiros.
E você, o que pensa? Generalista ou especialista? Ser um ambidestro razoável ou ter a perna esquerda do Maradona? Gostaria de saber a sua opinião…
Fernão Silveira | 24 de Março de 2008, 10h28 | 14 Comentários »
por Bruna Martinho

As novas tecnologias chegaram com tudo e estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano. E como não haveria de ser diferente, também traz alguns problemas modernos…Hoje temos pessoas que são viciadas em Internet, isso mesmo. Um novo vÃcio entrou em cena.
E para tentar ajudar os “viciados”, o Hospital das ClÃnicas criou um tratamento para adolescentes, de 12 a 18 anos, dependentes da Internet. O mesmo hospital já havia criado um programa semelhante em 2006 e 2007, só que para adultos.
Por enquanto apenas quatro adolescentes foram selecionados. Um deles deixou de comer para poder pagar uma lan house e se manter conectado o tempo todo. Outro acabou perdendo a namorada, por passar até dez horas jogando na Internet.
São casos que podem acontecer com todos, por isso é preciso ficar atento aos principais sintomas: preocupação excessiva em estar conectado, abalos ou nervosismo quando não se navega na internet, perda da noção do tempo, mentiras do número de horas on-line e riscos de desemprego e perda de amigos.
O site G1 criou até um teste para avaliar a relação do usuário com a Internet. Clique aqui e confira se você tem esse mal dos tempos modernos…
Bruna Martinho | 20 de Março de 2008, 09h35 | 1 Comentário »
por Viviane Macedo
Para alguns, festa e muito chocolate, para outros, trabalho e mais trabalho. A Páscoa aquece o mercado e a fabricação caseira de chocolates garante bons lucros, às vezes, maiores que 100%.
Viviane Macedo | 19 de Março de 2008, 17h02 | Nenhum comentário »
por NaÃsa Modesto
O recado é simples: tenha pensamentos próprios (ok, admito, em tradução livre). Mas não foge muito disso: pense com sua cabeça, tenha idéias próprias, etc.
Essa campanha brilhante - na minha leiga opinião - foi feita pela agência CML BBDO para um jornal.
A idéia da seqüência de anúncios é deixar claro que o veÃculo de comunicação apenas informa os fatos, quem decide quais conclusões deve tirar é o leitor.
Se o jornal é imparcial ou não é outra história, o caso é que a série (veja as outras imagens aqui) deveria nos colocar um pouco para pensar.
Quantas vezes não sabemos somente uma versão de uma história e nos deixamos influenciar por quem a conta? Quantas vezes esquecemos de ir atrás da verdade e acabamos confiando na opinião da maioria das pessoas?
NaÃsa Modesto | 18 de Março de 2008, 17h34 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
Fiquei surpreso com a excelente receptividade que o tema “liderança†encontrou junto ao público leitor do nosso Catho Blog. Então, cabe falarmos mais a respeito do assunto!
Liderança é influência:
Este é quase um mantra para John C. Maxwell e seus seguidores. Na concepção do estudioso americano, conhecido como o maior treinador de lÃderes do mundo, o grande poder da liderança está longe do poder em si. Parece contraditório, mas faz todo sentido.
A “liderança posicionalâ€, aquela que parte do “chefe†- do cara que diz “Façam o que eu mando porque sou eu que mando!†-, é incompleta e traz resultados momentâneos (quando muito). Aliás, é comum as empresas apostarem na figura do “bombeiroâ€: aquele (ou aquela) executivo(a) linha dura, que entra na companhia (ou em um departamento) para “apagar incêndiosâ€, chutando portas, falando palavrões e demitindo pessoas.
Geralmente, esses “bombeiros†são acionados para a obtenção de resultados instantâneos, de gestão ou de vendas (principalmente). É aquele gestor em que a direção da empresa deposita todas as fichas para a solução de um problema persistente e incômodo. Dotado de carta branca, ele (ou ela) faz o que considera necessário para trazer os resultados esperados, custe o que custar.
