Catho Online identifica as cidades que mais contratam no Brasil

por Maiara Tortorette

O estudo, que comparou as contratações dos anos de 2008 e 2009, revelou ainda as cidades que mais caíram no ranking

A Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América do Sul, realizou estudo para identificar quais cidades mais contrataram no Brasil no ano de 2009. Para realizar esta pesquisa, foram estudadas mais de 1.200.000 pessoas que conseguiram emprego nos anos de 2008 e 2009, e apesar de São Paulo ter se mantido na liderança das cidades que mais contratam, algumas posições neste ranking se modificaram nos últimos anos, como mostra a tabela a seguir:

A maior evolução aconteceu em Maceió, que, de 2008 para 2009, subiu 6 posições no ranking das cidades que mais contratam no Brasil:

São Luís do Maranhão sofreu a maior queda, já que em 2008 ocupava o 8º lugar no ranking e em 2009 caiu para o 18º:

Adriano Meirinho, diretor de Comunicação e Marketing da Catho Online, diz que “a crise econômica mundial pode ser a causa da grande queda de contratações em algumas dessas cidades brasileiras”, e afirma que um futuro estudo, envolvendo os anos 2009 e 2010, poderá apresentar novas alterações no ranking, já que este é um ano de retomada da economia.

Catho Online no portal Vila Mulher

por Maiara Tortorette

O portal Vila Mulher publicou ontem uma matéria sobre mentiras no currículo.

Daniella Correa, consultora de RH da Catho Online, foi destaque da reportagem. Confira!

Mentiras no currículo

Conseguir um bom emprego não é fácil. Por isso, muitas pessoas apelam para as medidas mais desesperadas na hora de disputar uma vaga no mercado de trabalho.

Algumas até mentem na entrevista ou no currículo.

“Geralmente, o candidato conta mentiras por ter algo negativo em sua carreira ou pela intenção de evidenciar uma exigência do mercado que ele não tem. Psicologicamente, entende-se que o ato de mentir é ocasionado por uma situação de insegurança. Isso não comprova que a pessoa age desta forma em todas as situações da vida, mas sim em um momento em que está inseguro. Mas isso não justifica a mentira”, afirma Daniella Correa, consultora de Recursos Humanos da Catho Online.

De acordo com ela, é provável que o selecionador identifique as lorotas quanto testar as habilidades do candidato. Isso pode acontecer durante entrevistas ou dinâmicas de grupo. “O candidato deve ter em mente que todos os pré-requisitos de uma vaga serão, uma hora ou outra, testados. Ao mentir, ele poderá queimar uma oportunidade, já que ninguém consegue ocultar certas deficiências por muito tempo no ambiente de trabalho”, conta Daniella.

As mentiras costumam aparecer em experiências anteriores ou na qualificação dos candidatos. “O mais comum é a inserção de cursos e experiências que o candidato não possui, ou até mesmo que o seu nível de conhecimento é menor do que o mencionado”, diz Daniella. Isso vale bem para cursos de idiomas, cursos de informática e experiências não comprovadas.

Mas, há casos em que o recrutador não chega a desbancar o mentiroso. No entanto, mesmo que o ele consiga a vaga de emprego, correrá o risco de ser desmascarado a qualquer momento. “Mesmo que a mentira não seja identificada na entrevista, será difícil para o profissional mantê-la no dia a dia, afinal ele será cobrado por estes conhecimentos e capacidades”, diz a consultora.

Embora a mentira não seja recomendável, algumas informações que são objeto de preconceito podem ser omitidas. De acordo com a pesquisa “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros”, realizada em 2009 pela Catho, os fumantes sofrem muita objeção por mais da metade dos entrevistadores (média de 51,3%). Quem fica pouco tempo nos empregos também é alvo de grande objeção (47,7%), assim como os profissionais com idade superior a 60 anos (31,3%) e os aposentados (28,9%).

“O candidato não deve mentir nunca. Ele poderá omitir informações para evitar pré-conceitos. Assim, no momento da entrevista será possível esclarecer melhor um determinado ponto, como faixa etária, tempo fora do mercado, negócio paralelo, entre outros”, orienta Daniella.

Em qualquer caso, a melhor saída é sempre a verdade. O candidato pode se tornar mais competitivo tornando seu currículo mais objetivo, realizando cursos e se apresentando de maneira conveniente numa entrevista.

