por Leonardo Dias
Irineu era desses que falava pouco, quase nada. Apenas o necessário.
Cada palavra era motivo de profunda análise. Poucos falavam com ele.
Quase ninguém, na verdade. Tudo era tratado com a devida formalidade com
o “senhor diretor”. Até que, numa sexta-feira, Giovana, uma funcionária
de sua estima e confiança, disse-lhe algo que o fez pensar muito. Ela
chegou sorridente e disse:
Leonardo Dias | 3 de Novembro de 2006, 09h19 | 4 Comentários »
Bruna Martinho
Leonardo Dias
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