Talvez nesse ponto esteja a grande diferença entre o lÃder e o chefe. É bem possÃvel que ambos tragam os resultados de curto prazo desejados, apagando o “incêndio†que existia antes. Sem liderança, porém, os resultados imediatos conquistados – aqueles números para os quais os donos da empresa olham e dizem: “Viu só? Basta apertar esses molengas que a coisa anda…†– tem pouquÃssimas chances de persistir. E isso acontece porque apenas um lÃder consegue comprometer uma equipe de forma harmoniosa e sadia em busca de um objetivo comum, a longo prazo, mesmo sob as condições menos favoráveis. Sob pressão, “na porradaâ€, as resistências logo são vencidas e os problemas do passado tendem a reaparecer ainda mais fortes.
Vale refletir!
Liderança em vÃdeo:
Para saber mais sobre liderança, sugiro que você assista a esta reportagem muito bacana que a repórter NaÃsa Modesto fez com John C. Maxwell.
Fernão Silveira | 17 de Março de 2008, 11h39 | 2 Comentários »
por Bruna Martinho
A lei aprovada na última terça-feira pelo nosso ilustre presidente Lula, afirma que nenhuma empresa poderá exigir uma experiência comprovada de mais de seis meses dos candidatos a uma vaga de emprego.
Certo, se formos pensar, até que é uma lei boa, uma iniciativa necessária. Porém, pouca coisa vai mudar no mercado de trabalho, já que as empresas – provavelmente – vão apenas eliminar da descrição da vaga a exigência da experiência, mas podem selecionar os candidatos posteriormente pelo mesmo critério.
Acredito que toda tentativa é válida, e todos deveriam ter as mesmas chances no mercado de trabalho… Vamos ver se o nosso presidente não se empolga e cria outras leis que possam contribuir para a diminuição do desemprego no paÃs…
Bruna Martinho | 13 de Março de 2008, 09h27 | 1 Comentário »
por Viviane Macedo
Para ser chefe tem que ser lÃder? Todo lÃder é chefe? A resposta para essas perguntas é não! Nem todo chefe consegue liderar uma equipe e muitos lÃderes não são chefes. Para John Maxwell, o maior treinador de lÃderes do mundo, liderança é, entre outras coisas, uma questão de influência.
Durante visita ao Brasil, Maxwell conversou com o Catho NotÃcias sobre o tema liderança. Acompanhe a reportagem clicando aqui.
Viviane Macedo | 12 de Março de 2008, 18h18 | 1 Comentário »
por Fernão Silveira
No último final de semana, eu tive a oportunidade de conversar com um velho amigo que há muito tempo não via. Sabia que ele havia sido – merecidamente, diga-se – promovido a gerente na multinacional em que ele trabalha, mas não havÃamos falado de sua conquista até então.
Em determinado ponto da conversa, falávamos sobre como temos deixado a qualidade de vida de lado para poder galgar degraus na carreira – é verdade: este amigo, que sempre foi bem magro, já ostenta uma barriguinha razoável por conta das horas a mais de trabalho, das viagens, do sedentarismo e das refeições totalmente desregradas.
E ele, recém-promovido a gerente de uma das maiores e mais famosas empresas do mundo, com negócios nas mais diversas áreas, reclamava que cada vez tinha menos tempo para ele (inclusive para nós, amigos dele).
E eu perguntei: “Cara, está valendo a pena? Pelo dinheiro, pela ascensão profissional…”
E ele respondeu: “Pois é, tenho pensado nisso… Por enquanto, acho que ainda vale, sim. Mas não sei por quanto tempo valerá… Sei que vai chegar uma hora em que vou querer diminuir o ritmo. Penso até em prestar um concurso público para ganhar um salário mais baixo, mas que me permita viver razoavelmente bem… Sei lá…”
E este amigo tem apenas 28 anos…
Recentemente, deparei-me com uma frase atribuÃda ao Dalai Lama (não sei se é dele mesmo…) que é bastante interessante. Vale a pena pensar:
“Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente e nem o futuro. Vivem como se nunca fossem morrer, e morrem como se nunca tivessem vivido.”
