por NaÃsa Modesto
Não pretendo converter fumantes nem incitar os não-fumantes, mas o caso é que tem certas coisas que nos fazem refletir sobre nossos vÃcios. Às vezes, uma coisa simples já basta: uma amiga minha, por exemplo, parou de fumar depois de ser passada para trás por uma senhora subindo uma ladeira. Ainda no meio da subida viu a velhinha dobrar a esquina quase sem esforço enquanto ela ainda segurava o cigarro entre os dedos. Largou no dia seguinte.
Acredito que os fumantes conhecem todos os males do cigarro e não agüentam mais serem bombardeados pelas estatÃsticas. Acho que elas não convencem mais. O que vale é pensar no futuro, em envelhecer de maneira mais tranqüila e encarar o fato: você tem um vÃcio!
As maneiras para tentar largar o cigarro – considerado por muitos o companheiro mais fiel – são inúmeras: patches, filtros, grupos de apoio… Você só precisa decidir se quer começar a batalha. Mas não inicie a jornada antes de ter certeza de que está convencido a parar, caso contrário, a luta será em vão.
Se quiser saber mais sobre o assunto, clique aqui.
NaÃsa Modesto | 31 de Janeiro de 2008, 15h10 | Nenhum comentário »
por Viviane Macedo
Quando somos crianças temos um hábito comum de dizer: “quando eu crescer eu quero ser…” e lá se vão dezenas de desejos profissionais e pessoais.
Uns sonham em ser médicos, outros em ser bombeiros, algumas menininhas têm o sonho de ser aeromoças, outras de casar e ter filhos…
Mas, com o passar dos anos, as pessoas deixam de ser crianças e de sonhar alto, com coisas bonitas e que enchiam os olhos de esperança ao falar quando pequenas…
Mas por que isso acontece?
Por que crescemos e deixamos os nossos mais bonitos desejos de crianças espalhados pelo caminho? SerÃamos muito mais felizes se tivéssemos crescidos e nos tornado aquelas pessoas que sonhávamos ser quando nem tÃnhamos noção do que isso, verdadeiramente, significava?
Mas como costumam dizer: nunca é tarde para começar de novo…
Qual era o seu sonho? O que você queria ser quando crescesse? E agora que você cresceu, se transformou no seu desejo ou é apenas uma pessoa comum sem grandes perspectivas, simplesmente vivendo?
A profissão dos seus sonhos, a casa de campo, os cachorros no quintal… nada disso precisa ficar apenas marcado nos seus sonhos de criança… ainda há tempo, talvez muito mais do que você imagina.
E aÃ, o que você vai ser agora que você cresceu?
Viviane Macedo | 30 de Janeiro de 2008, 15h17 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
Os veÃculos de comunicação da Catho Online publicaram tantas coisas legais nos últimos dias que eu gostaria de dar umas dicas rápidas para todo mundo.
Catho NotÃcias
O Catho NotÃcias, canal de reportagens em vÃdeo da Catho Online, publicou na semana passada, nos dias 23 e 24, duas matérias sensacionais sobre São Paulo.
A primeira matéria, do dia 23, fala sobre o mercado de trabalho na capital paulista, que não à toa é conhecida como a “terra das oportunidades†em nosso PaÃs. Para assistir, clique aqui.
No dia seguinte, véspera do aniversário da cidade, o Catho NotÃcias publicou uma reportagem cativante sobre São Paulo. Mesmo que as 454 velinhas já tenham sido apagadas, vale a pena rever! Clique aqui.
Jornal Carreira & SucessoÂ
São tantas coisas legais na última edição do Jornal Carreira & Sucesso, mas vou destacar apenas uma matéria: “Vista-se para conseguir um novo empregoâ€. Além de tratar sobre um assunto que interessa a todos – a forma correta de se vestir para uma entrevista de emprego -, a reportagem é ilustrada, com dicas e tópicos para facilitar a vida de quem fica em dúvida diante do espelho na hora de um evento tão importante para a carreira! Clique aqui para ler a matéria.