As mentiras mais recorrentes nos currículos:

- idade errada (para parecer mais experiente ou driblar possível preconceito do mercado de trabalho)

- mentir sobre onde mora (em caso de vagas que exigem que se resida próximo ao trabalho)

- listar cursos que não fez

- indicar fluência em língua que não domina

- mentir sobre o passado profissional (empresas que trabalhou ou cargos que teve)

- mentir sobre o motivo de desligamento do emprego anterior (não contar que foi demitido por justa causa, por exemplo)

Catho Online no G1

por Maiara Tortorette

O portal G1 publicou hoje uma matéria sobre profissionais maduros no mercado de trabalho.

Lucio Tezotto, gerente de atendimento da Catho Online, participou da reportagem. Confira!

Mercado quer profissional acima dos 40 com experiência, dizem especialistas

Busca de qualificação leva empresas a preferir profissionais ‘maduros’. Mas ter vivência e se manter atualizado na área de atuação são essenciais.

Ter a partir de 40 anos pode ser uma barreira no mercado de trabalho? De acordo com especialistas, a partir dessa faixa etária o trabalhador pode encontrar dificuldades para conseguir emprego se não tiver experiência profissional ou se não se mantiver atualizado em seu mercado de atuação e nas novas tecnologias. Mas para aqueles que já têm bagagem, porém, a idade é vista pelas empresas como sinônimo de maturidade profissional e, por isso, a fase certa para cargos de chefia.

Vladimir Araújo, diretor de Projetos da Ricardo Xavier Recursos Humanos, diz que devido à dificuldade de se encontrar profissionais qualificados, cada vez mais as empresas têm recorrido à busca de trabalhadores com mais de 40 anos pela experiência e vivência. “A maioria dessas oportunidades está nas empresas de pequeno e médio porte, que preferem pessoas que já estejam prontas e treinadas.”

De acordo com o consultor, grande parte das vagas para profissionais que já passaram dos 40 anos é, sobretudo, para os cargos de chefia e supervisão. “Por outro lado, é cada vez mais perceptível o número de profissionais acima de 40, 50 e 60 anos começando em uma nova área de atuação principalmente no setor de comércio e serviços”, afirma.

Araújo ressalta a necessidade de o profissional estar familiarizado com recursos da informática e com um segundo idioma. “Algumas dificuldades podem surgir a partir dessa idade, principalmente quando o profissional não busca ao longo da carreira a preparação e o aperfeiçoamento adequados para o exercício da profissão, bem como para os desafios que surgem todos os dias na sua área de atuação.”

Consolidação da carreira

Matilde Berna, diretora de transição de carreira da Right Management, garante que não há no mercado restrições para profissionais de 40 anos. “Essa idade é considerada importante e especial pela maturidade pessoal e profissional adquirida. Os 40 anos é a idade da consolidação da carreira e considerada pelas organizações como a fase de maior contribuição do profissional para as empresas”, diz.

De acordo com a consultora, nos últimos três anos, 70% dos profissionais que passaram pela consultoria de RH tinham mais de 40 anos e se recolocaram nos mais diversos setores.

Ela afirma que o mercado vê os profissionais acima de 40 anos “muito positivamente”.

“Esses profissionais estão em sua fase de vida pessoal e profissional mais madura com uma experiência já consolidada, porém com disponibilidade ainda para aprender, já adquiriram habilidades importantes em algumas questões, estão mais preparados para decisões mais difíceis e já percebem as interrelações no ambiente de trabalho”, diz.

Ela ressalva que uma pessoa que queira ingressar no mercado de trabalho aos 40 anos encontrará mais dificuldade não só pela idade, mas principalmente por nunca ter atuado e, por conseqüência, não apresentar nenhuma experiência.
Segundo ela, nesses casos é muito comum que consiga espaço com trabalhos informais ou em estruturas mais simples ou atividades menos complexas.

“Quando estamos falando de uma pessoa de 40 anos, espera-se sim que ela já tenha uma experiência consolidada e uma história profissional mais alinhada. Para os cargos de liderança e gerenciais, os 40 anos são muito bem aceitos e até priorizados. No caso dos cargos que não são de liderança, como assistente, analista, podem ser solicitadas pessoas mais jovens.”

Escassez de vagas

Para Renato Grinberg, diretor-geral do portal de empregos Trabalhando.com.br, as vagas tendem a ficar mais escassas para quem chega perto dos 40 anos por dois motivos: a maioria das oportunidades é para cargos gerenciais, portanto, há menos vagas disponíveis que o normal, e algumas empresas optam por contratar pessoas mais jovens para pagar um salário menor.

“Aqueles que estão mudando de carreira têm mais dificuldade de entrar no mercado porque o que é esperado é exatamente que tenha experiência. Se ele quiser mudar de área, terá que se submeter a salários mais baixos e começar tudo de novo”.