Quantos de nós não vivemos assim hoje em dia por causa das exigências profissionais?
É claro que temos de nos dedicar profissionalmente e fazer o melhor possÃvel para construirmos uma ótima carreira. Mas precisamos tomar cuidado para que nossa saúde, fÃsica e mental, permita que aproveitemos todos os benefÃcios que conquistarmos com nosso trabalho. Do contrário, o que terá valido trabalhar tanto?
Fernão Silveira | 10 de Março de 2008, 11h12 | 4 Comentários »
por Leonardo Dias
Marcelo sentia-se inseguro. Trabalhava numa loja de aparelhos eletrônicos no centro de São Paulo. Era um vendedor técnico especializado em equipamentos e materiais elétricos. Já trabalhava naquela empresa havia dois anos. No entanto, nos últimos meses, percebeu que havia algo de errado e achou que era a hora de sair.
Muitas vezes pensamos que é o momento de sair pelo mercado, mas não temos razões objetivas para tanto. Acabamos creditando tudo ao nosso próprio medo. Por vezes ficamos na zona de conforto até que um belo dia a empresa entra em zona de pânico. E aà pode ser tarde demais para sair, ainda que seja inevitável.
Mas há alguns sinais tênues que indicam que talvez seja o momento de fazer entrevistas em outras empresas. São como fumaça: podem ser vistos de longe, mas não se sabe se se trata de uma pequena fogueira ou de um grande incêndio. Talvez seja a hora de sair se na sua empresa:
- As reuniões em que você participa terminam sem decisões e sem soluções para os problemas nelas discutidos;
- os gerentes não se importam em ouvir os funcionários e tampouco em gerenciá-los. Parecem imersos em seus próprios problemas;
- os funcionários não funcionam devidamente, isso é, a empresa não fornece material ou ambiente adequado para que os seus processos-chave sejam executados com qualidade;
- os sócios ou diretores estão sempre fora da empresa e nunca têm tempo para os seus subordinados;
- ninguém da empresa sabe dizer com firmeza o quanto ela fatura;
- ninguém sabe se nos últimos seis meses a empresa deu lucro ou prejuÃzo;
- não há feedback ou avaliação dos funcionários, apenas broncas que desmotivam e tornam pior a qualidade do trabalho;
- a empresa nem demite, nem contrata, vive apenas na inércia, sem grandes mudanças;
- não há perspectiva de crescimento e ninguém sabe se um dia vai haver;
Se a sua empresa apresentar três ou mais sintomas acima, é hora de atualizar o seu currÃculo! Lembre-se: na maioria dos casos é melhor procurar um outro emprego estando empregado do que sem emprego. Antecipe-se no jogo da sua carreira! Trata-se de um jogo em que só você pode armar estratégias vencedoras. E não se pode vencer sendo um bom jogador sozinho num time ruim. Encontre a empresa certa, pois, com a ajuda dela, você conseguirá realizar os seus sonhos.
* = link http://www.catho.com.br/dicas/
Leonardo Dias | 7 de Março de 2008, 12h10 | 1 Comentário »
por Bruna Martinho
Vocês devem ter lido ou ouvido falar no menino de 8 anos que passou no vestibular para Direito da Unip. E eu pergunto: “É brincadeira, né?” [rs]. Eu fiquei surpresa com a notÃcia por vários aspectos.
Primeiro pela faculdade ter deixado o menino se inscrever no vestibular e se matricular no curso, segundo por ele achar isso normal e querer cursar a faculdade e colégio ao mesmo tempo e, terceiro, pela mãe apoiar o menino nesse ingresso nos estudos. Sério! Que paÃs é esse?
O menino tem apenas 8 anos e nem o ensino médio ele concluiu! A mãe diz que ele “gosta de estudar”. Tá, tudo bem, mas para tudo tem limite. E a infância dele? Vai passar assistindo aula o dia todo?
