Cathoblog - Empregos e carreira no sculo XXI

Use as redes sociais a seu favor e se dê bem na carreira

por Fernando Luiz Costa

Bárbara Stefanelli
Do UOL, em São Paulo

redes sociais

Não queime o seu filme na web e saiba como usar as redes sociais para alavancar a sua carreira

Em um mundo cada vez mais conectado, a linha entre a vida pessoal e profissional fica cada vez mais tênue. Segundo números do Ibope Nielsen Online, das 63,5 milhões pessoas com acesso à internet, 48 milhões são usuários ativos em casa ou no trabalho. Outra pesquisa, lançada no começo de janeiro, mostra que o Brasil já é o quarto país do mundo a ter mais perfis no Facebook e, quando se trata de Twitter, ocupamos a terceira posição.
Inevitavelmente, entre tantos amigos dessas e outras redes, muitos são colegas de trabalho e, se você não quiser queimar o seu filme na web e nem no seu emprego, o cuidado com os posts deve ser constante –ainda mais se você trabalhar em áreas que envolvam o uso frequente da internet.
Segundo Ana Luiza Mano, consultora de RH e integrante do NPPI (Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC-SP), as redes sociais podem ter peso decisivo na hora da contratação de um funcionário. “Seleções têm várias etapas, uma delas é identificar o comportamento do candidato nas redes sociais. Uma vez, organizei uma seleção em que 100 pessoas concorriam a uma vaga e só um deles tinha LinkedIn [rede social específica para contatos profissionais]. Claro que ele acabou saindo na frente”, conta a especialista.Alguns chefes costumam ficar de olho no perfil de seus empregados. Por isso, é importante procurar saber qual é a política de uso das redes sociais da empresa em que você trabalha. Para Ana Luiza, se o profissional procura usar a rede social a seu favor, também é essencial pensar muito bem no teor de seus posts. “Fale algo que seja relevante. Por isso, é necessário refletir antes de postar. O que você posta não é mais seu, é de todo mundo. E por mais que você bloqueie o seu perfil ou coloque filtros, alguém pode invadi-lo e ver o seu histórico.”Segundo Ana Luiza, pega bem fazer uma autopromoção, discretamente, em páginas pessoais. Assim, o profissional se sai bem com a chefia ou atrai a atenção de profissionais da área. Outra dica dela é mentalizar que, a partir do momento que se é funcionário de algum lugar, o profissional passa a representar o empregador. “Já vi casos de pessoas que foram demitidas por falarem coisas que não condizem com a empresa ou elogiarem um concorrente”, explica.
Segundo Ana Luiza Mano, consultora de RH e integrante do NPPI (Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC-SP), as redes sociais podem ter peso decisivo na hora da contratação de um funcionário. “Seleções têm várias etapas, uma delas é identificar o comportamento do candidato nas redes sociais. Uma vez, organizei uma seleção em que 100 pessoas concorriam a uma vaga e só um deles tinha LinkedIn [rede social específica para contatos profissionais]. Claro que ele acabou saindo na frente”, conta a especialista.
Alguns chefes costumam ficar de olho no perfil de seus empregados. Por isso, é importante procurar saber qual é a política de uso das redes sociais da empresa em que você trabalha. Para Ana Luiza, se o profissional procura usar a rede social a seu favor, também é essencial pensar muito bem no teor de seus posts. “Fale algo que seja relevante. Por isso, é necessário refletir antes de postar. O que você posta não é mais seu, é de todo mundo. E por mais que você bloqueie o seu perfil ou coloque filtros, alguém pode invadi-lo e ver o seu histórico.”
Segundo Ana Luiza, pega bem fazer uma autopromoção, discretamente, em páginas pessoais. Assim, o profissional se sai bem com a chefia ou atrai a atenção de profissionais da área. Outra dica dela é mentalizar que, a partir do momento que se é funcionário de algum lugar, o profissional passa a representar o empregador. “Já vi casos de pessoas que foram demitidas por falarem coisas que não condizem com a empresa ou elogiarem um concorrente”, explica.
Relevância das redes
Apesar da crescente importância das redes sociais para o profissional, as páginas não fazem milagres e boa apresentação e currículo continuam sendo indispensáveis. Portanto, não é necessário se preocupar  demasiadamente com o seu desempenho nas redes; aja naturalmente e saiba o que está acontecendo nas páginas pessoais do momento. Segundo Carolina Stilhano, gerente de Comunicação da Catho Online, o rendimento nas entrevistas é a característica mais relevante na hora de conseguir um emprego.
A representante do site de empregos brasileiro também afirma que “as redes sociais na carreira ainda não são tão impactantes no Brasil” e, de acordo com a pesquisa “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros 2011″ –realizada pela empresa no ano passado, em território nacional–, as redes sociais apresentam apenas 0,2% de relevância na hora de conquistar um emprego.
Ainda de acordo com os dados do relatório, a cada 100 profissionais desempregados, cerca de 28 procuram empregos em redes sociais. Na hora de divulgar as vagas, essas páginas da web têm apenas 3% de importância, sendo a indicação de pessoas de dentro da empresa o método mais comum na hora de comunicar a existência de um novo posto, com 47,6%.
Apesar dos números desanimadores, a headhunter Joyce Cerigner, da JC Consultores, destaca a importância da atuação dos profissionais na web. “Realmente, ficamos de olho ou colocamos algum anúncio específico para cada função nessas páginas”, afirma a consultora.

Em um mundo cada vez mais conectado, a linha entre a vida pessoal e profissional fica cada vez mais tênue. Segundo números do Ibope Nielsen Online, das 63,5 milhões pessoas com acesso à internet, 48 milhões são usuários ativos em casa ou no trabalho. Outra pesquisa, lançada no começo de janeiro, mostra que o Brasil já é o quarto país do mundo a ter mais perfis no Facebook e, quando se trata de Twitter, ocupamos a terceira posição.

Inevitavelmente, entre tantos amigos dessas e outras redes, muitos são colegas de trabalho e, se você não quiser queimar o seu filme na web e nem no seu emprego, o cuidado com os posts deve ser constante –ainda mais se você trabalhar em áreas que envolvam o uso frequente da internet.

Segundo Ana Luiza Mano, consultora de RH e integrante do NPPI (Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC-SP), as redes sociais podem ter peso decisivo na hora da contratação de um funcionário. “Seleções têm várias etapas, uma delas é identificar o comportamento do candidato nas redes sociais. Uma vez, organizei uma seleção em que 100 pessoas concorriam a uma vaga e só um deles tinha LinkedIn [rede social específica para contatos profissionais]. Claro que ele acabou saindo na frente”, conta a especialista.Alguns chefes costumam ficar de olho no perfil de seus empregados. Por isso, é importante procurar saber qual é a política de uso das redes sociais da empresa em que você trabalha. Para Ana Luiza, se o profissional procura usar a rede social a seu favor, também é essencial pensar muito bem no teor de seus posts. “Fale algo que seja relevante. Por isso, é necessário refletir antes de postar. O que você posta não é mais seu, é de todo mundo. E por mais que você bloqueie o seu perfil ou coloque filtros, alguém pode invadi-lo e ver o seu histórico.”Segundo Ana Luiza, pega bem fazer uma autopromoção, discretamente, em páginas pessoais. Assim, o profissional se sai bem com a chefia ou atrai a atenção de profissionais da área. Outra dica dela é mentalizar que, a partir do momento que se é funcionário de algum lugar, o profissional passa a representar o empregador. “Já vi casos de pessoas que foram demitidas por falarem coisas que não condizem com a empresa ou elogiarem um concorrente”, explica.