Estilo & Gestão RH
O Estilo & Gestão RH também está recheado de ótimas matérias, mas vou manter a linha de recomendar uma só: “Como cumprir as promessas de Ano Novoâ€, que traz valiosas dicas para quem não quer deixar que as promessas feitas na virada de 2007 para 2008 se esvaiam com as sete ondinhas puladas na praia pouco antes (ou pouco depois) de estourar a champanhe.
Não perca essas matérias. Um profissional bem informado vale muito!
Fernão Silveira | 28 de Janeiro de 2008, 15h21 | Nenhum comentário »
por Viviane Macedo
A cidade de São Paulo completa 454 anos amanhã e merece ser homenageada…
Uma cidade que acolhe todos os povos, raças e diferenças de braços abertos, que oferece grandes oportunidades e que concentra sozinha mais de um terço das vagas de emprego de todo o PaÃs.
Uma cidade grande, agitada, barulhenta e que atrai pessoas dos mais variados lugares do Brasil e do mundo. Não é impressão, São Paulo não pára, mesmo quando tudo contribui para isso…
Para homenagear o grande pólo de atração de mão-de-obra do PaÃs, a equipe do Catho NotÃcias fez uma matéria especial sobre a cidade da garoa, assista clicando aqui.
Viviane Macedo | 24 de Janeiro de 2008, 16h34 | Nenhum comentário »
por NaÃsa Modesto
Acabo de fazer uma matéria para o Jornal Estilo & Gestão RH sobre ansiedade (clique aqui para ler). É engraçado que muitas pessoas assumem com certa facilidade serem ansiosas, mas nem todo mundo parece ter a real dimensão do que é conviver com este mal.
Tonturas, inquietação, angústia… Esses são apenas alguns dos sintomas que perseguem os ansiosos.
Ficou curioso e quer testar seu nÃvel de ansiedade? Então clique aqui.
NaÃsa Modesto | 22 de Janeiro de 2008, 19h12 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
Eis um ponto de vista interessante: ao falar de sua carreira, comece a descrever (talvez “projetar†seja o melhor termo…) como e onde você estará daqui a 10 ou 20 anos. A partir daÃ, conte qual foi (ou qual será) a trajetória que o levou (levará) ao ponto de partida da sua narrativa (daqui a 10 ou 20 anos, portanto). Estranha essa idéia, né?
Pois é isso que propõe a colunista Leila Navarro em seu artigo mais recente no Jornal Carreira & Sucesso. A especialista defende esse exercÃcio para que o profissional projete o seu futuro e aprenda a explorar novas perspectivas.
“Pensar assim é dirigir a carreira olhando para a frente, para o futuro, atento ao que vem por aà – e não o que já passou. Com certeza, uma trajetória profissional desenhada dessa maneira tem muito mais… futuro†– palavras de Leila Navarro!
Por mais estranho que pareça, a brincadeira é interessante. Misture seus sonhos e desejos com perspectivas reais que você enxerga para o seu futuro profissional. Minha dica é: experimente!
Fernão Silveira | 21 de Janeiro de 2008, 18h16 | Nenhum comentário »
por Leonardo Dias
Os três primeiros meses do ano são conhecidos como a melhor época para procurar emprego. Isso acontece porque as empresas terminam de fechar o balanço do ano passado e percebem que é hora de reinvestir o lucro obtido, ou seja, hora de contratar pessoal para fazer crescer as vendas e os negócios.
Uma forma de medir o que está acontecendo no mercado é ver quais as palavras que as empresas andam buscando. Por exemplo: um termômetro para saber se uma empresa vai aumentar o seu quadro de funcionários é observar se os cargos de departamento pessoal e de recursos humanos estão sendo muito buscados. No caso da Catho, esses termos aparecem logo no começo de nossa lista de palavras mais buscadas de janeiro.
Veja abaixo o TOP 30 de termos mais buscados pelas empresas. Confira abaixo os cargos que estão em alta. Uma dessas vagas pode ser sua!