É preocupante ver que no Brasil acontecem coisas como essa. Tem idade pra tudo e ele terá a sua chance de cursar a faculdade, de se formar, mas não agora. Por que para ele deveria ser diferente?
Estudar é sim um fator de muita importância para a vida pessoal e profissional de todos. A educação é tudo! É dela que partem todos os nossos princÃpios e o ser humano que vamos nos tornar. Tentar apressar o processo do conhecimento me parece errado e precipitado.
Só falta dizer que ele também passou em algum processo seletivo para o seu primeiro emprego! PeraÃ, né…[rs]
Bruna Martinho | 6 de Março de 2008, 14h53 | 3 Comentários »
por Viviane Macedo
O número de mulheres em cargos de liderança dobrou nos últimos dez anos. Para especialistas esse aumento é reflexo da preocupação cada vez maior que as mulheres têm com a qualificação e especialização profissional. Confira a matéria completa aqui.
Viviane Macedo | 5 de Março de 2008, 18h06 | 1 Comentário »
por NaÃsa Modesto
Já sentiu vontade de esganar um colega de trabalho teimoso, quis pedir demissão em virtude do jeito controlador do seu chefe ou sentiu-se incompreendido durante uma reunião de negócios?
Antes de deixar o sangue ferver ou sentir-se diminuÃdo, tente entender porque é tão difÃcil relacionar-se no ambiente de trabalho e procure minimizar o clima de desentendimento no escritório.
O Eneagrama pode ser um grande aliado nesta tarefa. Fruto de um conhecimento milenar, esta metodologia descreve nove tipos comportamentais e pode ensiná-lo a potencializar suas habilidades e controlar aqueles defeitinhos.
Descubra seu número e conheça suas caracterÃsticas clicando aqui.
NaÃsa Modesto | 4 de Março de 2008, 18h01 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
Passou pelo Brasil, na semana passada, o professor e escritor norte-americano John C. Maxwell, conhecido como o maior treinador de lÃderes do mundo. Ele é autor de mais de 50 tÃtulos sobre o tema e já vendeu mais de 13 milhões de cópias ao redor do planeta.
Em palestra proferida na Câmara Americana de Comércio (Amcham), entre um livro vendido e outro, Maxwell transmitiu alguns conceitos interessantes a respeito de liderança. Vale a pena refletir…
- LÃder não é aquele que cruza primeiro a linha de chegada. LÃder é aquele que cruza a linha de chegada junto de seus liderados.
- Se o lÃder se sente sozinho, ele está fazendo alguma coisa errada. O verdadeiro lÃder mantém seus liderados perto de si, inclusive quando está galgando posições.
- Liderança se constrói diariamente, mas não de um dia para o outro. O lÃder deve se preparar constantemente - lendo livros, estudando, tendo contato com outros lÃderes. É o que Maxwell chama de “Lei do Processo†(desenvolver atitudes de liderança como um hábito, diariamente).
- Portanto, é um erro pressupor que é preciso alcançar um cargo de chefia (que demanda algum grau de liderança) para só daà se preparar e aperfeiçoar como lÃder. O compromisso e a disposição de aprimorar-se são caracterÃsticas inerentes ao lÃder.
- Chefia não significa, necessariamente, liderança. Aliás, muitos lÃderes não estão em posição de chefia, estão no “meio da pirâmideâ€.
- Um lÃder bem preparado que ocupe posições intermediárias na escala hierárquica de uma empresa tem plenas condições de influenciar todos à sua volta (os que estão abaixo, os que estão no mesmo nÃvel e aqueles que se encontram em posições superiores). É o que Maxwell conceitua como “LÃder 360ºâ€.
- Liderança não significa liberdade e privilégios, como muitos supõem. Pelo contrário: liderança só intensifica o compromisso e a responsabilidade que o lÃder tem junto a seus liderados.
- Uma das chaves da liderança é o relacionamento. O lÃder tem de se relacionar com todos, desde as pessoas mais agradáveis até os colegas e superiores mais difÃceis de lidar.
Fernão Silveira | 3 de Março de 2008, 11h00 | 9 Comentários »