Segundo Ana Luiza Mano, consultora de RH e integrante do NPPI (Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC-SP), as redes sociais podem ter peso decisivo na hora da contratação de um funcionário. “Seleções têm várias etapas, uma delas é identificar o comportamento do candidato nas redes sociais. Uma vez, organizei uma seleção em que 100 pessoas concorriam a uma vaga e só um deles tinha LinkedIn [rede social específica para contatos profissionais]. Claro que ele acabou saindo na frente”, conta a especialista.

Alguns chefes costumam ficar de olho no perfil de seus empregados. Por isso, é importante procurar saber qual é a política de uso das redes sociais da empresa em que você trabalha. Para Ana Luiza, se o profissional procura usar a rede social a seu favor, também é essencial pensar muito bem no teor de seus posts. “Fale algo que seja relevante. Por isso, é necessário refletir antes de postar. O que você posta não é mais seu, é de todo mundo. E por mais que você bloqueie o seu perfil ou coloque filtros, alguém pode invadi-lo e ver o seu histórico.”

Segundo Ana Luiza, pega bem fazer uma autopromoção, discretamente, em páginas pessoais. Assim, o profissional se sai bem com a chefia ou atrai a atenção de profissionais da área. Outra dica dela é mentalizar que, a partir do momento que se é funcionário de algum lugar, o profissional passa a representar o empregador. “Já vi casos de pessoas que foram demitidas por falarem coisas que não condizem com a empresa ou elogiarem um concorrente”, explica.

Relevância das redes

Apesar da crescente importância das redes sociais para o profissional, as páginas não fazem milagres e boa apresentação e currículo continuam sendo indispensáveis. Portanto, não é necessário se preocupar  demasiadamente com o seu desempenho nas redes; aja naturalmente e saiba o que está acontecendo nas páginas pessoais do momento. Segundo Carolina Stilhano, gerente de Comunicação da Catho Online, o rendimento nas entrevistas é a característica mais relevante na hora de conseguir um emprego.

A representante do site de empregos brasileiro também afirma que “as redes sociais na carreira ainda não são tão impactantes no Brasil” e, de acordo com a pesquisa “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros 2011″ –realizada pela empresa no ano passado, em território nacional–, as redes sociais apresentam apenas 0,2% de relevância na hora de conquistar um emprego.

Ainda de acordo com os dados do relatório, a cada 100 profissionais desempregados, cerca de 28 procuram empregos em redes sociais. Na hora de divulgar as vagas, essas páginas da web têm apenas 3% de importância, sendo a indicação de pessoas de dentro da empresa o método mais comum na hora de comunicar a existência de um novo posto, com 47,6%.

Apesar dos números desanimadores, a headhunter Joyce Cerigner, da JC Consultores, destaca a importância da atuação dos profissionais na web. “Realmente, ficamos de olho ou colocamos algum anúncio específico para cada função nessas páginas”, afirma a consultora.

Fonte: http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2012/01/16/use-as-redes-sociais-a-seu-favor-e-se-de-bem-na-carreira.htm


Catho Online é indicada na premiação dos 100 melhores fornecedores para RH de 2012

por Fernando Luiz Costa

A 6ª edição do prêmio revela quem são os melhores parceiros de negócios na visão dos profissionais de Recursos Humanos de todo o Brasil

São Paulo, 18 de janeiro de 2012 – A Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, foi listada entre os 100 Melhores Fornecedores para RH 2012, premiação realizada pela Gestão & RH Editora, na categoria: Benefícios, Talentos, Tecnologia para RH e Gestão do Negócio.

Há seis anos, a Gestão & RH mapeia quem são e como trabalham as empresas que prestam serviços aos profissionais de Recursos Humanos . O principal objetivo do estudo é identificar e premiar as empresas que prestam bons serviços. A pesquisa abrange todo o mercado nacional de empresas que atendem aos setores industrial, comercial e de prestação de serviços.

Na primeira fase do processo de seleção, todas as empresas já participantes das pesquisas anteriores e as novas organizações, indicadas pelos RHs, foram avaliadas em uma votação eletrônica, respondida pelos profissionais de Recursos Humanos de todo o país. Já na segunda fase, que foi finalizada em novembro/2011, foram identificados os vencedores, por meio de um questionário eletrônico enviado aos clientes indicados pelas empresas selecionadas, para que avaliassem a qualidade dos serviços prestados, bem como o seu grau de satisfação no relacionamento com estes parceiros.

A pesquisa é diferenciada e aponta não somente as empresas Mais Votadas pelos RHs, como também as Melhores Avaliadas por seus Clientes. Esta avaliação resulta em um ranking que contemplará as empresas Mais Votadas por segmento de atuação e categoria, e as Melhores Avaliadas também por categoria e segmento de atuação. Entre estas empresas estarão as 10 + e a Empresa do Ano.

“Ficamos muito satisfeitos e orgulhosos de estar novamente entre os 100 melhores, principalmente por ser uma votação que reflete o bom relacionamento que mantemos com nossos clientes e com as organizações”, afirma Adriano Meirinho, diretor de Marketing da Catho Online.

Serviço

Evento: “100 Melhores Fornecedores para RH 2012”
Endereço: Rua Casa do Ator, 275 – Vila Olímpia
Data: 31/01/12
Horário: das 14h30 às 18h


Pesquisa da Catho Online destaca tempo mínimo que os profissionais devem permanecer na mesma empresa, segundo recrutadores

por Fernando Luiz Costa

O tempo de permanência apontado pelos recrutadores, varia de 2 anos e 3 meses a 4 anos e 4 meses, de acordo com a idade dos entrevistados

São Paulo, 11 de janeiro de 2012 – A Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, realizou um novo estudo com base na mais recente edição da Pesquisa dos Executivos e identificou que de acordo com os dados, houve uma queda no tempo mínimo que o recrutador julga que um profissional deva permanecer em uma empresa. A pesquisa contou com a participação de 46.067 respondentes.

Conforme aponta o estudo, o tempo mínimo avaliado pelos recrutadores é de 2,9 anos, sendo que em 2009 essa mediana era de 3,5 anos, e se mantinha estável desde 2005.

pesquisa sobre a Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros

É interessante destacar que os valores mudam expressivamente de acordo com a idade dos recrutadores. Nesse ponto há uma divisão entre os mais jovens, em que a maioria acredita que um período de pelo menos 2,3 anos seja adequado, e os mais maduros, que apostam em uma estabilidade maior,  com 4,4 anos de permanência nas empresas.

pesquisa sobre a Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros

Quando os profissionais são questionados sobre o tempo que estão trabalhando na empresa atual, a média fica próxima a esperada, uma vez que aproximadamente 50% dos profissionais estão há pelo menos 2 anos em seu emprego atual e 25%, há mais de 5 anos.

pesquisa sobre a Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros

“Os jovens de hoje tiveram grande influência na mudança deste cenário. São profissionais que trabalham em busca de  desafios, que vivem atrás de novidades. No entanto, mais importante do que o tempo de permanência na empresa, é a evolução do profissional. Se ele está há muito tempo na organização, mas apresenta crescimento, isso pode ser algo positivo. Já se ele muda constantemente de emprego, mas consegue sempre algo melhor e mais experiência, também pode ser algo interessante”, explica Adriano Meirinho, diretor de marketing da Catho Online.