De acordo com ele, de dez anos para cá, o espaço para contratação de profissionais dessa faixa etária vem diminuindo cada vez mais. Ele destaca que 2009 foi um ano diferente, pois profissionais com idades entre 45 e 62 anos foram muito procurados pelas companhias pela experiência em lidar com períodos de crise econômica e contenção de gastos dentro das empresas.

Ele alerta que se o profissional com mais de 40 anos não atingiu um cargo de liderança terá poucas chances no mercado. “Se passou dos 40 e não ‘chegou lá’ talvez não valha muito a pena investir nesse profissional. Mas se alcançou altos cargos em sua trajetória profissional, ele é o ‘profissional dos sonhos’ pela experiência e liderança”.

Conhecimento e energia

Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com.br, diz que o mercado precisa de profissionais que somem os conhecimentos com energia para trabalhar, pois as atividades aumentaram. “E hoje o homem de 40 tem tanta energia quanto o de 25”, diz.

Ele alerta que o mercado está mais competitivo, por isso, os estudos devem ser contínuos.

O presidente da Curriculum considera que o “mito no mercado de trabalho” de que quem tem mais de 40 anos tem menos chances de trabalhar está diminuindo. “Muitas pessoas começam a dar certo depois dos 40, tem muita vida depois dessa idade”, diz.

Abrileri ressalta que as pessoas a partir dessa faixa etária tendem a se cristalizar com relação à busca do conhecimento. “Elas tendem a dizer: ‘’isso não é para mim’ ou que ‘sabem tudo’ e são arredios às novidades que o mercado oferece. Essa pessoa para mim está fora do jogo”.

O consultor afirma que um profissional nessa faixa etária que é experiente, antenado com tecnologias e novidades do mercado e saudável “é um talentaço”. “Tem a ver com energia e postura à frente das novidades que o mundo está trazendo, e se aliar com a experiência ele se torna um excelente profissional”.

De acordo com ele, quem tem mais de 40 anos é indicado para cargos de liderança. As empresas preferem ainda, segundo Abrileri, esses profissionais para cargos operacionais específicos que exigem experiência e atualização. “São pessoas com mais experiência de vida. No fundo o que toda empresa quer é resultado e nem sempre é o jovem que traz”.

Profissional ‘caro’

Lucio Tezotto, gerente de atendimento da Catho Online, diz que os profissionais acima dos 40 anos encontram maior facilidade de trabalhar nas áreas mais tradicionais do mercado de trabalho, como jurídica, saúde e educação. Além disso, para as demais áreas, é comum que eles atuem prestando consultoria ou atuando como profissionais autônomos.

“Geralmente os profissionais maduros são aqueles que, além de conhecimento técnico e formação acadêmica, também têm experiência para lidar com pessoas, trabalhar em equipe. Não basta só conhecer regras e ter um excelente currículo, é necessário saber se relacionar com total eficácia”, afirma.

Ele salienta que o fato de os salários serem mais altos para quem é mais velho restringe a contratação desses profissionais por algumas empresas, que os julgam caros em relação aos mais jovens.

Catho online é líder de acesso entre os portais de empregos no País e na América do Sul

por Maiara Tortorette

A Catho Online, líder de acesso entre os portais de empregos no País e na América do Sul, conquistou a 13ª posição no ranking mundial da categoria, de acordo com dados da Alexa Traffic Rank (http://www.alexa.com), empresa que monitora a audiência de sites globalmente.

Além da liderança nacional e da posição de destaque no mundo no setor de classificados online de empregos, a Catho Online também subiu 30 posições no ranking geral de sites mais visitados no Brasil, passando da 96ª para a 66ª colocação em apenas quatro meses – outubro de 2009 a fevereiro de 2010.

Para Adriano Meirinho, diretor de Marketing da Catho Online, a conquista é resultado de fortes investimentos da empresa em mídia online. “Fizemos diversas ações de propaganda que reforçam a marca Catho como a melhor opção para profissionais que buscam oportunidade de emprego e para empresas anunciarem gratuitamente suas vagas. As posições conquistadas no ranking comprovam que todo esforço está sendo válido”, afirma.

Em fevereiro, o site da Catho Online registrou uma média de 230 mil assinantes, 200 mil anúncios de empregos (vagas) e gerou mais de sete mil contratações.

Mulheres em cargos de liderança

por Maiara Tortorette

A última década foi marcante para as mulheres no mercado de trabalho: elas dobraram sua participação em cargos de presidência, diretoria e gerência de empresas e já ocupam quase metade dos postos de coordenação.

