por Leonardo Dias
Saber usar o instinto foi a forma que os profissionais bem sucedidos encontraram para abrir um espaço no mercado. No Brasil, diante das altas taxas de juros, o altÃssimo spread bancário e a falta de dinheiro para investimentos, a melhor forma de crescer é encontrando áreas de mercado ainda não exploradas para delas retirar o lucro.
Sabendo disso, Juarez resolveu deixar o emprego na área de consultoria para trazer ao mercado de trabalho uma idéia original. Ele seguia o seu instinto que, um belo dia, fez com que pensasse em como iria fazer para não ser um mero consultor na idade da aposentadoria.
Veio-lhe à mente uma idéia simples, mas com um grande potencial de empreendimento. Abriria um bar, mas não um bar: uma rede de bares. Mas não uma rede de bares comuns, como se fosse uma rede de fast-food. E sim uma rede de bares interligados, pré-existentes, formando um circuito que ofereceria serviços de entrega, de reserva, de pedidos dos mais diversos. Para tanto bastava conversar com diversos donos de bar para obter deles a aprovação de um serviço conjunto.
Os resultados vieram rápido, mas Juarez não estava contente. Era um eterno insatisfeito. Com o dinheiro que conseguiu comprou alguns dos bares, dando-lhes o mesmo nome: Juá. Era um sucesso, estavam sempre lotados e as pessoas cada vez mais usavam os serviços dos bares, como entrega de comidas, lanches e porções, além de bebidas.
A estória de Juarez encaixa-se bem no estereótipo das histórias de sucesso. Mas qual seria, afinal, o segredo de saber usar o instinto a ponto de conseguir as transformações necessárias para a nossa vida?
A resposta é simples: basta ouvi-lo. Por tantas vezes ouvimos nossa intuição e a ignoramos só para mais tarde saber que não deverÃamos tê-lo feito. Muito melhor é refletir sobre os avisos que recebemos espontaneamente do que simplesmente ignorarmos.
A intuição de Juarez veio-lhe como uma imagem dele visitando diversos bares. De fato, em anos de consultoria, sempre visitava bares, mas nunca havia enxergado neles a oportunidade que então visualizou. E só o fez porque, estando doente do fÃgado e tendo vontade de encontrar os amigos, pensou novamente nos bares. Aà o seu instinto deu-lhe tal idéia sobre os bares, a de unir o agradável ao útil.
Leonardo Dias | 25 de Maio de 2007, 15h10 | Nenhum comentário »
por Bruna Martinho
Olha, eu não queria dizer nada, mas acho que o Google vai dominar o mundo! Além de representar a marca mais valiosa hoje no mercado (US$ 66,3 bilhões), ele está presente em quase todas as ferramentas que utilizamos da Internet.
Sabe qual é o próximo passo?
Criar uma base de dados completa de informações pessoais sobre seus usuários. Estranho, não? Seria um Google personalizado com acesso ao histórico de buscas do usuário, ao e-mail do Gmail e ao calendário. Uma matéria completa sobre o assunto saiu no UOL.
Bom ou ruim?
Para quem ainda não viu, eu recomendo o vÃdeo Googlezon:
E o Google Master Plan
E tirem suas conclusões…
Bruna Martinho | 24 de Maio de 2007, 15h01 | Nenhum comentário »
por Leonardo Dias
A moeda americana é sÃmbolo de um mundo globalizado. Está presente nas mais diversas economias e é sujeita a uma taxa de câmbio flutuante em grande parte delas. Quando sobe ou desce, devido ao advento dos preços fixados em dólar das commodities. Agora caiu e isso significa que o Brasil vai exportar menos e importar mais.
Fecham-se oportunidades na área de exportação e abrem-se na área de importação. Os produtos de fora começam a aparecer mais e as viagens para o exterior ficam mais tranquilas. Há uma mudança geral no panorama econômico, com uma dança das cadeiras entre as empresas de turismo, importação, exportação, transportes e tecnologia.
Tudo isso para dizer que uma única variável pode alterar toda a dinâmica da vida das pessoas. É conhecido o fato de que Isaac Newton resolveu escrever sobre gravitação após observar a queda de uma maçã de uma árvore. A queda de um fruto pode mudar o curso da História, que diria a queda da moeda americana?
E você, leitor? O que vai fazer agora que o dólar caiu?
Leonardo Dias | 18 de Maio de 2007, 12h11 | Nenhum comentário »
por Bruna Martinho
Piada? Não! Os servidores públicos de Nova Granada (SP) que são honestos recebem uma gratificação de até 80% do salário. Não é brincadeira não!
Caso o funcionário seja pontual, ético, honesto, tenha bom comportamento e atenda bem o público ele recebe um bônus por isso. Será que isso já não é obrigação de todo servidor público? Tem alguma coisa errada aÅ
A matéria sobre esse bônus fantástico foi veiculada hoje no Bom Dia São Paulo. Veja o vÃdeo.