Sobre a Pesquisa

A pesquisa sobre a Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros foi realizada no mês de abril de 2011. A análise contou com a opinião de 46.067 participantes, que responderam a um formulário online com 249 perguntas, questionando sobre três dimensões da vida do profissional. Foram levadas em consideração apenas as respostas de profissionais que possuem mais de 16 anos, que trabalham para empresas privadas ou mistas e residentes no Brasil.

Esta pesquisa é realizada pela Catho Online desde 1988.


Veja a média salarial de desenvolvedores

por Fernando Luiz Costa

Por Rafael Ferrer, de INFO Online

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São Paulo - A Catho, site de classificados de vagas e currículos, divulgou uma lista com a média salarial de programadores e desenvolvedores.

O ranking faz parte da “Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho Online“. A média salarial abrange somente os profissionais que atuam no Brasil sem distinção de linguagem de programação.

No topo da lista da média salarial está o analista de sistemas sênior com salário de R$ 6.049,65. Já a remuneração média de um analista de programação sênior, em segundo lugar na lista, é de R$ 5.597,27. Veja abaixo a tabela:

Descrição do cargo Área específica Média
Analista de sistemas  (Projetos / Desenvolvimento / Consultoria) Sênior Sistemas (Projetos / Desenvolvimento / Consultoria) R$ 6.049,65
Analista de programação Sênior Programação R$ 5.597,27
Analista de web development sênior Web development R$ 5.382,71
Analista de sistemas (Projetos / Desenvolvimento / Consultoria) Pleno Sistemas (Projetos / Desenvolvimento / Consultoria) R$ 4.004,16
Programador Sênior Programação R$ 3.587,18
Analista de programação pleno Programação R$ 3.585,60
Analista de web development pleno Web development R$ 2.971,63
Programador pleno Programação R$ 2.619,44
Analista de sistemas (Projetos / Desenvolvimento / Consultoria) júnior Sistemas (Projetos / Desenvolvimento / Consultoria) R$ 2.595,11
Analista de programação júnior Programação R$ 2.167,89
Analista de web development júnior Web development R$ 2.155,21
Programador júnior Programação R$ 1.689,06

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/carreira/veja-a-lista-de-salarios-de-programadores-e-desenvolvedores-10012012-10.shl


Notícias»Carreira Veja os 20 cargos mais bem pagos na área de TI

por Fernando Luiz Costa

Por Rafael Ferrer, de INFO Online

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São Paulo – Uma recente pesquisa divulgada pelo site de empregos Catho reúne os 20 cargos mais bem pagos da área de TI. No topo da lista aparece o cargo de diretor de TI, com salário mensal médio de 17.425 reais.

Em segundo lugar está o cargo de diretor de suporte técnico em informática com salário de 17.068 reais. Em terceiro lugar está o diretor de e-commerce/e-business com salário de 16.095 reais.

A pesquisa contou com mais de 210 mil participantes em 3.700 cidades brasileira diferentes. As questões são relacionadas ao cargo, remuneração, benefícios, região onde atua, faturamento da empresa, sexo, idade, escolaridade e idiomas, segundo dados da Catho. Veja abaixo o ranking:

Nome do cargo Média
Diretor de Tecnologia da Informação R$ 17.425,78
Diretor de Suporte Técnico em Informática – Help Desk R$ 17.068,88
Diretor de E-Commerce / E- Business R$ 16.095,20
Diretor de Sistemas (Projetos/Desenvolvimento/Consultoria) R$ 15.881,28
Gerente de Arquitetura da Informação R$ 11.050,77
Gerente de Qualidade de Software R$ 10.424,51
Gerente de Programação R$ 9.665,67
Gerente de Tecnologia da Informação R$ 9.643,63
Gerente de Sistemas (Projetos/Desenvolvimento/Consultoria) R$ 9.501,41
Gerente de Administração de Redes R$ 9.447,69
Gerente de Segurança da Informação R$ 9.309,28
Gerente de Processamento de Dados R$ 8.664,28
Coordenador, Supervisor ou Chefe de Arquitetura da Informação R$ 8.456,19
Gerente de Administração de Banco de Dados R$ 8.442,27
Gerente de Conteúdo Web R$ 8.217,79
Arquiteto da Informação Sênior R$ 8.136,05
Coordenador, Supervisor ou Chefe de Administração de Banco de Dados R$ 8.014,01
Coordenador, Supervisor ou Chefe de Administração de Segurança da Informação R$ 7.986,50
Gerente de E-Commerce/E-Business R$ 7.776,79
Gerente de Negócios Web R$ 7.620,72

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/carreira/veja-os-20-cargos-mais-bem-pagos-na-area-de-ti-19122011-33.shl


Cai tempo mínimo que profissionais devem ficar na empresa, diz pesquisa

por Fernando Luiz Costa

Permanência varia de 2 anos e 3 meses a 4 anos e 4 meses. 
Idade de recrutadores influenciou na avaliação do tempo no emprego.

Do G1, em São Paulo

A Catho Online, site de classificados online de currículos e empregos, fez novo estudo com base na pesquisa Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros, realizada em abril do ano passado, e identificou que houve uma queda no tempo mínimo que o recrutador julga que um profissional deva permanecer em uma empresa. O tempo mínimo médio avaliado pelos recrutadores é de 2,9 anos, sendo que em 2009 essa média era de 3,5 anos e se mantinha estável desde 2005.

De acordo com a pesquisa, os valores mudam expressivamente de acordo com a idade dos recrutadores. Nesse ponto há uma divisão entre os mais jovens, em que a maioria acredita que um período de pelo menos 2,3 anos seja adequado. Já os mais velhos apostam em uma estabilidade maior, com 4,4 anos de permanência nas empresas.

Quando os profissionais são questionados sobre o tempo que estão trabalhando na empresa atual, a média fica próxima à esperada, uma vez que aproximadamente 50% dos profissionais estão há pelo menos 2 anos em seu emprego atual e 25%, há mais de 5 anos.

“Os jovens de hoje tiveram grande influência na mudança deste cenário. São profissionais que trabalham em busca de desafios, que vivem atrás de novidades. No entanto, mais importante do que o tempo de permanência na empresa, é a evolução do profissional. Se ele está há muito tempo na organização, mas apresenta crescimento, isso pode ser algo positivo. Já se ele muda constantemente de emprego, mas consegue sempre algo melhor e mais experiência, também pode ser algo interessante”, diz Adriano Meirinho, diretor de marketing da Catho Online.

A pesquisa teve participação de 46.067 entrevistados, que responderam a um formulário online com 249 perguntas, questionando sobre três dimensões da vida do profissional. Foram levadas em consideração apenas as respostas de profissionais que possuem mais de 16 anos, que trabalham para empresas privadas ou mistas e residentes no Brasil.

Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2012/01/cai-tempo-minimo-que-profissionais-devem-ficar-na-empresa-diz-pesquisa.html


Dicas para começar 2012 com emprego novo

por Fernando Luiz Costa

Está sem trabalho ou quer mudar de carreira? 8 dicas para crescer profissionalmente neste novo ano
1. Cadastre seu currículo em sites de empregos
Antes de tudo, lembre-se de manter seu currículo atualizado. Inscreva seu currículo em diversos sites, porque os departamentos de RH de grandes companhias anunciam vagas e escolhem candidatas por meio deles. Só para você ter uma ideia de como funciona: os especialistas da Catho Online avisam que de janeiro a novembro do ano passado 11 mil pessoas tinham sido chamadas apenas na primeira semana de cadastro.
2. Aposte nas redes sociais
Considere trocar o status do Facebook, Orkut ou Linkedin para ’’disponível profissionalmente’’. A ideia é essa mesma, perder a vergonha e comunicar a procura a todos: quem não é vista não é lembrada. Outra dica: muitas vezes os ex-colegas de trabalho, que não têm nada a ver com as demissões (a não ser em casos claros de puxada de tapete), podem ajudar com alguma indicação.
3. Reflita sobre sua carreira
Um consultor pode dar orientações a quem precisa repensar a carreira (empresas como a Cia. de Talentos oferecem o serviço). Eles sabem inclusive as profissões que estão bombando, as vagas mais concorridas, empresas em processo de recrutamento de pessoal… Muitas mulheres que fazem essa consulta acabam chegando à conclusão de que se dariam melhor em outra área mesmo – e resolvem tentar uma vida nova.
4. Invista em algo que foi adiado por causa do trabalho
Pode ser uma viagem para o exterior ou um curso de especialização. Essas atitudes só ’’engordam’’ o currículo. Em boas escolas, como o Senac e a ESPM, há intensivos de um ou dois meses e com certificado.
5. Faça um planejamento financeiro
É comum ficar dois ou três meses à deriva até conseguir outro trampo. Portanto, reorganize seus gastos. Nessas horas apertadas, aquelas compras de supérfluos não são nada bem-vindas. Porém, falta de grana não deve ser motivo para aceitar vagas abaixo das suas qualificações só para garantir um empreguinho – isto pode causar problemas de insatisfação em curto e médio prazos. Avalie sua situação.
6. Fique de olho na agenda
Para quem está empregada, um bom conselho é não marcar entrevistas em horário comercial. Perder a confiança dos seus chefes por corpo mole queima muito o filme. O melhor período para esses encontros é antes ou depois do expediente. Quem sabe usar o horário de almoço para isso, hein?
7. Foi demitida? Assuma para o entrevistador
Se você foi demitida, jamais diga que ’’resolveu buscar novas oportunidades’’ quando isso não for verdade. Desligamento não é motivo de vergonha e qualquer entrevistador descobre a real com uma ligadinha para o ex-patrão. Além disso, as dispensadas precisam explicar seus erros e se comprometer a não cometê-los de novo.
8. Negocie seus direitos
Este não é o fim do mundo. Quem tiver carteira assinada vai receber tudo direitinho e ainda pode contar com o fundo de garantia por tempo de serviço (FGTS), com o qual dá para planejar o retorno ao mercado sem deixar de pagar as contas, além do seguro-desemprego. Trabalha como frila fixo ou é prestadora de serviços? Então precisa negociar bem com os chefes para não sair de carteira vazia – alguns sindicatos têm assessorias jurídicas que podem ajudar a fazer essas contas.

Está sem trabalho ou quer mudar de carreira? 8 dicas para crescer profissionalmente neste novo ano

1. Cadastre seu currículo em sites de empregos

Antes de tudo, lembre-se de manter seu currículo atualizado. Inscreva seu currículo em diversos sites, porque os departamentos de RH de grandes companhias anunciam vagas e escolhem candidatas por meio deles. Só para você ter uma ideia de como funciona: os especialistas da Catho Online avisam que de janeiro a novembro do ano passado 11 mil pessoas tinham sido chamadas apenas na primeira semana de cadastro.

2. Aposte nas redes sociais

Considere trocar o status do Facebook, Orkut ou Linkedin para ’’disponível profissionalmente’’. A ideia é essa mesma, perder a vergonha e comunicar a procura a todos: quem não é vista não é lembrada. Outra dica: muitas vezes os ex-colegas de trabalho, que não têm nada a ver com as demissões (a não ser em casos claros de puxada de tapete), podem ajudar com alguma indicação.

3. Reflita sobre sua carreira

Um consultor pode dar orientações a quem precisa repensar a carreira (empresas como a Cia. de Talentos oferecem o serviço). Eles sabem inclusive as profissões que estão bombando, as vagas mais concorridas, empresas em processo de recrutamento de pessoal… Muitas mulheres que fazem essa consulta acabam chegando à conclusão de que se dariam melhor em outra área mesmo – e resolvem tentar uma vida nova.

4. Invista em algo que foi adiado por causa do trabalho

Pode ser uma viagem para o exterior ou um curso de especialização. Essas atitudes só ’’engordam’’ o currículo. Em boas escolas, como o Senac e a ESPM, há intensivos de um ou dois meses e com certificado.

5. Faça um planejamento financeiro

É comum ficar dois ou três meses à deriva até conseguir outro trampo. Portanto, reorganize seus gastos. Nessas horas apertadas, aquelas compras de supérfluos não são nada bem-vindas. Porém, falta de grana não deve ser motivo para aceitar vagas abaixo das suas qualificações só para garantir um empreguinho – isto pode causar problemas de insatisfação em curto e médio prazos. Avalie sua situação.

6. Fique de olho na agenda

Para quem está empregada, um bom conselho é não marcar entrevistas em horário comercial. Perder a confiança dos seus chefes por corpo mole queima muito o filme. O melhor período para esses encontros é antes ou depois do expediente. Quem sabe usar o horário de almoço para isso, hein?

7. Foi demitida? Assuma para o entrevistador

Se você foi demitida, jamais diga que ’’resolveu buscar novas oportunidades’’ quando isso não for verdade. Desligamento não é motivo de vergonha e qualquer entrevistador descobre a real com uma ligadinha para o ex-patrão. Além disso, as dispensadas precisam explicar seus erros e se comprometer a não cometê-los de novo.

8. Negocie seus direitos

Este não é o fim do mundo. Quem tiver carteira assinada vai receber tudo direitinho e ainda pode contar com o fundo de garantia por tempo de serviço (FGTS), com o qual dá para planejar o retorno ao mercado sem deixar de pagar as contas, além do seguro-desemprego. Trabalha como frila fixo ou é prestadora de serviços? Então precisa negociar bem com os chefes para não sair de carteira vazia – alguns sindicatos têm assessorias jurídicas que podem ajudar a fazer essas contas.

Revista GLOSS /gloss.abril.com.br/


Jovens insubordinados no trabalho são reflexo de educação permissiva

por Tatiana Stefano

Desrespeito aos horários, negligência com prazos, desacato à hierarquia. Em princípio, pode se tratar de um resumo dos problemas enfrentados por boa parte dos professores. Nada disso… Imagine esses alunos, crescidos e formados, no mercado de trabalho. É exatamente dessa maneira que agirão: com indisciplina e agressividade. Um dos principais dilemas enfrentados atualmente pelo universo corporativo é a presença maciça de jovens com dificuldade em acatar ordens. Não se trata de falta de comprometimento com o trabalho, mas, sim, de uma imensa oposição à hierarquia, gerando conflitos com a chefia e os colegas.