1. recepcionista
2. vendedor
3. secretaria
4. vendas
5. auxiliar/assistente administrativo
6. motorista
7. telemarketing
8. engenheiro civil
9. estagiario
10. nutricionista
11. representante comercial
12. recursos humanos
13. assistente contabil
14. analista contabil
15. departamento pessoal
16. tecnico em seguranca do trabalho
17. farmaceutico
18. engenheiro mecanico
19. comprador
20. operador telemarketing
21. enfermeira
22. eletricista
23. contador
24. gerente comercial
25. advogado
26. marketing
27. assistente comercial
28. programador
29. tecnico em informatica
30. assistente financeiro
Boa sorte e prosperidade!
Leonardo Dias | 18 de Janeiro de 2008, 16h48 | Nenhum comentário »
por Viviane Macedo
Muitos candidatos perdem boas oportunidades por não saberem como se portar e tomar atitudes certas diante do entrevistador. O medo e toda a expectativa que é criada em torno da entrevista fazem com que, até um bom profissional, quando mal preparado, passe uma imagem negativa e acabe perdendo boas chances no mercado de trabalho.
Para conhecer as principais dúvidas dos candidatos e poder ajudá-los a se preparar antes da entrevista, o Catho NotÃcias conversou com uma especialista em RH da Catho Online, que respondeu à s principais dúvidas dos profissionais nas ruas.
Se você também tem dúvidas sobre a entrevista de emprego, clique aqui e assista ao vÃdeo.
Viviane Macedo | 17 de Janeiro de 2008, 08h14 | Nenhum comentário »
por NaÃsa Modesto
Antes que me atirem pedras (o que já aconteceu antes!), quero deixar claro que o post a seguir não tem um pingo de preconceito – e nem poderia. A minha intenção é deixar apenas claro que o mercado tem mudado tanto nos últimos tempos que sua carreira profissional pode ser influenciada por mais do que formação adequada e boa experiência. Sua aparência, saúde e etiqueta podem prejudicar ou alavancar sua trajetória.
Publicamos no Jornal Carreira & Sucesso uma matéria sobre empresas que contratam grupos para desenvolver planos de emagrecimento para os colaboradores. Achou a idéia absurda?
Talvez esse novo “benefÃcio†oferecido pelos funcionários seja um reflexo dos novos padrões das organizações. De acordo com uma pesquisa feita pela Catho Online, “A Contratação, A Demissão e a Carreira do Profissional Brasileiro – Edição 2007â€, 61,68% dos gerentes e supervisores entrevistados têm alguma restrição com relação à contratação de funcionários obesos e os números ainda são maiores entre presidentes e diretores, 68,37%.
Quer saber mais sobre o assunto? Então clique aqui e leia a matéria completa.
NaÃsa Modesto | 16 de Janeiro de 2008, 18h43 | Nenhum comentário »
por NaÃsa Modesto
Paul Potts nasceu numa famÃlia humilde da Inglaterra e até bem pouco tempo vendia celulares. Apontado por um de seus supervisores como um “vendedor natoâ€, o inglês sobrevivia à rotina e mantinha guardado um grande talento por falta de confiança e medo de se arriscar.
Foi um reality show que deu a primeira oportunidade para Paul mudar de vida. Durante as apresentações de “Britain’s Got Talentâ€, ele deixou o medo e a insegurança de lado e soltou a voz. Isso mesmo, o sonho dele era ser cantor. Mas não um cantor qualquer, Paul queria ser cantor de ópera.
Para a surpresa dos três juÃzes e de uma platéia inteira, o vendedor de celulares roubou a cena e, mais tarde, tornou-se o vencedor da competição.
Aconselho a você a acompanhar a história do Paul e inspirar-se. (Clique aqui para assistir a emocionante apresentação do cantor).
Será que eu preciso deixar (ainda mais) claro qual é a moral da história?