Confira a matéria especial sobre as mulheres, realizada pelo Catho Notícias:

Números do site – 10/03

por Maiara Tortorette

Confira os números da Catho Online de ontem (10/03):

Visitantes: 241.143

Empresas usaram o site: 6.951

Currículos visualizados: 91.067

Candidatos contratados: 371

Assinantes na Promoção 7 Dias Gratuitos
: 13.342

Acesse a Catho Online e confira todas as oportunidades de emprego da sua área. São mais de 200 mil vagas!

Catho Online entrevista Romeo Bussarelo

por Maiara Tortorette

Você já leu a entrevista da última edição do Carreira & Sucesso, newsletter da Catho Online?

Referência no Brasil quando o assunto é redes sociais, a Tecnisa criou recentemente o cargo de Diretor de Internet, assumido pelo ex-Diretor de Marketing, Romeo Bussarelo.

Confira aqui!

Cursos da Catho de março

por Maiara Tortorette

Já pesquisou os cursos que irá fazer neste mês?

Confira a agenda de cursos presenciais da Catho Educação Executiva de março:

10/03 – Gestão de Projetos
Horário: das 08h00 às 18h00
Local: SP – Sao Paulo mais informações
inscreva-se já

10/03 – Gestão de Projetos e Contratos – Nacionais e Internacionais
Horário: das 08h00 às 18h00
Local: SP – Sao Paulo mais informações
inscreva-se já

11/03 – Contratos – Nacionais e Internacionais
Horário: das 08h00 às 18h00
Local: SP – Sao Paulo mais informações
inscreva-se já

26/03 – Fórum e Workshop | Secretárias Executivas
Horário: das 8 às 18 horas
Local: SP – Sao Paulo mais informações
inscreva-se já

26/03 – Fórum | Secretárias Executivas
Horário: das 8 às 18 horas
Local: SP – Sao Paulo mais informações
inscreva-se já

Aumenta a participação das mulheres no mercado de trabalho

por Maiara Tortorette

Pesquisa da Catho Online aponta crescimento da participação feminina no mercado

Espaço e reconhecimento no mercado de trabalho. Historicamente, estas são algumas das reivindicações mais marcantes nas comemorações pelo Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. Carregada de significados importantes relacionados à luta pela igualdade, este ano a data marca também a consolidação de uma grande conquista: de acordo com levantamento realizado pela Catho Online em fevereiro deste ano, as mulheres já representam 21,88% dos cargos mais elevados (presidentes e CEOs). Ou seja, avaliando os números e considerando o patamar alcançado há 13 anos, quando a participação feminina era de apenas 10,39%, o espaço ocupado pelas mulheres desde então deu um salto significativo.

Analisando as tabelas seguintes, nota-se que, em empresas de pequeno porte, mulheres ocupam cargos mais altos, enquanto nas empresas de grande porte, elas representam a maioria em cargos como os de coordenadores e encarregados.

Já em relação à área de atuação, a preferência por Recursos Humanos continua em alta. São 72,90% de mulheres trabalhando no setor. Já na área de Tecnologia encontramos a menor participação feminina: 16,15%.

O levantamento realizado pela Catho Online, contou com dados do Cadastro Catho, serviço com 101.369 empresas listadas.

Cliente Satisfeito – HOTWords

por Maiara Tortorette

A Catho Online mantém uma média de 200 mil oportunidades de emprego por mês. Todas essas vagas provêm das empresas cadastradas no site, que divulgam esses postos de trabalho a fim de encontrar os melhores candidatos.

Assista um caso de sucesso entrevistado pelo Catho Notícias:

Catho Online no Jornal da Tarde

por Maiara Tortorette

O Jornal da Tarde publicou hoje uma matéria sobre as oportunidades de estágio no início do ano.

Lucio Tezotto, gerente de atendimento da Catho Online, participou da reportagem. Confira!

É tempo de caça a novos talentos

Março é um dos melhores meses para obter estágio: há 22 mil vagas só em SP

Quem está procurando um estágio deve aproveitar este mês para conseguir a vaga e dar início à carreira profissional. Março é o último mês do período que concentra o maior número de oportunidades para os estudantes, com cerca de 22.600 vagas só no Estado de São Paulo, 70 mil em todo o Brasil.

De acordo com as empresas de seleção, nos três primeiros meses do ano, costuma haver a maior oferta de vagas de estágio por uma questão sazonal: muitos estudantes se formam no fim do ano anterior e são contratados ou deixam as empresas em busca da continuidade na carreira profissional. “A reposição normal do mercado acaba neste mês. Grandes empresas realizam as inscrições dos programas de estágio agora. Depois, só ano que vem”, afirma Seme Arone Junior, presidente da Associação Brasileira de Estágios (Abre).