A raiz da questão é a mesma dos problemas enfrentados pelas escolas: uma educação permissiva demais em casa. Para a especialista em comportamento humano Branca Barão, uma parcela significativa de pais é mais liberal com os filhos em relação ao tratamento que receberam dos próprios pais. “É claro que isso influencia a relação entre líder e colaborador. E a forma como os pais se relacionam com os seus chefes também”, diz.

Para Branca, algumas peculiaridades em família são determinantes para começar a traçar o perfil profissional de uma criança. “Quem cresce em um ambiente onde tem a chance de exercer sua tirania desde cedo, provavelmente, fará isso no ambiente de trabalho, também. Quem tem a liberdade de gritar com os pais, possivelmente, repetirá o tom de voz no ambiente corporativo e não terá noção de limites. Quem dá sempre a última palavra em relação ao passeio que a família fará no fim de semana, terá, obviamente, mais dificuldade de aceitar ordens.”

É óbvio que os exemplos são generalistas, para chamar a atenção para a gravidade da situação. Mas nem toda criança mimada deve se tornar um adulto impertinente no campo profissional, pois há outros acontecimentos futuros determinantes. Porém, a permissividade, geralmente, causa estragos para toda a vida.

De acordo com Branca, é preciso ensinar os filhos a ouvir um “não” e, principalmente, aceitá-lo. “Tivemos uma onda na educação em que o ‘não’ foi praticamente proibido, pois era tido como nocivo. Eu acredito que é o momento de resgatarmos essa palavra tão importante, pois descobrimos que a falta dela pode ser tão prejudicial quanto o excesso. Buscar o equilíbrio é essencial”. É importante evitar que as crianças acreditem que têm poder de decisão maior do que eles realmente devem ter em cada faixa etária.

Para a psicanalista Blenda de Oliveira, os adolescentes precisam confrontar para encontrar as suas respostas. Afinal, a rebeldia faz parte do repertório típico da idade. “Mas deixar o jovem confrontar de maneira desrespeitosa cria uma ilusão de poder e de falta de limites irreais”, explica a especialista. Na opinião de Blenda, na infância dos filhos, os pais devem permitir o questionamento e ensiná-los as diferenças da experiência de vida e dos papéis de cada um.

“É fundamental mostrar que respeitar a autoridade é um aspecto de força, de capacidade e de competência para aprender e crescer. Observar que alguém nomeado como chefe não tem as competências necessárias não dá o direito a qualquer pessoa de faltar com o respeito”, afirma Blenda. A sugestão de Daniella Correa, consultora de Recursos Humanos da Catho Online, é negociar limites com o jovem e explicar os objetivos desses limites. “Eles precisam sentir que participaram da decisão, que foi um acordo e não uma decisão autoritária”, diz.

Perdas e danos
Para Blenda de Oliveira, outro ponto a considerar para compreender como surge a insubordinação dos jovens nas empresas é a nossa própria sociedade, pouco cumpridora das leis. “Quando vivemos em um ambiente em que há ‘um jeitinho’ para tudo, as figuras de autoridade perdem sua validade com rapidez, já que não se cumpre a justiça”, pondera.

Um terceiro fator é que nas classes sociais em que os jovens têm um acesso enorme às diferentes e boas formações, muitos passam a se sentir tão ou mais inteligentes e competentes que os seus chefes. Ignoram, assim, a experiência e a trajetória de vida de outras pessoas por ostentarem títulos ou um curso no exterior, por exemplo. Segundo Branca Barão, quanto maior a formação intelectual e mais confortável for a situação financeira de alguém, maior a chance dessa pessoa dizer: “Eu não preciso disso!” no primeiro “não” que ouvir no trabalho. “A humildade é uma postura essencial para ter um bom relacionamento em uma empresa.”

Mas quais as consequências desse tipo de comportamento -além de uma demissão? A psicanalista Blenda de Oliveira avisa que não respeitar as autoridades e os limites sempre traz prejuízos na vida futura, caso tal atitude vire um padrão de comportamento. “Mas é claro que não é todo confronto que pode gerar danos, não podemos generalizar”, diz.

Uma criança “mimada” ao extremo dentro de casa pode se tornar uma pessoa bastante difícil no ambiente de trabalho: que não pode ser contrariada, não consegue aceitar que uma ideia sua não seja idolatrada, não sabe ajudar as outras pessoas. A empresa contrata pelo currículo, mas não aguenta conviver com aquela pessoa, que acaba demitida por suas características comportamentais.

Outro risco, segundo Blenda: confundir autoridade com autoritarismo e passar a agir de forma mais autoritária que aqueles que critica. “O maior problema de não saber lidar com a hierarquia é um ego fraco que não aguenta a frustração de ser criticado, de errar e de precisar do outro para crescer. O resultado é um enorme sentimento de solidão.”

Para Daniella Correa, alguns casos exigem menos crítica e mais compreensão. “Um jovem, principalmente que ainda não vivenciou a profissão escolhida, não sabe se essa atividade irá satisfazê-lo e pode ter dificuldades de adaptação às rotinas. Ele precisa conhecer e adaptar-se à cultura, normas e procedimentos da empresa e entender como funciona um ambiente corporativo”, diz.

Uma boa ideia é pesquisar sobre as regras e os valores da empresa antes mesmo de se inscrever no processo seletivo. Assim evitará cometer erros que poderão prejudicá-lo. Além disso, é fundamental que a empresa tenha responsáveis preparados para receber, orientar, desenvolver as habilidades e avaliar esses profissionais. “O gestor deve entender que esses novos colaboradores entraram na empresa para aprender. É o primeiro contato que possuem com o ambiente corporativo”, explica Daniella.

Fonte: UOL


Inglês na ponta da língua

por Tatiana Stefano

É obrigatório, regra, pré-requisito… De cada 10 entrevistas de emprego, oito são feitas em inglês. E não adianta falar qualquer palavra para achar que basta. Os testes estão cada vez mais rigorosos e mentir pode ser um caminho perigoso para qualquer carreira. Além de ser seu cartão de visita na hora de uma entrevista, a língua também pode significar oportunidade de crescimento de um profissional no lu[ gar onde ele já está. Segundo o levantamento da Global English Corporation, feito pela Catho Online, dos 26 mil funcionários de empresas multinacionais entrevistados 93% revelaram que o inglês é necessário ou importante para obter uma promoção. E até para isso, a fluência do promovido pode ser colocada em xeque.