Aceite o desafio! Busque trabalhar com o que realmente te dá satisfação. Lute pelo que você quer e não tenha medo – quem sabe, você também não pode trocar seu emprego de vendedor de celular por uma carreira internacional de cantor?
Para terminar, nada melhor do que saber do próprio Paul como ele se sente: “Isso mudou completamente minha vida. Eu costumava me sentir muito pequeno e insignificante, mas agora eu sou alguém! Eu sou Paul Potts e isso [cantar ópera] é o que faço!â€.
NaÃsa Modesto | 15 de Janeiro de 2008, 16h48 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
Não é de hoje, mas raramente paramos para pensar nisso: por que corremos tanto? Por que estamos sempre preocupados, sofrendo por antecedência em muitos casos?
O mau estresse, sem dúvidas, é o maior vilão dos habitantes de grandes centros urbanos hoje. Aliás, um bom amigo gosta de brincar: “Hoje em dia, a medicina moderna explica qualquer problema de saúde com apenas dois diagnósticos: estresse ou virose.†Ele não deixa de ter razão…
Confesso que também sou um estressado, um eterno preocupado. Muitas vezes, me pego preocupado com coisas que não são lá tão grandes, não são lá tão importantes… Mas preocupam.
Muito de nós, conscientemente ou não, somos mestres na arte de transformar não-problemas em problemas. Louco isso, né?
Citei acima o “mau estresse†porque os médicos sempre falam do “bom estresseâ€: aquele que mantém a pessoa alerta, motivada, com alto nÃvel de energia. Mas o mundo de hoje, das cidades que nunca dormem e dos executivos ligados no trabalho 24×7 (24 horas por dia, sete dias por semana), está acabando com o “bom†para instaurar o reinado do “mau estresseâ€. Atualize-se, diferencie-se, faça, mostre, conquiste, vença, supere, ganhe, estude, trabalhe, estude mais, trabalhe mais… A linha que separa a cobrança sadia da pressão desumana é tênue.
Na semana passada, em conversa descontraÃda com uma colega de trabalho de excelente astral, ouvi o seguinte: “As pessoas almoçam em 10 minutos. Não param nem para comer. Minha vontade, à s vezes, é sentar no meio da rua e ficar só olhando… Sou contemplativa! As pessoas precisam contemplar mais!â€
Tudo bem que o desabafo foi a senha para que todos os participantes da conversa morressem de dar risada, caçoando da sinceridade quase ingênua dela. Mas errados estamos nós, que rimos dela. Ela tem razão: precisamos ser mais “contemplativos 
Boa semana para você!
Fernão Silveira | 14 de Janeiro de 2008, 10h14 | 1 Comentário »
por Leonardo Dias
Fabiana queria um novo emprego no ano novo. Estava cansada de ficar o
tempo todo falando com os seus colegas de trabalho que nada resolviam. A
empresa onde estava era pequena e o trabalho, escasso. Havia pouco a
fazer e as novas idéias demoravam a ser executadas pois o comando da
empresa era centralizado demais para dar liberdade aos funcionários.
Ela optou por buscar emprego numa empresa maior, que desse mais
oportunidades e que a deixasse segura quanto ao futuro. Em sua empresa
atual ela não sabia se seria ou não promovida. A hierarquia na empresa
era quase nula, e não havia mesmo chances de crescimento. O dono das
decisões movia-se tão somente ao lucro imediato, sem pensar em projetos
estratégicos de longo prazo. Fabiana não se sentia segura para
permanecer em tão inóspito ambiente.
No entanto ela não estava formada, não falava outros idiomas, não
detinha conhecimentos estratégicos e tampouco tinha o perfil adequado
para trabalhar empresas de maior porte. Mas nada disso a deteve. Ela
resolveu arriscar.
Fez algumas entrevistas e, na segunda semana do ano novo de 2008 já
estava contratada para trabalhar numa empresa de grande porte. Ela
ignorou todos os amigos e amigas que lhe diziam para permanecer onde
estava e conseguiu algo muito melhor para a sua vida e para a sua carreira.