Bruna Martinho | 14 de Maio de 2007, 09h51 | Nenhum comentário »
por Leonardo Dias
A visita do papa Bento 16 reuniu multidões interessadas na religiosidade, especificamente na religiosidade católica. O curioso é que a religião católica é hoje no mundo uma das poucas que admitem e celebram o que hoje chamamos de “pensamento mágico”. O ato do papa de tornar santo o Frei Galvão demonstra isso. Afinal os milagres que ele teria protagonizado não vieram dele, mas apenas da intercessão dele. Isso significa que as curas foram provocadas pelas próprias pessoas que desejaram o bem, e não pelo santo em si. Mas tornar Frei Galvão um santo é uma forma simbólica de mostrar à s pessoas que a fé e a espiritualidade são capazes de tornar nossas vidas melhores.
E é verdade. Nos últimos anos as pessoas têm perdido o vÃnculo com a ligação divina. Com o materialismo cada vez mais aprofundado, muitos esquecem do bem que é fazer alguém sorrir ou simplesmente ser cordial com o outro. Para as pessoas que pensam o mundo dessa forma, serem convencidas de que fazer o bem faz bem a elas mesmas só é possÃvel se um grupo de cientistas britânicos fizer uma pesquisa nesse sentido. Não é verdade. A nossa consciência sabe avaliar o que nos faz bem ou mal. E quem é que consegue sentir-se mal por fazer o bem a alguém?
A espiritualidade é cada vez mais importante, sobretudo no ambiente de trabalho. Alguém com maior sensibilidade nesse campo pode intuir como será o seu dia, prever uma série de problemas, ser capaz de interagir com as mais diferentes pessoas, acalmar-se nas horas de raiva, irritar-se no momento certo e, sobretudo, ter fé e esperança de que tudo vai dar certo. Os profissionais que têm dentro de si uma espiritualidade confiam muito mais em si mesmos. Com isso conseguem construir melhor o seu destino em comparação àqueles que evitam os avisos da intuição e da consciência.
Não se trata apenas de ser religioso. A palavra religião veio do latim religare, que significa religar o ser humano ao divino. No entanto a religião é só um meio, dentre tantos possÃveis, de se ligar à divindade. O simples ato de fazer uma prece já produz ondas cerebrais que hoje se sabem auxiliam no processo de cura por estimular o sistema imunológico. Um mero pensamento é capaz de mover torrentes do universo para que seja logo realizado. O profissional que quiser trazer sucesso para a sua vida deve lembrar-se desses princÃpios básicos que são os mesmos para todas as religiões. Não é apenas o Frei Galvão que é santo por ter ajudado uma mãe a ter um filho de uma gravidez de risco. Santo é também o menino e a mãe, que curaram um ao outro com a força da fé. E é com essa mesma força que todos nós podemos conseguir o que quisermos, bastando para isso apenas acreditar.
Leonardo Dias | 11 de Maio de 2007, 14h30 | 4 Comentários »
por Bruna Martinho
Não seria maravilhoso se a gente trabalhasse sempre com o que gosta de fazer? Todos temos um sonho para nossa carreira, que envolve muitas expectativas e, à s vezes, muitas frustrações. A estudante Karine, do vÃdeo abaixo, conseguiu essa proeza! A Luciana fez uma entrevista com ela… Confira como ficou a matéria ficou legal! E siga esse exemplo…[rs]
Bruna Martinho | 9 de Maio de 2007, 10h43 | Nenhum comentário »
por Leonardo Dias
A corda está no seu pescoço? Se você já sente a coceira dos fiapos na sua nuca e imagina que talvez você seja o próximo, não se desespere. Vale a pena refletir e lembrar todos os eventos que fizeram você chegar até a esse ponto para ver o que poderia ser diferente. A partir daà você pode encontrar diversas opções que mudem completamente o seu trágico destino.
Prever o futuro não é muito difÃcil. Uma empresa que apresenta resultados pÃfios ao longo do tempo provavelmente terá de cortar na própria carne para sobreviver. É a lei do retorno, imutável ao longo de toda a História da humanidade. E a empresa chega à quela situação por uma série de escolhas erradas. É evidente que ela pode mudar totalmente a sua situação se se reiventar. No entanto você, caro leitor, que é um mero empregado de uma empresa nessa situação, pode usar esse conhecimento estratégico a seu favor.
Reinvente a si mesmo para começar. Mesmo dentro da empresa da qual você
não poderá estar amanhã você pode começar a mudar. E é essa mudança que
irá permitir a você muito mais agilidade na hora de procurar novas oportunidades. A sua mudança de atitude também pode fazer a diferença na hora de um corte. Você poderá ser lembrado como importante se souber enxergar oportunidades nos momentos de crise.
Nessas fases difÃceis, alguns anúncios negativos são feitos aos funcionários com a intenção de notificá-los dos problemas e para pedir ainda mais energia nesse momento difÃcil. É como se os empregadores dessem a corda para colocarmos em nossos pescoços. E quando alguém nos dá a corda dessa forma temos duas opções: ou nos enforcamos sozinhos, ou esperamos ser enforcados, que são opções bastante ruins. Uma terceira opção, muito melhor, seria tirar a corda do pescoço e partir, livremente, rumo a horizontes mais promissores.
Leonardo Dias | 4 de Maio de 2007, 11h44 | 2 Comentários »
Bruna Martinho
Leonardo Dias
Participação especial
Daniel Limas
Eventos
Dicas
Catho na Imprensa
Vagas
Mercado