A pesquisa da Catho, feita este ano, também mostrou o retrato que agrava a situação: dentro das organizações, apenas 11% dos candidatos conseguem se comunicar sem dificuldades em inglês, e desses, apenas 3,4% conseguem falar e entender fluentemente sobre qualquer assunto. Outro dado do estudo ressalta a importância de saber mais do que o conhecido hello: a diferença salarial entre os executivos que falam fluentemente para aqueles que não falam é em média de 28%. Há sete meses, o engenheiro de controle de automação Bruno Vieira, de 27 anos, passou por um processo seletivo dentro da Comau, empresa para a qual trabalha há dois anos. A seleção, extensiva a todas as áreas, dava ao funcionário a oportunidade de trabalhar dois meses na Itália, como curso de formação. Bruno conquistou a vaga e garante: o inglês fluente foi o diferencial. “Sempre que há oportunidades profissionais, estão atreladas ao idioma. Uma psicóloga da empresa que fez a entrevista em inglês perguntou sobre a experiência profissional e outras coisas pessoais. Comecei a aprender a língua aos 16 anos, com um professor particular. Depois de dois anos, entrei para escolas normais só para manter a fluência”, conta, satisfeito com a valorização de seu esforço.

DINÂMICAS
Os testes, sejam eles para dar um salto dentro da organização ou para conseguir uma vaga em determinado lugar, geralmente, de acordo com a coordenadora da unidade de idiomas da Faculdade IBS/Fundação Getulio Vargas, Rose Mendes, podem não ser só feitos em diálogo. “Já tive a experiência de montar entrevistas e, na maioria das vezes, o inglês tem que estar no nível avançado ou intermediário. Há empresas que podem fazer o teste numa dinâmica de grupo e sempre vão exigir fluência nos tempos verbais (passado, presente e futuro)”, conta.

Ela aconselha o entrevistado a traduzir o currículo para o inglês. “Nesse documento, há informações básicas. Peça auxílio a um professor, xeque as pronúncias e não deixe para se preparar na última hora Já tive alunos fluentes na língua, mas que não tinham vocabulário de negócios e não conseguiram passar por uma dinâmica.”

No mundo dos negócios

A expectativa com a Copa do Mundo no Brasil, a exigência cada vez maior do inglês no mercado de trabalho e a ascensão da classe C têm feito com que a procura por cursos de inglês aumente. Somente na rede de franquias Number One, de acordo com o presidente e fundador Márcio Mascarenhas, a procura aumentou em 30% nos últimos anos. “Até lançamos um curso específico para atividade empresarial”, avisa, aconselhando quem precisa da língua a estudar. “Não basta decorar as frases e perguntas, é preciso se preparar para o futuro com qualidade. Qualquer dia, isso vai ser cobrado de você, seja para ingressar no mercado ou para conseguir um cargo mais alto”, defende.

De acordo com ele, a crescente internacionalização dos mercados fez com que o inglês passasse a ser adotado como o idioma oficial do mundo dos negócios. “A língua inglesa já não é mais exigida apenas por empresas multinacionais. Existe o que chamo de geração perdida do inglês, que são os profissionais que não estudaram o idioma e que agora estão sendo cobrados por isso. É essa mesma geração, inclusive, que tem colocado os filhos cada vez mais cedo nos cursos, pois já sabem a importância desse conhecimento para o futuro profissional.”

MAIS E MAIS
No momento em que o inglês passa a ser pré-requisito para a maioria das profissões, falar outro idioma passa então a ser diferencial também dentro das empresas. Ou seja, é preciso mais. A economista Roberta Milagres, de 29 anos, que o diga. Em 2006, ela ingressou na Vale, como trainee, e conseguiu a vaga graças ao inglês fluente. Este ano, visando crescimento profissional e pela importância que a China tem no mercado mundial, matriculou-se no curso de mandarim. “Estudei inglês dos 8 aos 18 anos. Sem ele, não teria nem entrado na Vale. A entrevista, na época, foi por telefone. Depois que entrei, logo tive que ir para o Canadá pela empresa. Fiquei três meses lá”, conta, acrescentando que a Vale tem negócios com a China e isso é um dos fatores que a fizeram estudar mandarim. “Pode ser que hoje não tenha tanta necessidade do idioma, mas daqui a 10 anos acredito que será fundamental para o mercado de trabalho”, aposta.

Fonte: Jornal Estado de Minas


Pesquisa da Catho Online aponta principais fatores decisivos nas contratações

por Tatiana Stefano

Desempenho nas entrevistas lidera o ranking, já o comportamento em redes sociais e fluência em outros idiomas aparecem no final da lista

A Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, realizou um novo estudo com base na Pesquisa dos Executivos 2011 e identificou os fatores que têm maior influência na contratação de um novo profissional. Utilizando uma escala de importância que vai de 0 a 10, o desempenho nas entrevistas ficou em primeiro lugar, com 7,5, de média. A pesquisa contou com a participação de 46.067 respondentes.

Outros fatores também tiveram destaque, como competências comportamentais, experiência técnica anterior relacionada ao cargo e formação acadêmica. Todas com média acima de 6. No entanto, é interessante notar que o comportamento em redes sociais e fluência em inglês e outro idioma aparecem, respectivamente, com média 3,1 e 2,5, no final do ranking.

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Para conseguir avaliar os candidatos e fazer melhor escolha, normalmente as empresas optam por realizar mais de uma entrevista. De acordo com a Pesquisa, cerca de 48% dos profissionais passaram por pelo menos 2 entrevistas no processo seletivo. Além disso, quanto maior o porte da empresa, maior a quantidade de entrevistas as quais é submetido.

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Para tornar o processo ainda mais assertivo, os recrutadores costumam entrevistar entre 4 e 5 candidatos para concorrer a uma vaga. Número que tem se mantido estável nos últimos anos.

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“Além da experiência e formação acadêmica, o recrutador precisa avaliar se o perfil daquele candidato é compatível com as necessidades da vaga em questão. Muitas vezes um profissional pode ser perfeito para uma oportunidade, no entanto não se encaixa tão bem em outra, por isso esta preocupação com as diversas etapas da entrevista, que normalmente é decisiva para a contratação”, afirma Adriano Meirinho, diretor de marketing da Catho Online.

Sobre a Pesquisa

A pesquisa sobre a Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros foi realizada no mês de abril de 2011. A análise contou com a opinião de 46.067 participantes, que responderam a um formulário online com 249 perguntas, questionando sobre três dimensões da vida do profissional. Foram levadas em consideração apenas as respostas de profissionais que possuem mais de 16 anos, que trabalham para empresas privadas ou mistas e residentes no Brasil.

Esta pesquisa é realizada pela Catho Online desde 1988.


Catho Online patrocina Fórum Administrativo – RH, Responsabilidade Social, Secretárias e TI

por Tatiana Stefano

Evento realizado pela Unimed Federação, do Estado do Rio de Janeiro, acontecerá nos dias 25, 26 e 27 de novembro

A Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, patrocinará, nos dias 25, 26 e 27 de novembro o Fórum Administrativo – RH, responsabilidade Social, Secretárias e TI, realizado para os profissionais da Unimed, no Rio de Janeiro.

O evento, que tem como objetivo integrar, capacitar e promover a troca de experiências, práticas e conhecimentos, contará com a participação de aproximadamente 200 profissionais, entre gestores, técnicos e dirigentes das Unimeds do Rio. Nesta edição, cada área será tratada com um foco específico:

- AtivAR competência: Fórum Administrativo-RH e Secretárias;
- AtivAR consciência: Fórum de Responsabilidade Social;
- AtivAR excelência: Fórum de Tecnologia da Informação.

“A capacitação destes profissionais é fundamental para o desenvolvimento de cada um, além de possibilitar melhores resultados para a empresa que compõe uma equipe motivada”, afirma Carolina Stilhano, gerente de eventos e comunicação da Catho Online.