Nesse ano de 2008 não acredite nos obstáculos. Acredite nas metas. Elas
são muito mais importantes que as dificuldades. Por vezes nos deixamos
levar pela idéia de que as pedras no caminho são como barreiras. Mas não
são. São apenas pedras. Podemos desviar delas ou até mesmo empurrá-las
se forem grandes demais. Podemos até mesmo passar por cima delas. O que
não podemos é acreditar que as pedras são maiores que a estrada que
vamos percorrer.
Vale a pena pensar que se os obstáculos para atingir as nossas metas são
muito grandes, então as nossas metas são ainda maiores. Inspirar-nos com
os desafios significa costurar um destino agradável de se investir com
os fios de ouro do presente. Ouro esse que é o que há de mais importante
em todos nós: a nossa consciência. E é através da expansão dessa
consciência que seremos capazes de fazer o que quisermos. Por isso, caro
leitor, faça como Fabiana e construa o seu próprio destino.
Leonardo Dias | 11 de Janeiro de 2008, 14h49 | Nenhum comentário »
por Fernão Silveira
Ok, a competência de um candidato é importante. Não tenho dúvidas disso – e nem poderia dizer o contrário, ainda mais com a boa experiência que venho acumulando em Comunicação na área de Recursos Humanos. Mas o fator afinidade também é muito, muito importante para quem seleciona…
(Parênteses: recebi agora há pouco, por e-mail, o artigo de um consultor de RH que sentencia “Seleção por competência não funcionaâ€. É, caro(a) leitor(a), tem coisas que não acontecem à toa…)
Pois então, o tema é controverso. O “politicamente correto†é dizer que a competência e a qualificação técnica são os fatores que realmente contam numa seleção verdadeiramente profissional e idônea, principalmente quando feita por especialistas. Mas a realidade não é bem essa… Um bom amigo, headhunter (selecionador de executivos) de ofÃcio, confidenciou para mim: “Rapaz, se não há afinidade com o candidato, não adianta. Quando você recruta para um cliente é fácil ter esse distanciamento. Mas quando você está recrutando para trabalhar com você…â€
Pois aconteceu isso comigo recentemente. Deparei-me com dois excelentes perfis, sendo que um mostrava-se tecnicamente mais adequado à s caracterÃsticas da vaga aberta - embora não tenha rolado aquela afinidade. Optei pela qualificação e escolhi o perfil supostamente mais adequado. Mas alguma coisa me cutucava constantemente: “Huuummm… Acho que não foi a melhor escolha…â€.
O fato é que, nos trâmites para a contratação daquele perfil, a pessoa declinou da proposta aos 45’ do segundo tempo, alegando querer um salário superior ao oferecido pela vaga. Parti, assim, para o outro excelente perfil que havia sido preterido – com muita hesitação, confesso – no primeiro momento.
Diante de tudo isso, gosto de brincar: “Deu errado, mas deu certo.†Enfim, a vaga será preenchida (oxalá!) pela pessoa que, além de qualificada, levou ampla vantagem no quesito afinidade.
Para finalizar, duas frases (quem me conhece sabe que adoro frases de efeito…):
1 - “Seleção por competência não funciona†(parafraseando o articulista que me abordou hoje por e-mail);
2 – O Cara-Lá-De-Cima escreve certo por linhas tortas…
OBS: a blogueira cativa das quintas-feiras neste espaço, a jornalista Bruna Martinho, está em férias até o final de janeiro. Na quinta que vem, outro nome vai substituÃ-la provisoriamente.
Fernão Silveira | 10 de Janeiro de 2008, 17h52 | Nenhum comentário »
por Viviane Macedo
Qual é o segredo da felicidade?
Acredito que não tenha uma só resposta para essa pergunta, até porque acho que não existe um único segredo para a felicidade e mais, a felicidade nunca será a mesma para pessoas diferentes.
Mas uma coisa é certa: as pessoas estão cada vez mais preocupadas em serem felizes, e a realização profissional é um dos fatores principais para essa felicidade.
