por Bruna Martinho
É, mulheres! O nosso dia está chegando e para comemorar bem a data, estamos preparando uma série de matérias bem legais sobre a mulher no mercado de trabalho e toda sua batalha na vida e na carreira. Para começar, fomos cobrir o 1º Encontro de Mulheres LÃderes em São Paulo pelo Catho NotÃcias.
O evento, organizado pela Agenda de Negócios e pela revista AmericaEconomia, teve como tema a liderança no mundo dos negócios e o papel fundamental que as mulheres estão exercendo nesse panorama.
A desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho ainda é real. Segundo estudo da Catho Online, mesmo quando exercem o mesmo cargo, elas ganham, por ano, 19% a menos que eles.
Acompanhe a matéria completa clicando aqui!
Bruna Martinho | 28 de Fevereiro de 2008, 16h30 | 1 Comentário »
por NaÃsa Modesto
Se a vida real era muito boa na arte de separar as pessoas por classe social, a Internet parece estar aprendendo a lição de maneira exemplar.
Depois do Gazzag, Orkut e afins, a nova idéia é criar uma rede de contatos com pessoas selecionadas. Isso mesmo! Capriche no networking, freqüente os lugares certos em boa companhia e tenha R$ 79 disponÃveis por mês. Este é só o começo para ser aceito pela comunidade Social Life. Apesar do nome estrangeiro, a rede define-se como uma “comunidade online privada exclusivamente brasileiraâ€.
A página do site já avisa que, assim como acontece em casas noturnas badaladas, não é fácil pertencer à lista de VIPs – os participantes serão convidados, mas somente 10% dos usuários têm o “poder†de fazer os convites.
Quem estiver disposto a fazer parte deste seleto grupo, terá a oportunidade de “interagir mais fortemente com pessoas que pertencem ao mesmo cÃrculo social de um modo completamente exclusivo. Tudo isso com total privacidadeâ€, como informa o Social Life.
NaÃsa Modesto | 26 de Fevereiro de 2008, 19h10 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
Confesso: sou um fã de longa data deste cara. Estou falando do tenista (ex-profissional) Fernando Meligeni, o Fininho, um dos caras mais “gente boa†que o esporte brasileiro já conheceu.
Além de bom jogador – nada de comparações com Guga ou outros monstros do tênis mundial, okay? -, Fininho sempre foi um exemplo de paixão e superação. Apesar de nunca ter se mantido entre os “tops†do mundo, Meligeni se caracterizava pela raça, pela entrega, pelo empenho. Ele não vendia barato um ponto sequer…
Quem teve o prazer de assistir à decisão pela medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo-2003, em que ele derrotou o chileno Marcelo RÃos (ex-número 1 do mundo) numa partida épica, sabe do que eu estou falando. (Confesso mais uma vez: esta foi uma das coberturas em que eu, então jornalista esportivo, mais vibrei e torci em toda a minha carreira!)
Pois Fininho, em seu blog, escreveu um post muito bacana nos últimos dias. É um relato sobre o dia em que ele, argentino de nascimento, “tornou-se brasileiro†de vez. E isso ocorreu quando ele teve a coragem de rejeitar um convite de Guillermo Villas (uma verdadeira lenda do tênis argentino) para defender a seleção alviceleste na Copa Davis.
“Willi [Guillermo], não sei como te dizer, mas não posso aceitar o seu convite [para jogar pela Argentina]. Vou jogar pelo Brasil. É ali que está o meu coração. Não sei quando, mas vou entrar na quadra pelo Brasilâ€, respondeu Fininho, que abriu mão da chance de disputar um dos torneios mais importantes do tênis mundial porque tinha certeza, no fundo de sua alma, que um dia o Brasil também chegaria lá e daria a ele a oportunidade de jogar a “Copa do Mundo do tênis†– o que efetivamente aconteceu, pouco mais tarde.
Para mim, o relato do Fininho tem mensagens muito legais, que podem ser aplicadas às carreiras e às vidas de todos nós. Então, aproveite a leitura.
Fernão Silveira | 25 de Fevereiro de 2008, 16h20 | Nenhum comentário »
por Bruna Martinho
Deu na Folha de Pernambuco na segunda (18/2), com base na pesquisa da Catho: “A contratação, a demissão e a carreira dos profissionais brasileirosâ€. Foi possÃvel constatar que o aumento da remuneração é o quinto item levado em conta na escolha de um novo emprego, sendo mais relevante apenas para 7,22% dos entrevistados.
O quesito considerado mais importante ficou por conta da perspectiva de crescimento, com 36%. Um dado interessante para os nossos tempos atuais. Parece que aquela mentalidade de que “o salário é tudo” está mudando e os profissionais estão ficando mais preocupados com suas carreiras.