Para mais informações, clique aqui.

Local: Hotel Vale Real
Endereço: Rodovia BR 040, Km 62 – Petrópolis – RJ


Pesquisa da Catho mostra os fatores com maior impacto no processo seletivo para uma vaga

por Tatiana Stefano

SÃO PAULO – O comportamento do profissional nas redes sociais impressiona mais do que a fluência em um idioma estrangeiro, durante o processo seletivo para uma vaga de executivo, segundo uma pesquisa da Catho Online.

O estudo analisa as etapas no processo de contratação depois da triagem inicial de currículos.

Solicitados a dar uma nota de zero a dez para a influência de diversos fatores na escolha dos profissionais, os selecionadores ouvidos pela Catho deram nota média de 3,1 para o item “perfil nas redes sociais” e 2,5 para “fluência em inglês ou outro idioma”. Este quesito, por sinal, ficou em último na lista (veja gráfico abaixo).

Estadão

Não que a língua estrangeira tenha deixado de ser importante, mas hoje ela pouco ajuda a distinguir os candidatos a uma vaga de executivo, uma vez que é uma habilidade comum a eles.

“Cada vez mais, as pessoas já vêm preparadas. Quando ela chega à entrevista, eu já entendo que ela tem inglês”, afirma Alessandra Zambroni, consultora da DM Executivos.

Redes sociais

As redes sociais podem ser usadas a favor do candidato ou contra ele. Segundo Zambroni, declarações preconceituosas expõem os valores dos profissionais e podem provocar demissão. Uma “exposição desnecessária” na internet, como uma foto do candidato sem camisa no perfil de uma rede, também prejudica o candidato. Falar mal da empresa ou do chefe na web é outro comportamento de risco.

Mas às vezes os selecionadores têm surpresas positivas na internet. Zambroni conta que ficou sabendo pelo Twitter que um candidato era escritor nas horas vagas. Ele tem um livro de ficção publicado e escreve crônicas em um blog.

“É interessante mostrar que tem conteúdo, que tem opinião”, diz Zambroni, desde que o candidato seja cauteloso com o que escreve na internet.

Divisor de águas

A pesquisa corrobora o que muitos especialistas já afirmam sobre o processo seletivo: o desempenho nas entrevistas é o mais importante na escolha do candidato. “É um divisor de águas”, afirma Zambroni.

Os demais itens da pesquisa podem variar de uma empresa para outra, segundo a consultora. Para algumas, a formação em faculdade de primeira linha pode ser imprescindível; para outras, nem é necessário que ele tenha terminado o curso superior.

Já a entrevista é relevante em qualquer uma delas. Para ter um bom desempenho nessa etapa, o candidato precisa ter boa comunicação, estar seguro da escolha profissional e saber com clareza por que está buscando uma nova oportunidade.

Fonte: Estadão.com.br


Catho Online participará do Security Leaders 2011

por Tatiana Stefano

O evento, que é pioneiro no segmento de Segurança da Informação e Risco, acontecerá nos dias 23 e 24 de novembro, em São Paulo

São Paulo, 18 de novembro de 2011 – A Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, participará, nesta semana, do Security Leaders 2011, Congresso, Exposição e Premiação de Líderes e Profissionais de Segurança da Informação e Risco. O evento reunirá usuários, fornecedores e especialistas do setor para uma programação, que in cluirá painéis de debates, premiação e exposição de produtos, serviços e tendências na oferta de soluções.

Esta edição, que será realizada em dois dias, terá como destaque a possibilidade dos participantes contribuírem com sua vivência na área de Segurança da Informação e compartilharem experiências nos diversos setores de negócios, estabelecendo assim um panorama extremamente abrangente do segmento no país.

Marcelo Ribeiro, diretor de TI da Catho Online, foi um dos convidados para participar do Painel “Segurança no Acesso Legítimo”, no primeiro dia do evento (23), às 15h30. “O Security Leaders é um evento de suma importância na área de Segurança da Informação. No ano passado tive a oportunidade de participar de debates de altíssimo nível, além de trocar experiências com os melhores profissionais de segurança do mercado”, afirma.

As inscrições podem ser realizadas pelo site: www.securityleaders.com.br

Serviço

Local: FECOMÉRCIO
Endereço: Rua Doutor Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo


Catho Online conquista Top of Mind Estadão de RH 2011

por Tatiana Stefano

Pela 5º vez, a Catho Online, maior classificado online de currículos e empregos da América Latina, conquista o prêmio Top of Mind Estadão de RH, na categoria “Sites para Recrutamento”. Realizada no HSBC Brasil, em São Paulo, a premiação coroou os destaques em Recursos Humanos de todo o Brasil.

No total, 33 premiações foram entregues nas mais diversas categorias que envolvem o universo de RH. Promovida pela Fênix Editora em parceria com o Grupo Estado, a noite contou com cerca de 1,3 mil profissionais do segmento, além de autoridades como o prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab.


Catho Online patrocina novo Ciclo de Palestras da Gestão & RH

por Tatiana Stefano

Evento contará com a participação de palestrantes consagrados nas áreas de Gestão de Pessoas e Negócios

São Paulo, 16 de novembro de 2011 – A Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, patrocinará, no dia 22 de novembro, o novo Ciclo de Palestras da Gestão & RH, realizado em São Paulo.

Esta edição abordará as boas práticas realizadas pelas 150 Melhores Empresas em Práticas de Gestão de Pessoas e pelas Empresas Psicologicamente Saudáveis. Executivos de organizações renomadas, como Laboratório Roche, Accor Hospitality, Eco Rodovias e Grupo EDP, estarão no evento para apresentar seus cases e falar do mercado de modo geral.

“Estas empresas possuem práticas excelentes de gestão, por isso é importante que os profissionais fiquem atentos e busquem seguir estas tendências. As organizações de sucesso nos dias de hoje sabem trocar informações e adaptar o que há de melhor no mercado para o seu dia a dia”, afirma Carolina Stilhano, gerente de eventos e comunicação da Catho Online.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo email: sandra@gestaoerh.com.br

Serviço

Local: BBS – BUSINESS SCHOOL
Endereço: Alameda Santos, 745 – 1º andar – São Paulo
Horário: 14h – 18h


Catho Online patrocina EncontRHo sobre o bem-estar dentro das organizações

por Tatiana Stefano

Evento realizado em parceria com a Editora Fênix acontecerá dia 18 de novembro, em São Paulo    

São Paulo, 14 de novembro de 2011 – A Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, patrocinará, no dia 18 de novembro, um novo evento do EncontRHo, programa realizado em parceria com a Editora Fênix que oferece palestras gratuitas aos profissionais, com foco no networking e no desenvolvimento dos executivos de RH.

Esta edição contará com a participação da palestrante Maria Inês Felippe, executiva com sólida experiência na área de Recursos Humanos. Em sua apresentação ela falará sobre como identificar conflitos na equipe e como a criatividade pode ajudar na resolução de problemas dentro das corporações.