A grande maioria dos profissionais, hoje, está muito mais preocupada com a realização de fazer aquilo que realmente gosta do que em apenas manter-se no mercado. Prova disso é o que está acontecendo em Harvard, onde depois de décadas tendo a aula de Introdução à Economia como a mais freqüentada e famosa da Universidade de Boston, agora tem como mais popular uma aula que ensina a ser simplesmente “feliz”.
É isso mesmo, o curso de Psicologia Positiva tem sido o mais freqüentado pelos alunos da universidade. Para o psicólogo e professor Tal Bem-Shahar, que acompanha essas turmas, isso tem uma resposta: essa nova geração está determinada a ser feliz e não apenas bem-sucedida pelos padrões socioeconômicos.
E você, também está disposto a ser feliz? Se a sua resposta for sim, leia a matéria completa publicada na Época Negócios e siga algumas dicas do professor!
E por falar em felicidade: FELIZ 2008 para você!
Viviane Macedo | 9 de Janeiro de 2008, 16h57 | 1 Comentário »
por NaÃsa Modesto
Você lembra das promessas que fez no começo de 2007? Consegue listar pelo menos três delas? Conseguiu cumprir alguma ou você se vê prometendo as mesmas coisas em 2008?
Se você – assim como muita gente – acaba de perceber que suas promessas estão se repetindo, chegou a hora de começar a cumprÃ-las… Ou então largar de uma vez por todas essa mania de fazer promessas que não duram 10 dias ou que acabam caducando por falta de empenho.
Tem um site muito curioso (www.43things.com) no qual você registra suas promessas e, se quiser, recebe uma mensagem periodicamente no seu e-mail perguntando como está se saindo para cumprir seu objetivo. O engraçado é que você mesmo pode redigir esta mensagem e enviá-la ao seu “futuro eu†cobrando providências. Para quem vê sua lista de resoluções se repetir, pode ser uma boa.
Além disso, você conhece um monte de gente com o mesmo objetivo… Quem sabe isso não pode ser um estÃmulo?
Boa sorte!
NaÃsa Modesto | 8 de Janeiro de 2008, 18h26 | 5 Comentários »
por Fernão Silveira
Pois é, pessoal: 2008 está aÃ! Mais um ano pela frente!
O curioso é que muitas pessoas pensam que começo de ano é uma época “em marcha lenta”, especialmente ruim para quem procura emprego. Mas não é! Pelo contrário: aqui na Catho Online, após anos de observação e pesquisas, percebemos que os três primeiros meses do ano são os MELHORES para conseguir um novo emprego.
São os melhores porque muitas empresas realizam no primeiro trimestre – especialmente em janeiro – as contratações previstas para o ano que está começando, tendo em vista o orçamento e o planejamento traçados no final do ano anterior. Além disso, temos de lembrar que a economia brasileira está aquecida e em crescimento (felizmente), e com boas perspectivas para 2008.
Um fato importante: com a crença (equivocada) de que o final de um ano (novembro e dezembro) e o começo de outro (janeiro, fevereiro e março) são épocas ruins para quem está procurando emprego, muitas pessoas que estão no mercado “relaxam” na busca e só vão apertar o passo lá para meados de março. Ledo engano. Aliás, esse é um dos fatores que fazem o tempo de desemprego do profissional brasileiro ser tão grande.
Faças as contas: quem levar a sério essa crença (equivocada) deixa passar cinco meses, quase meio ano, sem aproveitar oportunidades de trabalho que estão por aÃ.
A propósito, é cada vez mais falha aquela teoria de que “o Brasil só começa a funcionar depois do Carnaval”. Por sinal, em 2008, o Carnaval é bem cedinho – a Terça-Feira Gorda será em 5 de fevereiro.
Portanto, caro(a) leitor(a), 2008 já começou…
Fernão Silveira | 7 de Janeiro de 2008, 14h21 | Nenhum comentário »