Em São Paulo, as oportunidades vão desde pequenas empresas até gigantes multinacionais. No entanto, antes de sair “atirando para todos os lados”, o estudante precisa analisar o que ele quer profissionalmente para saber se o tamanho da empresa e o setor em que ela atua podem interferir na escolha do local onde se quer começar uma carreira.

“O caminho não é o tamanho da empresa para quem vai entrar no mercado de trabalho, mas sim o que essa companhia, seja pequena ou grande, tem a oferecer dentro dos seus objetivos profissionais”, aconselha Lucio Tezotto, gerente de atendimento da Catho Online.

Os especialistas em carreiras apontam que a vantagem para quem se coloca em uma grande empresa é poder participar de grandes projetos que visam o futuro da companhia. O setor de estratégia das maiores empresas busca inovações dentro do mercado, e pode ser um diferencial participar desse desenvolvimento. Como desvantagem está o fato de que o estagiário terá um trabalho bem definido, participando pouco de outras áreas.

Em contrapartida, nas pequenas empresas há mais espaço para a participação do estagiário. É grande a possibilidade de o estudante ter mais liberdade para dar opinião e ser parte integrante de projetos dessa empresa. Porém, as estratégias são mais limitadas, já que a inovação nem sempre ocorre nas companhias de menor porte, alertam os especialistas.

O estudante de Administração Luiz Paulo Guimarães Costa, de 22 anos, está no último ano do curso e atrás de um estágio. A preferência é por uma empresa pequena ou média. “Acredito que tenho mais chance de crescer junto a empresas menores. Esse é o meu plano de carreira”, conta.

Para a consultora da Cia de Talentos, Halina Matos, o candidato deve priorizar o que a empresa tem a oferecer. “A escolha deve depender do aprendizado que a empregadora tem a oferecer. Veja se a companhia tem o perfil de formadora de profissionais e valorização de talentos”, diz.

Catho Online no portal MdeMulher – Abril

por Maiara Tortorette

O portal MdeMulher da Abril realizou uma matéria sobre as diversas maneiras dos profissionais venderem sua imagem.

Carolina Stilhano, gerente de comunicação da Catho Online, participou da reportagem. Confira!

Saiba como vender sua imagem

Especialistas ensinam onze passos para você dar uma virada em sua carreira, melhorar sua performance no trabalho e ganhar mais reconhecimento e dinheiro

Faça contatos

Se você quer se dar bem na carreira, ponha uma coisa na cabeça: os contatos são fundamentais! Por isso, esforce-se para manter uma boa relação com chefes, ex-chefes e colegas de trabalho. Isso é fazer networking: o objetivo é manter seu nome “aceso” na memória dessas pessoas caso elas saibam de novas oportunidades. Veja como fazer isso:

- Viu uma notícia que possa interessar a um amigo de trabalho ou ex-chefe? Envie por e-mail para ele.

- Sempre lembre de aniversário de chefes e colegas.

- Use redes sociais como Orkut, Facebook, Twitter e Linkedin e comece relações com profissionais da sua área.

Crie sua marca

Isso mesmo! Você deve se imaginar como uma marca que precisa ser valorizada e sempre bem lembrada pelo mercado profissional.

Mas como virar uma marca bem-sucedida? Primeiro, você tem de estar preparada para a sua profissão e saber em que competências é melhor. Por exemplo: se gosta de lidar com o público, faça cursos e se especialize. Depois, divulgue para todos essa sua qualidade profissional. Se estiver empregada, mostre ao chefe que é esforçada e merece uma promoção.

Quanto mais as pessoas souberem que você domina sua área, maiores as chances de ser lembrada quando alguém souber de uma vaga que tenha seu perfil.

Ofereça ajuda

Uma boa forma de ser reconhecida – e também de se divulgar – é oferecer auxílio aos colegas de trabalho. “As pessoas sempre admiram quem está disposto a ajudar. Depois, os colegas falarão: ‘Converse com a fulana, ela sabe tudo sobre isso’. E você ainda se tornará uma referência”, diz Renato Grinberg, diretor-geral do portal de empregos Trabalhando.com.br.

Mas cuidado: não faça isso o tempo todo. Além de parecer pedante, a atitude ainda pode comprometer seu rendimento, pois ficará sem tempo para suas próprias obrigações.