“O ambiente de trabalho tem grande influencia na motivação dos colaboradores e, consequentemente, nos resultados alcançados. As empresas de hoje já perceberam esta necessidade e trabalham fortemente para manter o bem-estar e incentivar o bom relacionamento entre os profissionais”, afirma Carolina Stilhano, gerente de eventos e comunicação da Catho Online.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site: www.encontrho.com.br

Serviço

Local: Sede da ABTD – Rua Machado Bittencourt, 89 – Vila Mariana – São Paulo, SP
Horário: 09h30 – 10h30


Catho Online lança 37° edição da Pesquisa Salarial e de Benefícios

por Fernando Luiz Costa

A Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho Online é o maior e mais atualizado banco de cargos, salários e benefícios do Brasil

São Paulo, 09 de novembro de 2011 – A Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, lança para todo o Brasil a 37ª edição de sua Pesquisa Salarial e de Benefícios, serviço que auxilia profissionais e empresas na administração de sua tabela salarial, benefícios e remuneração variável.

A Pesquisa Salarial e de Benefícios é atualizada a cada três meses, e traz dados de 1.935 cargos, de 223 áreas de atuação profissional e de 48 ramos de atividade econômica, dentro de 21 regiões geográficas do Brasil, além de 07 faixas de faturamento para classificação de porte de empresa. Para garantir resultados compatí veis com as características de cada organização, é possível segmentar a pesquisa de acordo com a região desejada, faturamento e ramo de atividade econômica.

A pesquisa possui metodologia exclusiva, pois é a única pesquisa salarial respondida pelos empregados, e não pelos empregadores. Nesta edição, ela contou com mais de 210.500 respondentes, de mais 20.100 empresas em 3.700 cidades de todo o Brasil.

Para Marco Soraggi, diretor da Pesquisa Salarial, os resultados obtidos são reflexo do mercado, por isso auxiliam a estabelecer uma política salarial competitiva para reter e atrair talentos, além de administrar custos relacionados à remuneração e implementar um Plano de Cargos e Salários com eficiência. “Há mais de 10 anos que realizamos a pesquisa e percebemos que é algo que realmente facilita as negociações salariais nas organizações. Além disso estamos muito satisfeitos, pois esta edição traz um número recorde de cargos e áreas de atuação profissional. São 1935 cargos com dados detalhados de salários e benefícios”, afirma.

Para receber conteúdos exclusivos da Pesquisa Salarial de acordo com sua região de interesse, entre em contato com a assessoria de imprensa da Catho Online.


Catho Online patrocina EncontRHo sobre Geração Y

por Fernando Luiz Costa

Evento realizado em parceria com a Editora Fênix acontecerá dia 09 de novembro, em São Paulo

A Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, patrocinará, no dia 09 de novembro, um novo evento do EncontRHo, programa realizado em parceria com a Editora Fênix que oferece palestras gratuitas aos profissionais, com foco no networking e no desenvolvimento dos executivos de RH.

Esta edição contará com a participação do palestrante Sidnei Oliveira, um dos pioneiros no desenvolvimento do atendimento personalizado na internet. Em sua apresentação ele falará sobre as 5 gerações da atualidade e novos comportamentos de geração Y e explicará como é possível liderar gerações diferentes no mesmo cenário e com objetivos comuns.

“Hoje o mercado de trabalho busca profissionais qualificados, independente da idade, sendo assim será cada vez mais comum o encontro de gerações dentro das organizações. O líder que conseguir unir o melhor de cada um desses colaboradores em busca de um objetivo comum, com certeza terá uma equipe extremamente capacitada e atingirá excelentes resultados ”, afirma Carolina Stilhano, gerente de eventos e comunicação da Catho Online.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site: www.encontrho.com.br

Serviço
Local: Sede da Employer – Rua Padre João, 165 – Jd. Paulista

Horário: 08h30 – 11h


Catho Online conquista prêmio no Top of Mind Estadão de RH

por Fernando Luiz Costa

Concorrendo na categoria Sites para Recrutamento, empresa foi novamente a mais lembrada pelos executivos na premiação de 2011

São Paulo, 28 de outubro de 2011 – A Catho Online venceu na última quinta-feira, 27 de outubro, o Top of Mind Estadão de RH 2011, na categoria Sites para Recrutamento. Líder absoluto no segmento, o site já havia faturado o mesmo prêmio nas últimas edições. A festa de premiação ocorreu na casa de shows HSBC Brasil, em São Paulo.

“É uma grande satisfação receber esse prêmio mais um ano, pois isso mostra que estamos mantendo uma satisfação contínua e uma excelente relação com as empresas e profissionais de RH. Como o maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, temos uma grande responsabilidade e queremos conquistar cada vez mais esse reconhecimento”, afirma Adriano Meirinho, diretor de Marketing da Catho Online.

O evento de 2011 reuniu 165 finalistas, concorrendo em 33 categorias, entre empresas, fornecedores e profissionais. Promovido por uma associação entre a Fênix Editora, organizadora do prêmio, e o jornal O Estado de S. Paulo, o prêmio teve o processo eleitoral dividido em duas fases.

Na primeira fase, que aconteceu entre os meses de fevereiro e março, foram consultados os profissionais de RH com cargos diretivos e leitores da revista Profissional & Negócios, que indicaram, nas 33 categorias, os nomes que primeiro viessem em suas mentes (os Top of Mind), selecionando assim, os TOP 5.

Na segunda fase, realizada entre maio e setembro, já com os 5 melhores classificados em cada uma das categorias do prêmio, estimulou-se o voto pela preferência, com os mesmos profissionais que participaram da primeira etapa.

O Top of Mind Estadão de RH 2011 é o maior prêmio em homenagem às empresas mais lembradas pelos profissionais de RH. Tem como objetivo conhecer o nível de lembrança das marcas organizacionais que prestam serviços e/ou oferecem produtos para os profissionais que atuam nas áreas de Recursos Humanos das organizações.

Para mais informações sobre a premiação entre no site: www.topofmindrh.com.br.


Catho Online patrocina evento em homenagem aos 20 anos da Gestão & RH

por Fernando Luiz Costa

A comemoração acontecerá dia 31 de outubro, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo

São Paulo, 26 de outubro de 2011 –  A Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, patrocinará, no dia 31 de outubro, evento relacionado aos 20 anos da Gestão & RH, editora responsável pela divulgação de revistas e realização de serviços com foco na área de Recursos Humanos.

A festa terá como principal objetivo mostrar o desenvolvimento da editora e suas principais realizações em revista (Revista Gestão & RH), site(Gestão RH On Line), eventos (Fórum Líder, Encontro de Cidadania, Ciclo de Palestras Especiais) e premiações (Os RHs Mais Admirados do Brasil, Os 100 Melhores Fornecedores para RH, IDHO – Indicador de Desenvolvimento Humano Organizacional, As Melhores Empresas em Cidadania Corporativa, Empresas Psicologicamente Saudáveis e As150 Melhores Empresas em Práticas de Gestão de Pessoas).

“A Gestão & RH merece comemorar esta data, pois se preocupa com a qualidade dos serviços que oferece para as empresas. Além disso, estamos sempre presente em seus eventos e premiações, que são de grande importância para o mundo corporativo”, explica Carolina Stilhano, gerente de comunicação e eventos da Catho Online.

Serviço

Local: Centro de Convenções Rebouças
Endereço: Av. Rebouças, 600 – São Paulo, SP
Horário: das 19h às 22h
Site: www.gestaoerh.com.br


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