Creio que são vários fatores que pesam na mudança de emprego ou até mesmo na mudança de área. Aliás, o pessoal do Catho NotÃcias preparou uma matéria muito legal sobre a mudança de área. É, mudar o rumo da carreira e atuar numa área diferente é a opção de muita gente, mas alguns cuidados precisam ser observados para ter sucesso nessa transição. Confira aqui o vÃdeo!
Bruna Martinho | 21 de Fevereiro de 2008, 11h00 | Nenhum comentário »
por Viviane Macedo
A entrevista de emprego é um momento tenso para muitos que estão participando de processos seletivos. É comum ter dúvidas de o que responder quando questionado sobre determinados assuntos e a dificuldade aumenta quando esses assuntos estão relacionados à empresa anterior.
Para ajudar nessa hora tão importante e tornar esse momento mais fácil, a consultora da Catho Online, Glaucia Santos, dá dicas de o que falar e o que não falar durante a entrevista de emprego.
Fique atento…
O QUE FALAR?
- Fale das suas principais qualificações acadêmicas e profissionais, sempre relacionando-as com a vaga de interesse;
- Mostre interesse na vaga e na empresa, diga o quanto ela poderá contribuir para o seu crescimento profissional e como você também poderá contribuir estando em seu quadro de funcionários;
- Comente sobre a empresa, demonstrando que pesquisou sobre o seu ramo de atuação e que tem real interesse na vaga;
- Questione sobre as atividades desenvolvidas pela posição que está concorrendo e, em seguida, fale sobre os conhecimentos que possui e que podem contribuir para o desenvolvimento do trabalho proposto.
O QUE NÃO FALAR?
- Não faça comentários pessoais sobre a empresa ou o chefe anterior. Ex.: “Meu chefe era incompetente” ou “A empresa nunca pagava em dia”. Esses comentários certamente serão vistos de forma negativa pelo selecionador. Atenha-se a informações formais, como atribuições do cargo que ocupa e trabalhos desenvolvidos;
- Não demonstre falta de interesse na vaga quando perguntado sobre o porquê quis participar do processo - isso vai prejudicá-lo na seleção. Ex.: “Na verdade, eu tenho interesse em atuar em outra área, mas como apareceu esta oportunidade eu resolvi tentar”;
- Nunca coloque em questão a idoneidade da empresa. Fazer comentários que indicam insegurança com relação aos serviços oferecidos pela empresa é um erro incorrigÃvel;
- Não questione o selecionador sobre costumes internos da empresa, como emendas de feriados, por exemplo. Esse tipo de questionamento pode transmitir uma imagem de profissional pouco comprometido com o trabalho ou desinteressado;
- Não pergunte sobre o salário pago pela empresa e jamais peça aumento durante a entrevista: a negociação salarial deve partir do selecionador, sempre.
Viviane Macedo | 20 de Fevereiro de 2008, 18h33 | 1 Comentário »
por NaÃsa Modesto
Nesta edição do Jornal Estilo & Gestão RH, publicamos uma matéria falando sobre a depressão. A OMS, Organização Mundial da Saúde, estima que atualmente mais de 120 milhões de pessoas sofrem com transtorno no mundo.
Um dos maiores problemas é diferenciar o que é um perÃodo de tristeza e o que é depressão e, assim, buscar ajuda profissional para contornar a doença.
Se você quer saber mais sobre como detectar o transtorno e contribuir para a recuperação de uma pessoa depressiva, clique aqui e leia a matéria completa.
NaÃsa Modesto | 19 de Fevereiro de 2008, 19h04 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
Antes de contar a historinha, vamos à moral dela: jamais renegue o seu talento e dedique-se, com afinco e fé, ao desenvolvimento de suas habilidades e seus amores. Não há caminho mais fácil e certo para o sucesso.
Agora, a história…
Astor Piazzolla (1921-1992) é o maior nome do tango moderno e um dos mais brilhantes músicos que a América Latina conheceu no Século XX.
Músico completo, porém célebre por seu caso de amor com o bandonéon (instrumento semelhante ao acordeão brasileiro), Piazzolla é o criador do “Tango Nuevo” (Tango Novo), que representou uma modernização do mais famoso gênero musical da Argentina.
Mas, como todo visionário, Piazzolla custou a ser compreendido e reconhecido por seus pares. Nas décadas de 1940 e 1950, enquanto ele construÃa a revolução do “Tango Nuevo”, foi muito criticado pelos puritanos do estilo por modernizar a música tÃpica argentina, aproximando-a do jazz. “O que ele faz não é tango”, metralhavam seus crÃticos.