Vista-se como o chefe

Você é auxiliar, mas seu sonho é ser gerente? Então, vista-se como uma. “Jamais tenha medo de se vestir como se estivesse num cargo acima do seu. Sua imagem deve estar associada ao que você deseja ser”, afirma Silvio Celestino, da Enlevo Treinamento para Líderes.

Estudo da Universidade da Califórnia (EUA) revelou que mulheres de melhor aparência ganham, em média, 12% a mais do que as de pior aparência. Os trajes devem transmitir credibilidade, e não sensualidade. Então, evite decotes. Roupa amassada, jamais!

Mantenha as unhas benfeitas e o cabelo arrumado. “Sua imagem gera uma impressão, que deve ser positiva. Detalhes fazem toda a diferença”, observa Grinberg.

Frequente a happy hour

Sair com os colegas numa sexta-feira pode ser ótimo: “É uma boa oportunidade de se aproximar de pessoas que, na correria do dia a dia, você não teria contato”, diz Carolina Stilhano, gerente de comunicação da Catho Online. Apenas evite atitudes que comprometam sua imagem, como beber em excesso ou fazer piadas de mau gosto. A happy hour é para fortalecer a sua imagem – e não o contrário.

Use a linguagem certa

Não fale palavras feias nem use uma linguagem difícil ou arrogante no ambiente de trabalho. Seja natural e não tente opinar sobre assuntos que não domina. “Pessoas que falam gírias e palavrões o tempo todo têm menos crédito na hora de discutir temas sérios’, analisa Grimberg.

Esteja sempre bem ocupada

Já terminou suas tarefas e ainda faltam horas para ir embora? Demonstrar que não tem nada para fazer pode parecer corpo mole. Então, pergunte ao chefe se há algo que possa produzir. Ele perceberá que você está engajada e comprometida e, numa primeira oportunidade para desenvolver novas tarefas, você poderá ser a indicada (e a promovida!).

Bom humor é tudo

Ninguém suporta gente mal-humorada, menos ainda no trabalho. Se não dormiu bem ou está na TPM, pense duas vezes antes de descontar nos colegas. Também não queira ser a mais alegre do universo. Os dois extremos podem atrapalhar sua imagem.

Pergunte sempre

Se você não entendeu o que era para fazer, peça mais detalhes ao chefe. “Cerca de 40% dos erros que acontecem nas empresas ocorrem porque a pessoa não entendeu a tarefa”, analisa o diretor da Trabalhando.

Aprenda a levar bronca

Ao receber uma crítica, reaja com maturidade, atitude que melhora sua imagem no ambiente profissional.

Peça desculpas pelo erro, assuma que vai se esforçar para não cometê-lo mais e… bola para frente! Nada de retomar o tema a toda hora e se martirizar. Ficar de bico? Nunca! Não funciona com namorado e não vai surtir efeito (pelo menos positivo) com o chefe.

Saiba seu valor

Não seja tímida e muito modesta com seus talentos profissionais e seus êxitos na carreira. Com sutileza, em momentos oportunos, fale algo como “conseguimos” tal coisa. “O uso do “nós” suaviza a fala e deixa subentendido que foi você quem fez”, ensina Grinberg. “O tímido, por nunca se divulgar e se comunicar, acaba sendo considerado incompetente”, analisa o especialista.

E pior: sem ser notado, como já analisamos antes, as chances de subir degraus na carreira são pequenas. Portanto, se você é boa, mostre isso para todo mundo.

Leia a matéria no site da Abril aqui.

Depressão pós-férias

por Maiara Tortorette

Muitos retornaram ou vão retornar ainda nesse início de ano das férias e entrar no ritmo das atividades nem sempre é fácil. O estado de desânimo e cansaço no qual muita gente fica nesse período tem nome: depressão pós-férias.

Confira a reportagem especial realizada pelo Catho Notícias:

Corporações: os certificados de qualidade

por Maiara Tortorette

A grande competitividade do mercado exige que as empresas ofereçam serviços e produtos de extrema qualidade e que atendam os pré-requisitos de seus clientes. As certificações, como as conhecidas ISOs, atestam esse nível de qualidade.

Assista a matéria completa realizada pelo Catho Notícias:

Catho Online no Diário de São Paulo

por Maiara Tortorette

Caminho mais curto para o sucesso

Pesquisa constata quem estada mais temporecebe salário superior

Diferentemente da inteligência, que é inerente ao ser humano, o conhecimento é adquirido ao longo da vida e precisa ser constantemente lapidado. Até porque, estudar é o caminho mais viável para quem deseja crescer pessoal e profissionalmente. Frente ao acirrado mercado de trabalho e à grande quantidade de profissionais disponíveis, no entanto, ter um diploma de curso superior deixou de ser vantagem competitiva para se tornar determinante na conquista de boas oportunidades de trabalho. Além da graduação, ter concluído ou estar cursando programas de pósgraduação faz diferença. É o que mostra pesquisa recente realizada com 166 mil profissionais pela Catho Online maior classificado de currículos e empregos da América do Sul.

Na comparação entre trabalhadores que ocupam cargos idênticos, o levantamento apontou que os que têm curso de especialização ganham em média 30% mais do que os que cursaram apenas o ensino superior. Quem fala inglês também leva vantagem, com salários 25% mais altos.

Já entre as carreiras mais destacadas estão as relacionadas à responsabilidade social. Os profissionais que trabalham nessa área tiveram maior aumento salarial em 2009, de 19,7%. Também agrega valor à carreira fazer pós-graduação em uma instituição de ensino renomada. Especialistas afirmam que um curso de latu senso ou MBA realizado em organizações como a Fundação Dom Cabral, Fundação Getúlio Vargas (FGV) ou o Insper (antigo Ibmec São Paulo), por exemplo, pode ser um grande trunfo no currículo.

Alinhamento

Escolher o curso adequado é tão importante quanto selecionar a instituição. Para o diretor de Educação Executiva da Catho Online, Constantino Cavalheiro, a decisão está vinculada ao plano de carreira do profissional e aos seus objetivos. “Ao escolher um programa de educação continuada, o profissional deve examinar se aquele curso o ajudará na carreira. Para isso, é fundamental analisar o conteúdo didático e o que de fato ele agregará ao que o interessado pretende realizar no mercado de trabalho”, destaca.

Verificar o quanto a instituição está atualizada e sintonizada ao mercado e se o programa escolhido é registrado e aprovado pelo Ministério da Educação (MEC) também é prerrequisito essencial. Outra questão importante é saber a hora de fazer. “Um curso de pós-graduação pode ser iniciado em qualquer momento da carreira, mas o ideal é que a pessoa tenha alguma experiência profissional, pois assim poderá aproveitá-lo melhor, comparando o que está estudando com a experiência acumulada. Existem programas adequados aos diversos níveis de conhecimento”, observa Cavalheiro.

Números do site 25/02

por Maiara Tortorette

Confira os números da Catho Online de ontem (25/02):

Visitantes: 310.818

Empresas usaram o site
: 6.304

Currículos visualizados: 73.975

Candidatos contratados: 327

Assinantes na Promoção 7 Dias Gratuitos: 12.189

Acesse a Catho Online e confira todas as oportunidades de emprego da sua área. São quase 200 mil vagas!

As corporações e as redes sociais

por Maiara Tortorette

Nos últimos tempos, o crescimento da adesão de empresas às redes sociais é evidente. Campanhas publicitárias, promoções e canais de relacionamento são os grandes objetivos das companhias que pretendem estreitar a relação com seu público-alvo. Saiba mais!

Assista a matéria realizada pelo Catho Notícias:

Conheça a Pesquisa Salarial Catho Online

por Maiara Tortorette

Assinando a Pesquisa Salarial Catho Online, a empresa tem acesso ao maior e mais atualizado banco de cargos, salários e benefícios do Brasil. São 1.700 cargos, divididos em 202 áreas de atuação profissional.

Confira a reportagem feita pelo Catho Notícias:

Catho Online no portal Terra

por Maiara Tortorette

O portal Terra fez uma reportagem sobre a redução da burocracia nas empresas.

Lucio Tezotto, gerente de atendimento da Catho Online, participou da matéria que foi publicada na última sexta-feira, 22.

Reduzindo a burocracia nas empresas

Burocracia é, segundo a definição de um dicionário, “poder, influência e rotina dos funcionários no andamento dos serviços públicos”. Mas, especialmente no Brasil, a palavra se tornou sinônimo de lentidão e morosidade.

Além disso, também é frequentemente relacionada ao excesso de documentos e papéis.

“Quando se quer estruturar uma organização, se faz necessário formalizar rotinas, procedimentos, comunicações e normas técnicas para cada cargo e ou função e principalmente processos. Mas o excesso de formalismo emperra a empresa de tal forma que ela acaba se tornando inoperante ou um verdadeiro paquiderme para se mover diante de assuntos muitas vezes corriqueiros”, observa o contabilista e advogado Urubatan Ramos.