Seu patrão na época, o lendário maestro AnÃbal “El Pichuco” Troilo (outro gênio do tango), obrigava-o a “pegar leve” nos solos de bandoneón, pois suas extravagâncias musicais estavam espantando os dançarinos das pistas.Â
Mas Piazzolla era um músico brilhante. Em 1954, ele venceu um concurso musical promovido pelo governo francês e ganhou uma bolsa de estudos, em Paris, com a mais famosa pedagoga musical da época, a professora e maestrina Nadia Boulanger.
Em Paris, diante da célebre professora, um desiludido e criticado Piazzolla fez de tudo para esconder seu “passado tangueiro”, dedicando-se apenas à música clássica – ele também compunha peças para orquestras. Até o dia em que ele apresentou para a professora seu tango “Triunfal”.
Nadia Boulanger, mostrando por que era a principal pedagoga musical de sua época, deu a seguinte recomendação após ouvir uma das obras-primas de seu novo aluno: “Astor, suas obras eruditas são bem escritas, mas aqui [no tango] está o verdadeiro Piazzolla. Não o abandone nunca!”
E a história mostrou que Nadia Boulanger tinha razão…
Para concluir: quantos de nós, diante das crÃticas e dificuldades, não caÃmos na tentação de fraquejar e abandonar sonhos ou renegar talentos? Quantos de nós não desistem de seus “tangos” no meio do caminho por causa das adversidades que a vida nos impõe?
Cada um tem o seu “tango”. Lute o quanto puder para preservá-lo.
Fernão Silveira | 18 de Fevereiro de 2008, 10h31 | Nenhum comentário »
por Bruna Martinho
Todos devem ter lido ou ouvido alguma coisa sobre a taxa de desemprego de 2007 ter sido menor do que a de 2006 - caiu de 16,8% para 15,5%. Uma notÃcia boa e até que animadora para o ano de 2008.
Um dos setores que fecharam o ano passado em alta foi o setor industrial, a maior alta desde 2001! É hora de aproveitar o momento. Busque as oportunidades, atualize o seu currÃculo, não fique parado!
O Jornal Carreira & Sucesso dá as dicas sobre o que falar e o que não falar na entrevista de emprego. Confira aqui a matéria. Aproveite e veja também as dicas de como se vestir na ocasião. E boa sorte…!
Bruna Martinho | 14 de Fevereiro de 2008, 10h46 | 1 Comentário »
por Viviane Macedo
Em época de Big Brother Brasil, vamos falar do Big Brother Corporativo que vivemos todos os dias. Claro que não são 24 horas por dia, mas são, no mÃnimo, 6 horas ao lado de pessoas diferentes. Como no Big Brother, é comum acostumarmos com os “brothers†à nossa volta, mas nem sempre conseguimos nos adaptar aos hábitos e jeito de cada um.
Uns falam demais…Outros falam alto demais. Uns não sabem separar as coisas e outros parecem não entender que o ambiente é profissional. Brincadeiras fora de hora, piadas indevidas.
Não quero dizer e nem acho que o ambiente de trabalho deveria ser um local extremamente formal e sério, ninguém agüentaria e seria, sem dúvidas, uma chatice total. Mas, defendo um ambiente descontraÃdo respeitando cada um como um profissional e não com as intimidades que tem com amigo de infância.
Você consegue manter esse limite entre o fim da sua liberdade e o começo da do próximo? Já esteve envolvido em alguma situação chata de convivência no ambiente de trabalho?
Viviane Macedo | 13 de Fevereiro de 2008, 17h48 | Nenhum comentário »
por NaÃsa Modesto
Depois de descobrir o site (www.43things.com) que te ajuda a cumprir suas metas para o ano, achei agora outra página que ajuda você a se organizar.
Deixando de lado as agendas de papel, os calendários sobre a mesa do escritório e até mesmos os avisos de compromissos no seu desktop, a ajuda agora vem do seu e-mail. Ou melhor, da Sandy.
A simpática mocinha funciona como uma secretária virtual. Você faz um cadastro gratuitamente e recebe um link para o qual você deve enviar os compromissos que deseja que Sandy lembre para você.
Sua “secretária†pode lembrá-lo do horário do dentista, do aniversário de um colega ou até mesmo da lista de compras do supermercado.
Achou interessante? Clique aqui para conhecer a Sandy.
NaÃsa Modesto | 12 de Fevereiro de 2008, 14h09 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
Uma das atividades principais do networking é a troca de cartões. O ato é realmente importante, pois permite que você “arquive†os dados de contato de uma pessoa – relevante ou não, interessante ou não, útil ou não… – que você acabou de conhecer em alguma circunstância.