Jaime Martins, diretor de Recursos Humanos para a América Latina da empresa de engenharia CH2M, explica a possível razão disso. “Muitas vezes, se confunde processos ou procedimentos de negócio úteis e necessários com controle excessivo de atividades. As organizações necessitam de processos estruturados para ter uma gestão adequada e profissionalizada, e isso nem sempre é burocracia. Outro aspecto a considerar é que nosso ordenamento jurídico é muito complexo e as empresas precisam de diversos controles para uma boa gestão de seus negócios”.

Jaime lamenta que, muitas vezes, o trabalho se torna mais complicado por causa de funcionários que ocupam cargos importantes. “É muito comum encontrar nas empresas gestores/gerentes com ampla responsabilidade sobre a execução de atividades, mas sem nenhuma autonomia de aprovação de coisas simples, como as despesas de viagem de seu subordinado, o material de escritório que acabou”. Para Urubatan, o grande problema que acaba burocratizando o processo é a falta de treinamento dos operadores.

Tentando alcançar a burocracia no sentido de organização, algumas empresas preenchem horas e mais horas com reuniões intermináveis e muita papelada. “Muita burocracia, hoje em dia, significa dar espaço ao seu concorrente para chegar ao seu futuro cliente. Por exemplo, uma equipe comercial precisa de poder de decisão numa negociação, a fim de não perder negócios. Se um vendedor precisa consultar seu chefe a cada indagação de ajuste ou alteração em uma proposta comercial, certamente esta proposta nunca sairá do papel. E com a concorrência atuando em todos os segmentos, o trabalho acabará ficando com quem é mais flexível no momento crucial para assinatura e um contrato”, diz Lucio Tezotto, gerente de atendimento da Catho Online.

Então, será que é possível haver burocracia apenas para facilitar o trabalho, e não para desperdiçar tempo? “É possível e depende um pouco da cultura e nível de maturidade da organização. Organizações mais jovens são mais informais e com poucos processos definidos, enquanto as organizações maduras têm processos mais estruturados e que são importantes na busca da eficiência organizacional”, responde Jaime.

Os três especialistas concordam que o uso da tecnologia é uma das saídas mais práticas para amenizar os efeitos da burocracia, que é um mal necessário dentro de qualquer empresa que pretenda se desenvolver e crescer. Urubatan, que é autor dos livros como “Gestão de Escritórios de Advocacia” (Matrix, 2006), listou atitudes que podem facilitar o dia-a-dia de um empresário no sentido de otimizar reuniões.

A primeira pergunta é: a reunião é necessária? Se sim, a convocação deve conter data e hora (início e fim), assunto, nome dos participantes, material a ser utilizado na reunião, objetivo se possível com alternativas de decisão. “Dependendo do caso, um enunciado sobre o tema a ser tratado. Dessa forma, todos os participantes têm condição de se preparar para a reunião ou até mesmo se dispensar se não dominar o assunto ou ainda não afetar a sua área”.

Quanto às planilhas, relatórios e demais materiais utilizados para tomada de decisão, o ideal é a padronizar ao máximo e eliminar os repetitivos. Os relatórios com comentários técnicos e sugestões para decisões também são muito bem vindos.

Se você é funcionária, também pode ajudar a tornar o dia-a-dia de trabalho mais simples. Lucio citou algumas atitudes que fazem toda a diferença. Confira:

1) Chegar pontualmente ao escritório ou em uma reunião externa garante que você participe do início dos acontecimentos do dia, evitando que passe por desinformado ou que não esteja no ritmo de produção dos demais colegas/parceiros comerciais.

2) Organize seu dia em uma agenda, mas deixe períodos de folga, de 10 a 15 minutos para possíveis atrasos ou imprevistos. Assim você não se desgasta na preocupação da lista de tarefas e consegue até extrair mais idéias e conteúdo do que está envolvido.

3) Cuide para que seu tempo de descanso não ultrapasse os limites pré-estabelecidos, mas também não se preocupe em ficar antecipando tudo que acontece: sofrer por antecipação é energia gasta à toa. Agora, o que é importante e decisivo deve ser planejado; não espere encontrar todas as respostas em cima da hora. Para isso, novamente, vale a organização e planejamento. Mas viva o momento e concentre-se no que está fazendo agora, como disse anteriormente, não sofra por antecipação.

“Como qualquer atividade, de tempos em tempos, os processos precisam ser revistos, reavaliados e melhorados. Cabe aos próprios funcionários e gestores sugerirem melhorias nos processos. Geralmente, é muito fácil reclamar e não apresentar sugestões. Portanto, quem acha que lida com muita burocracia tem uma ótima oportunidade de contribuir para melhorar a organização sugerindo métodos novos e controles mais ágeis e eficientes”, fala Jaime. Assim, as relações de trabalho ficam mais práticas e todos saem ganhando.

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