Há quem se orgulhe da coleção de cartões de visita que ostenta. Muitos executivos guardam as suas pastas (!?) de cartões a sete chaves, como se fossem as jóias da coroa da rainha. Numa época em que se valoriza tanto a rede de contatos e relacionamentos, em que até existem cursos para ensinar a fazer networking, talvez esse nem seja um grande exagero.
Você sabia que há eventos feitos especialmente para que profissionais e empresários se conheçam, interajam e…troquem cartões? Pois é! Mais uma novidade de um mundo em que os executivos têm de reservar horário na agenda – e isso é verdade! – para brincar com os filhos e ficar com a famÃlia…
Na mais recente edição do Jornal Carreira & Sucesso, da Catho Online, há uma matéria bem interessante sobre esses eventos feitos especialmente para promover a integração entre executivos e empresários.
Os cenários e os motes são os mais diversos: um painel de negócios, um final de semana em um hotel de luxo (ou resort, ou hotel-fazenda), uma confraria de torcedores de algum time ou até mesmo uma boa “pelada†(no sentido futebolÃstico, claro…) com craques do passado. Vale tudo para uma boa troca de cartões!
Quer saber mais? Então, clique aqui!
PS: Certa vez, ouvi um ditado muito bacana: “Todos são crianças, só mudam os brinquedos.â€
Há algumas décadas, eles trocavam figurinhas. Hoje, os executivos e executivas não desperdiçam uma boa troca de cartões de visita.
É verdade, só mudaram os brinquedos…
Fernão Silveira | 11 de Fevereiro de 2008, 15h40 | Nenhum comentário »
por Bruna Martinho
Bom, agora podemos dizer meio que oficialmente que o ano começou, certo? Se bem que ele começou já faz um tempinho, só que muita gente só foi empurrando esses dias com a barriga [rs].
É hora de sacudir a serpentina e visualizar o futuro. Muitas coisas temos que deixar pra trás, para que possamos seguir em frente. O que se perdeu, não tem volta e o que passou, já era…
No Carnaval eu perdi duas calotas, é sério! [rs] Uma estrada horrÃvel, esburacada e sem sinalização acarretou na perda das calotas…Pode parecer um exemplo tosco, mas quantas “calotas” a gente não perde por aà na vida e quantas “estradas” não são tortuosas para nós?
O negócio é seguir em frente sem olhar pra trás. Tenho certeza que a vida reserva muitas oportunidades para todos e que é só uma questão de tempo para que tudo se encaixe e faça sentido.
Perdeu o emprego? Procure outro! Quer uma promoção? Corra atrás! Quer entrar na faculdade? Estude! Tudo está ao alcance das nossas mãos…
E você, já visualizou o seu futuro?
Bruna Martinho | 7 de Fevereiro de 2008, 10h39 | Nenhum comentário »
por Leonardo Dias
Joana queria alavancar a sua carreira e não sabia como. Após anos trabalhando como secretária executiva fez com que ela compreendesse processos importantes das empresas a ponto de poder atuar como uma gerente. A vida de secretária já era melhor do que a do inÃcio de sua carreira como recepcionista. No entanto estava longe ainda de chegar onde desejava.
Mas como fazer para subir a escada das virtudes e receber os seus direitos? Ela percebeu que de nada adianta subir uma escada se os degraus não estiverem firmes. Passou a pisar em um chão com mais fundamento: resolveu fazer uma pós-graduação em administração de empresas para sentir-se mais preparada.
Depois inscreveu-se em uma série de cursos que a auxiliaram a enxergar a empresa como um todo. Ter a visão global foi o que a auxiliou no seu trabalho como secretária. Ela podia preparar relatórios mais inteligentes para o seu diretor que, por sua vez, passou a reconhecer em Joana uma valiosa funcionária e muito acima de diversos gerentes.
Aà percebeu que para alcançar a vitória ela teria de fazer mais. E
passou a sugerir, mandar mais idéias. Logo o diretor passou a convidá-la para as reuniões não apenas como ouvinte, mas sim como uma grande assessora que conhecia bem a empresa e poderia opinar em qualquer assunto.
Em três anos Joana já tinha subido os três principais degraus: o do conhecimento, o da atitude e o da criatividade. Agora ela já se sentia firme para dar o próximo passo: procurar uma oportunidade em gestão.
No entanto ela não precisou de muito: o diretor, ao perceber os
movimentos de sua competente secretária, promoveu-a logo a gerente dando-lhe diversas oportunidades de crescimento na empresa onde estava.
Joana aceitou e resolveu continuar subindo. Agora almeja uma posição na diretoria, mas sabe que para isso ainda faltam alguns passos. Passos estes que todos nós deveremos estar dispostos a dar.
E você, leitor? Quantos degraus vai subir nesse ano?
Leonardo Dias | 1 de Fevereiro de 2008, 18h06 | 3 Comentários »